quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Invasores descem em praia de naturistas insensíveis ao desembarco

Desembarco de imigrantes ilegais numa praia de Tarifa, Espanha
Desembarco de imigrantes ilegais numa praia de Tarifa, Espanha

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O jornal de Madri “El País” divulgou um breve vídeo de uma cena estarrecedora das invasões islâmicas que ameaçam submergir Europa no caos e no regime de humilhante escravatura prometida aos cristãos pelo Corão.

No vídeo filmado na praia del Cañuelo, em Tarifa, província de Cádiz, por volta das 13:00 do dia 28 de julho aparecem banhistas, vários deles naturistas, deitados na praia.

Inesperadamente descem de um grande bote inflável por volta de 50 pessoas provenientes da África. As imagens foram tiradas por turistas.

A cena virou emblemática da decadência moral europeia e da ânsia de avançar e ocupar os espaços continentais por parte dos invasores islâmicos.

Um banhista filmou o incrível desembarco numa praia de Tarifa
Um banhista filmou o incrível desembarco numa praia de Tarifa
O fato poderia ter degenerado em tragédia. Mas os invasores desapareceram rapidamente entre a vegetação próxima temendo a chegada da polícia e provavelmente se dirigindo a um local predisposto para recebe-los.

No dia anterior, por volta de mil pessoas foram resgatadas de águas do Estreito de Gibraltar quando navegavam em por volta de 50 botes infláveis ou em mal estado, segundo informou a agência EFE.

Até o dia 25 de julho neste ano (2018) foram acolhidos 20.992 ilegais chegados às costas espanholas, o triplo do mesmo período de 2017.

Foi quase o 40% da imigração ilegal recenseada na Europa, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). O cômputo não inclui os imigrantes sub-reptícios como os captados no vídeo.

No que vai do ano, mais de 1.500 pessoas faleceram na tentativa de atravessar o perigoso estreito de Gibraltar. Mas isso não detém a determinação dos invasores, nem de seus instigadores.

Não reproduzimos o vídeo posto o degradante estado de nudez dos turistas.

Centenas de ilegais comemoram ter pulado a fronteira de Ceuta (Espanha)
Centenas de ilegais comemoram ter pulado a fronteira de Ceuta (Espanha)
A cena pressagia a repetição de cenas de invasão de extermínio de habitantes decadentes a mãos do Islã como já aconteceu repetidamente em séculos passados na Espanha.

A filmagem impressionou ao jornal argentino “La Nación”: notadamente a correria terra adentro dos invasores e o olhar atônito dos banhistas que não souberam reagir diante daquilo que pressagia o mais trágico futuro para seu país.

Diante do espanto manifestado por muitos, o ministro socialista do Interior foi até o local e instou a achar uma “solução europeia”.

Palavreado que equivale a dizer que não fará nada. Assim, a invasão não será obstada inteligentemente, mas será favorecida com medidas burocráticas que repercutirão na inevitável descristianização do continente e na sua islamização.




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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Carta de D. Manassés II, arcebispo de Reims, encomendando ações de graças pela conquista de Jerusalém

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs








Manasses, arcebispo de Reims pela graça de Deus, a seu irmão Lamberto, bispo de Arras; cumprimentos em Jesus Cristo.

Seja-nos permitido, caríssimo irmão, vos fazer conhecer uma notícia verdadeira e gaudiosa que chegou até nossos ouvidos, e que nós acreditaríamos não provir de fonte humana, mas da Divina Majestade. A saber:

Jerusalém ergue-se, com alegria e gratidão, na cimeira em que Deus quis elevá-la gloriosamente nos nossos tempos.

Jerusalém, a cidade de nossa Redenção e de nossa glória, delicia-se com inconcebíveis alegrias, porque graças ao esforço e incomparável empenho dos filhos de Deus foi liberada da mais cruel servidão dos pagãos.

Regozijemo-nos também nós, porque nossa fé cristã em tempos como estes foi estabelecida como um espelho vivo da luz eterna.

Nossa Senhora da catedral de Aquisgrão (também Aachen ou Aix-la-Chapelle)
Nossa Senhora da catedral de Aquisgrão (também Aachen ou Aix-la-Chapelle)
Portanto, nós vos admoestamos, exortamos e instamos, não somente em atenção às cartas de Nosso Senhor o Papa Pascual, mas também das humildíssimas orações do duque Godofredo, que o exército de Cristo divinamente conduzido elevou à condição de Rei, como também das doces súplicas de Monsenhor Arnolfo, que foi unanimemente escolhido Patriarca da Sé de Jerusalém.

