segunda-feira, 29 de junho de 2015

Europa no século XXI: pepineira de soldados da guerra santa do islã !

Três jihadistas franceses conclamam os muçulmanos da França para irem lutar na Síria,
em vídeo de propaganda do Estado Islâmico.



O jornal parisiense Le Figaro calculou que cerca de 1.600 franceses estão engajados nas fileiras da guerra santa islâmica e que mais de 100 deles já foram mortos.

Os mais recentes casos seriam dois adolescentes de 12 e 14 anos, que partiram para o Oriente há dois anos junto com a mãe, originária da região de Toulouse.

A jihad (guerra santa islâmica) em princípio é uma guerra divinamente enlouquecida e sem retorno. Os 100 islamitas que partiram da Franca e perderam a vida na Síria ou no Iraque foram recenseados pelos serviços antiterroristas gauleses.

A taxa de mortalidade dos jihadistas franceses é especialmente alta, talvez pelo fanatismo exibido, como também é alto o número de voluntários de Alá partidos do território francês que estão combatendo: 450 ainda estão lá e 260 teriam voltado para recrutar novos guerreiros.

Mais dois irmãos maiores de idade, originários de Trappes, departamento de Yvelines, na periferia de Paris, perderam recentemente a vida em combate.


Também foi identificado um jovem de Lunel, cidadezinha da região de Hérault, de onde partiram entre 10 e 20 jovens de 18 a 30 anos para a guerra assassina, sete dos quais já tombaram.

O mais recente falecido foi um dos autores de um atentado suicida triplo no posto de fronteira de Touraibil, entre o Iraque e a Jordânia.

O retorno dos combatentes do Corão é uma das maiores fontes de risco de atentados em território francês, dizem as autoridades. Entre os mais recentes projetos criminosos desfeitos pela polícia, quatro foram montados por militantes da jihad.

John, verdugo britânico do jornalista James Foley
John, verdugo britânico do jornalista James Foley
Vários parentes dos autores dos atentados de Paris que fizeram 17 vítimas mortais haviam partido para a guerra santa, e os próprios assassinos não ocultavam sua simpatia pelo Estado Islâmico.

A polícia também teme que o jovem Sid Ahmed Ghlam, preso quando se preparava para atacar pelo menos uma igreja na periferia parisiense, tenha sido teleguiado por um jihadista francês ativo na Síria.

Sid Ahmed Ghlam está indiciando pelo assassinato de uma mulher de 32 anos, perpetrado no percurso ao lugar do atentado. Na Franca estão abertos cerca de 125 processos antiterroristas ligados à Síria, e dos 166 suspeitos interrogados, 113 ficaram em detenção.

Os franceses seriam culpados por atrocidades cometidas na Síria e no Iraque. Os investigadores estão certos de que Sabri Essid, o homicida de Toulouse e Montauban, é o jihadista que aparece num vídeo do Estado Islâmico tendo a seu lado um sobrinho ainda criança que executa um homem com uma bala na testa e depois descarrega o pente sobre o cadáver.

Num outro vídeo do Estado Islâmico, os pesquisadores acreditam ter identificado dois convertidos franceses que degolam soldados sírios.

Um jovem estudante de Nice apresentou-se no vídeo da degola achando que por ser menor não seria imputado. Mas foi preso ao chegar à França.

O ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, atualizou o número de franceses envolvidos em grupos jihadistas elevando-o a 1.683, o que representa um aumento de 203% com relação a janeiro de 2014, informou a Veja.

Entre os 457 combatentes ativos fora da França há 137 mulheres e 80 menores, acrescentou o ministro. Cazeneuve acha que 213 já voltaram à França e 105 morreram nos combates, sendo oito deles em operações suicidas.

Alguns deputados falam em ampliar as medidas de segurança, mas as leis se revelam insuficientes para secar os mananciais de terroristas que a França produz.

Por sua vez, a polícia britânica acredita que mais de 700 cidadãos das ilhas viajaram para a Síria e que mais da metade já voltou para casa, onde agora representam uma ameaça terrorista significativa, informou a agência Reuters.

Combatentes britânicos da "guerra santa islâmica".
Combatentes britânicos da "guerra santa islâmica".
Mark Rowley, principal autoridade no combate ao terrorismo do país, mencionou a prisão recorde, neste ano, de 338 pessoas relacionadas com delitos de terrorismo, um aumento de um terço em relação a 2013.

Das pessoas presas no ano passado, 11% eram mulheres e 17% tinham menos de 20 anos.

