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| Cavaleiro, Bruges, Bélgica |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Na estrutura feudal floresceu a Cavalaria, como a flor de abril nos ramos da macieira.
A cavalaria constituiu uma dignidade de ordem moral, que conferia àquele que com ela fosse honrado, uma investidura de caráter praticamente religioso. Sua origem remonta ao século XII, século proclamado por Quicherat como o maior de nossa História.
Léon Gautier em importante obra consagrada ao assunto chegou a qualificar a Cavalaria de “Oitavo Sacramento”.
Um padre que casasse e fosse preso vestindo trajes civis, deveria ser conduzido a um tribunal eclesiástico. O mesmo se passava com o Cavaleiro.
Por outro lado, ele usufruía de vários privilégios consagrados ao clero. Clérigos e cavaleiros eram homenageados da mesma forma.
Os Cavaleiros eram considerados por todos como um grupo de elite.
Se uma jovem dama se tornasse herdeira de um importante domínio; ou se uma mulher ficasse viúva e com terras para administrar, recorria a um cavaleiro para que protegesse seus bens, tomasse a guarda de seu castelo e o comando dos homens de armas.
O Cavaleiro recebia com isso o título de Visconde ou o de Castelão.
São três as ordens necessárias para o bom funcionamento de um Estado:
GLÓRIA
CASTELOS
CATEDRAIS
CIDADE
CONTOS
CRUZADAS
HERÓIS
ORAÇÕES
SIMBOLOS






