Nós ordenamos com o mesmo afeto que Vós tendes por cada uma de vossas paróquias, que sem falta, sejam elevadas solenes orações e ações de graças para que o Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores coroe o Rei dos Cristãos com a vitória contra o inimigo, e ao Patriarca com a religião e a sabedoria contra as seitas e as artimanhas dos heréticos.


Nós ordenamos, da mesma maneira, e exortamos, por meio de vossa obediência, que ordeneis com vossa autoridade a todos os que prometeram sair na expedição e que se impuseram o signo da Cruz, a partirem para Jerusalém, se eles estão fortes de corpo e possuem meios para empreender a viagem.

Em relação aos outros, não cesseis de admoestá-los prudentemente e com o maior tato para não negligenciarem suas ajudas aos ministros de Deus, de maneira que não só o mais elevado, mas o mais inferior, possa receber o espórtula devida àqueles que trabalham a vinha do senhor.

Despeço-me…

Rezai pelo bispo de Puy, pelo bispo de Orange, por Anselmo de Ribemont, e por todos aqueles que hoje repousam em paz, coroados com um tão glorioso martírio.


(Fonte: August. C. Krey, “The First Crusade: The Accounts of Eyewitnesses and Participants”, Princeton, 1921, 264-65. Internet Medieval Source Book)


D. Manassés II (falecido em 17 de setembro de 1106) foi arcebispo de Reims (1096–1106) no tempo da primeira Cruzada.

Da nobre linhagem da casa de Châtillon, foi filho de Manassés o Calvo, vidame de Reims. Foi aluno de São Bruno e firme defensor dos direitos episcopais.

O bem-aventurado Papa Urbano II escreveu dele que “nasceu cheio de zelo”. Ele morreu rodeado pelos cônegos de Saint-Denis de Reims tendo deixado muitas cartas que refletem seu episcopado e o movimento pelas cruzadas no norte da França.



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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Roger, príncipe de Antioquia,
entrou até nas lendas dos muçulmanos

Roberto de Normandia no sitio de Antioquia.
Jean-Joseph Dassy (1796–1865), in "Croisades, origines et consequences", Paris, 1850.
Luis Dufaur
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Em 1113, o sultão seljúcida da Pérsia e o califa de Bagdá empreenderam mais uma contra-cruzada.

Dois exércitos turcos convergiram no sul do lago Tiberíades.

Balduíno I lançou um premente apelo aos príncipes francos. Mas, as devastações das bandas turcas tinham-no exasperado.

Ele não aguardou os outros príncipes. Apenas com 700 cavaleiros e 4.000 infantes caiu como um raio sobre os turcos em Sinn en-Nabra, a 20 de junho de 1113.

Os turcos, porém, tinham montado uma emboscada que Balduíno I não percebeu.

Ele viu-se subitamente envolto pela cavalaria de elite turca esmagadora em número. Pegando a bandeira do reino nas próprias mãos ele lutou até o ultimo momento congregando os seus.

No fim, deixou o campo de batalha com a maioria dos cavaleiros e se refugiou na cidade de Tiberíades.

Ali recebeu os reforços de Tancredo, príncipe de Antioquia, e Pons conde de Trípoli que chegaram com bela cavalaria.

Lealmente, o rei acusou-se diante deles pela sua falta, e depois reuniu o conselho. O exército franco foi reconstituído, mas a superioridade numérica turca ficava sempre imensa.

As bandas turcas e árabes começaram a saquear as aldeias vizinhas de Tiberíades.

Mas, Balduíno I, agora mais prudente teve a energia de não cair nas provocações. Após um mês o chefe turco compreendeu que tinha fracassado e empreendeu a retirada para Damasco.

Em 1115, o sultão da Pérsia enviou mais um exército numa nova contra-cruzada, desta vez sob o comando do emir de Boursouq, com ordens de reconquistar a Síria.

Mas os chefes francos voltaram a reafirmar sua unidade.

Vendo a formidável coesão cristã, os emires locais preferiram se unir a eles antes de que aos turcos. Boursouq percebeu que seria impossível romper esse frente.

Então, ele fingiu que tinha renunciado à empresa e se encaminhou para Djéziré.

A coalizão não desconfiou e cada um voltou para seu feudo.

Assim que os francos se dispersaram, Boursouq deu meia volta e invadiu a Síria.

Roger de Antioquia, sucessor de Tancredo correu às armas. Não havia mais tempo para aguardar pelo retorno do rei Balduíno I.

Apelou para os príncipes vizinhos e correu ao encontro dos turcos, dissimulando sua marcha pelo maciço florestado de Feiloun.

Roger enviou em missão de reconhecimento um dos seus melhores cavaleiros: Teodoro de Barneville.

Teodoro voltou quase se alastrando. Os turcos estavam muito perto, do outro lado do bosque montando suas tendas.

