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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Como agem os bandos armados islâmicos na Europa

Osmanem Germania: um dos grupos que agem "contra a islamofobia" na Alemanha
Osmanen Germania: um dos grupos que agem
"contra a islamofobia" na Alemanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Os guetos islâmicos em territórios europeus “liberados”, onde não vigora a lei, estão controlados por bandos armados jihadistas, escreveu Lupo Glori de Corrispondenza Romana.

No réveillon de 2015, milhares de imigrantes de origem “árabe ou norte-africana” – não é politicamente correto dizer a verdade: muçulmanos – agrediram sexualmente em Colônia mais de 500 mulheres alemãs.

Era só o governo alemão ter aberto os olhos. Mas ele enfiou a cabeça na terra e prosseguiu em seus louvores à integração de milhões de turcos e imigrantes islâmicos em seu território.

Trata-se de um cenário suicida, descrito em documento reservado do governo alemão e publicado pelo jornal Die Welt:

“Nós estamos importando o extremismo islâmico, o antissemitismo árabe, os conflitos nacionais e étnicos de outros povos, assim como um conceito diverso da sociedade e do direito.

“Os órgãos policiais alemães não conseguem enfrentar esses problemas de segurança importados e as conseguintes reações por parte da população alemã”.

O Departamento de Religião e Política da Universidade de Münster evidenciou em relatório como “quase a metade dos três milhões de turcos que vivem na Alemanha acredita mais importante respeitar a lei islâmica ou Sharia que a legislação alemã. (…)

“A sondagem ouviu turcos que há muitos anos, com frequência décadas, vivem na Alemanha e refuto tudo o que é afirmado pelas autoridades alemãs, ou seja que os muçulmanos estão bem integrados na sociedade”.

Segundo o relatório 47% concorda com que “a observância dos mandamentos de minha religião é mais importante que o respeito pelas leis do Estado em que vivo”.

Para o 32% “os muçulmanos deveriam combater para voltar à ordem dos tempos de Maomé”.

36% acha que “só o Islã está em condições de resolver os problemas de nossos dias”.

20% declarou que “a ameaça que o Ocidente significa para o Islã justifica a violência”;

7% sustenta que “a violência está justificada para defender o Islã”, etc.