Gautier nos relata a alegria épica do exército católico normando quando soube da surpresa que se preparava.

Roger deu o sinal de montar:
“Em nome de nosso Deus, às armas, cavaleiros!”

A relíquia do Santo Lenho foi exposta aos esquadrões que partiam em tromba rumo a Tell-Danith naquela madrugada de 14 de setembro do ano do Senhor de 1115.

Roger galopava à testa do centro, Balduíno du Bourg, conde de Edessa, comandava a ala esquerda. Na direita ia a cavalaria indígena dos turcopoles, recrutados na Síria franca.

Toda essa cavalaria caiu em cima dos turcos como um furacão. De início, o acampamento turco desguarnecido foi conquistado num instante.

Logo a seguir, os francos lançaram-se sobre as divisões turcas que chegavam dispersas e foram pegas de surpresa.

Boursouq com 800 cavaleiros tentou reagrupar os seus no morro de Tell Danith, mas a elevação foi tomada de assalto por Balduíno du Bourg e ao chefe turco só restou fugir.

Boursouq morreu de desgosto voltando para Hamadã.

O reino turco-árabe de Alepo caiu logo sob o protetorado de Roger.

Esta brilhante vitória valeu ao príncipe de Antioquia um prestígio inaudito no mundo muçulmano.

Sob o nome de Sirodjal (Senhor Roger) ele iria se imortalizar na legenda muçulmana do mesmo modo que Ricardo Coração de Leão.


(Autor: René Grousset, “L’epopée des croisades”, Perrin, Paris, 2002, cap. IV)


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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Suécia penetrada pelo Islã radical

O Islã entra desafiante nos países escandinavos
O Islã entra desafiante nos países escandinavos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Universidade de Defesa da Suécia quis saber mais sobre o salafismo, sombria crença que condensa a radicalização dos muçulmanos naquele país, informou por meio de uma cuidadosa resenha o Gatestone Institute.

Os salafistas dizem inspirar-se nas primeiras três gerações de seguidores de Maomé, ou “antepassados devotos”, muito mitificados, pois não há testemunho histórico deles.

Sua ideologia é de feitio moderno e está associada ao terrorismo de Al-Qaeda e aos postulados assassinos do ISIS.

Segundo o estudo, os salafistas rejeitam a sociedade ocidental em favor de um Islã “puro” que não sabem especificar bem qual é, mas no qual matar ‘infiel’ ou cristão é virtude.

O estudo não soube estimar quantos fanáticos desses há na Suécia, mas demonstra que evoluíram e se fortaleceram, principalmente na última década, em diversas cidades e localidades.

Os “salafistas – resume o estudo – defendem a segregação de gênero, exigem que as mulheres usem os véus islâmicos para limitar a 'tentação sexual', restringem o papel das mulheres na esfera pública e se opõem categoricamente a ouvir música e a determinadas atividades esportivas”.

Atentado terrorista com caminhão em Estocolmo fez 5 mortos e 15 feridos, em 7.4.2017.
Atentado com caminhão em Estocolmo fez 5 mortos e 15 feridos, em 7.4.2017.
Em poucas palavras, substituem as mais descabeladas ‘conquistas’ antinaturais e anticristãs das agendas LGBT pelo delírio oposto, porém mais feroz. Entre as duas pinças o cristianismo é esquartejado

Muitos salafistas instruem os muçulmanos a não fazerem amizade com os suecos, referindo-se a eles como “kufr” ou “infiel”, equiparáveis em direitos a um porco, animal de carne impura, segundo o Corão.

O pregador salafista Anas Khalifa salientou:

“Isso significa que se você se deparar com um cristão ou com um judeu, você o odeia em nome de Alá. Você sente ódio porque ele não acredita em Alá. Você quer do fundo da alma que ele ame Alá”.

Os salafistas dividiram geograficamente a Suécia entre si


Segundo o estudo, “os pregadores salafistas dividem sua da'wa (missão) em diferentes áreas geográficas”. Há um plano de conquista.

Passeatas islâmicas radicais vem aumentando na Suécia. Foto em Malmo.
Passeatas islâmicas radicais vem aumentando na Suécia. Foto em Malmo.
Em Borås, crianças muçulmanas não bebem a água da escola nem pintam com aquarelas porque dizem que a água é “cristã”.

A polícia informou que essas crianças disseram a seus colegas de classe que vão cortar suas gargantas e mostraram decapitações em seus celulares.

Há casos de “adolescentes que chegam às mesquitas no final de um dia na escola para se 'lavarem' após terem interagido com a sociedade não muçulmana”.

Um funcionário da saúde ressaltou: “Há uma rede que controla as mulheres para que não fiquem sozinhas com os funcionários da saúde.

“Elas não têm condições de dizer a ninguém o que lhes acontece. Muitas mulheres vivem numa situação pior que em seus países de origem”.

Trabalho ativo da Irmandade Muçulmana para multiplicar o número de ativistas na Suécia.
Trabalho ativo da Irmandade Muçulmana
para multiplicar o número de ativistas na Suécia.
Em Västerås, a influência religiosa se entrelaça com o crime.

“Se um bando entra numa mercearia e a mulher do caixa não estiver usando véu, eles pegam o que querem sem pagar, chamam a caixeira de 'prostituta sueca' e cospem nela”, disse um policial citado pelo estudo.

Sírios e curdos, donos de lojas e de restaurantes, são molestados, apesar de dizerem que sua religião não é o Islã.

Em Gotemburgo, salafistas proibiram os muçulmanos de votar nas eleições, dizendo: “No dia do julgamento vocês serão responsáveis por tudo que fizerem os políticos estúpidos nos quais votaram”.

“Numa seção eleitoral eles balançaram a bandeira do Estado Islâmico”, testemunhou um funcionário local.

Dos 300 muçulmanos suecos que se alistaram no ISIS na Síria e no Iraque, praticamente um terço saiu de Gotemburgo.

O pregador somali-canadense Said Regeah, ao discursar na Mesquita Salafista Bellevue, em Gotemburgo “chamou a atenção para a importância das pessoas nascerem 'puras' e que somente os muçulmanos são puros”.

Os estabelecimentos propriedade de não muçulmanos foram vandalizados com pichações a favor do Estado Islâmico e os donos sofreram ameaças de decapitação.

A fotomontagem revela como muitos veem o futuro da Suécia
A fotomontagem revela como muitos veem o futuro da Suécia
O emprego em um restaurante muçulmano é negado a quem não for religioso.

E como a sociedade sueca teme as represálias dos radicais, não ajuda aos muçulmanos não praticantes.

Na região da capital Estocolmo, os jihadistas (combatentes da ‘guerra santa’) salafistas podem somar 150 e estão concentrados na região de Järva, uma das “zonas proibidas” de Estocolmo.

Lá, jihadistas e delinquentes comuns se enfrentam pelo controle das redes do crime organizado e os muçulmanos aterrorizam os residentes.

Uma mulher ressaltou que os salafistas dominam empresas e mesquitas instaladas em subsolos e associações culturais.

Segundo ela, “os suecos não têm ideia do tamanho da influência do Islã político nos subúrbios”.

Os pregadores instruem as mulheres a não denunciarem os maridos que abusam delas. “As leis suecas não são cumpridas nos subúrbios”.

Escalada salafista na Suécia está ligada a mesquitas da "religião da paz"
Escalada salafista na Suécia está ligada a mesquitas da "religião da paz"

Cegueira oficial para o elo entre mesquitas e extremistas 


O estudo reprova as autoridades suecas por sua incapacidade de relacionar os islâmicos radicais com os “ambientes e mesquitas que moldam sua maneira de pensar e, em certos casos, facilitam o ímpeto de se juntarem a grupos mais radicais e violentos”.

O estudo cita o então Coordenador Nacional Contra o Extremismo Violento, para quem “a razão pela qual tanta gente sai da Suécia para se juntar ao Estado Islâmico ilustra a incapacidade das autoridades suecas (com exceção da polícia de segurança) de enxergarem que esse problema não apareceu do nada”.

Essa cegueira deliberada diante do terrorismo jihadista é partilhada também pelas autoridades europeias e ocidentais.

Mesquita em Estocolmo
revela crescimento de adeptos.
Elas pretendem que os ataques terroristas derivam de “doenças mentais”, e não do Islã.

Não se sabe bem por que qualificam o Islã, aliás, culposamente, de “religião de paz”.

O estudo exemplifica com uma menina muçulmana que queria tirar o véu para brincar de cabeleireira com outras crianças, mas os funcionários suecos não permitiram por respeito aos desejos dos pais.

Em outro caso, em uma pré-escola sueca, uma menininha não queria usar o véu, mas os funcionários suecos forçaram-na a usá-lo, “ainda que parecesse errado”, porque esse era o desejo dos pais.

Mesquita de Uppsala.
Mesquita de Uppsala.
Os funcionários da escola sueca também disseram que não sabem como agir quando as crianças querem comer e beber durante o Ramadã, visto que os pais as instruíram para jejuar.

O estudo é o primeiro na Suécia a finalmente reconhecer que há um problema.

Porém, o governo e os líderes políticos se recusam a ver a realidade.

Nesse caso, o estudo terá sido em vão, conclui Judith Bergman, advogada e analista política, autora da resenha do Gatestone Institute.



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