“[O Estado Islâmico] e outros grupos terroristas estão tentando direcionar ataques na Grã-Bretanha, incentivando cidadãos britânicos a viajarem para a Síria a fim de lutar e treinar, e estão procurando, através de sua propaganda, provocar indivíduos na Grã-Bretanha a realizar ataques violentos aqui”, afirmou Rowley.

Em agosto passado, as autoridades britânicas aumentaram o alerta de terrorismo para seu segundo nível mais alto, o que significa que um ataque é altamente provável. Os agentes de segurança alertaram repetidamente sobre o perigo dos veteranos de batalhas na Síria que voltam para casa.

E ainda há quem fale mal das Cruzadas.



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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Infidelidades dos cruzados põem em risco o reino de Jerusalém

Reynaud de Chatillon cruzado intrépido mas discolo, por imprudência desperdiçou muitas de suas empresas e pôs em risco o reino cristão
Reynaud de Chatillon cruzado intrépido mas discolo,
por imprudência desperdiçou muitas de suas empresas
e pôs em risco o reino cristão



Mas, enquanto de um lado impeliam seus inimigos para além do deserto, novos perigos ameaçavam-nos do lado da Síria. Nur al-din, à força de lisonjas e de promessas, se tornara senhor de Damasco e essa cidade fazia-o temível a todos os povos das vizinhanças.

Entretanto (ano 1154) as colônias cristãs ficaram por algum tempo num estado de inação que parecia paz.

O único acontecimento notável dessa época, foi a expedição de Renaud de Chatillon, Príncipe de Antioquia, à ilha de Chipre.

Renaud e seus cavaleiros precipitaram-se de improviso sobre uma população pacífica e desarmada.

Aqueles guerreiros bárbaros, não respeitavam as leis, nem da religião, nem da humanidade e saquearam as cidades, os mosteiros e as igrejas, e voltaram a Antioquia carregados de despojos de um povo cristão.

Renaud tinha empreendido essa guerra ímpia, para se vingar do imperador grego, que ele acusava de não ter mantido suas promessas.

Ao mesmo tempo, no ano 1156, o Rei de Jerusalém fez uma excursão que não feria menos as leis da justiça.

Algumas tribos árabes tinham obtido dele e de seus predecessores a faculdade de dar pastagem a seus rebanhos na floresta de Panéias. Há muitos anos eles viviam em perfeita segurança, confiando na fé dos tratados.

De repente Balduino e seus cavaleiros apareceram de espada na mão, atacando aqueles pastores desarmados; massacraram os que resistiram, dispersaram os demais e voltaram a Jerusalém com os rebanhos e os despojos dos árabes.

Morte de Reinaldo de Châtillon (Historia de Guilherme de Tiro, folio 399).
Morte de Reinaldo de Châtillon (Historia de Guilherme de Tiro, folio 399).
Balduino III foi levado a essa ação culpável pela necessidade de pagar as dívidas a que não podia satisfazer, com os recursos ordinários.

Guilherme de Tiro, não condena menos a Balduino e acha justo o castigo dessa iniquidade, que ele sofreu, em seguida, com a derrota de que foi vítima perto do vão de Jacó.

Atacado por Nur al-din, ele ficou quase sozinho no campo de batalha, e refugiou-se através dos maiores perigos na fortaleza de Safet, construída num monte à direita do Jordão.

Quando a notícia desse desastre espalhou-se pelas cidades dos francos, os fiéis, cobertos de luto, correram para junto dos altares, repetindo as palavras do Salmista: Domine, salvum fac regem, Senhor, salvai o rei.

O céu não rejeitou as orações do povo desolado e Balduino foi depois recebido entre seus súditos, que o julgavam morto.

(Autor: Joseph-François Michaud, “História das Cruzadas”, vol. II, Editora das Américas, São Paulo, 1956. Tradução brasileira do Pe. Vicente Pedroso, páginas 414-433)



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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Cruzados quase perdem a cidade de Ascalon
que praticamente tinham conquistado

Mapa político do Próximo Oriente em 1135 com os estados cruzados
Mapa político do Próximo Oriente em 1135 com os estados cruzados



Os latinos, muitas vezes dirigiram seus exércitos contra Ascalon, o baluarte mais firme do Egito, do lado da Síria.

O rei Balduino III, seguido por seus cavaleiros, se havia dirigido àquele lugar, com a intenção de devastar seu território. A aproximação dos cristãos suscitou o terror entre os habitantes, o que inspirou ao rei de Jerusalém a determinação de sitiar a cidade.

Mandou imediatamente mensageiros a todas as cidades cristãs, comunicando sua empresa, inspirada por Deus e rogando aos guerreiros que se reunissem ao exército.

Barões e cavaleiros acorreram imediatamente; os prelados e os bispos da Judéia e da Fenícia, vieram também tomar parte na santa expedição; o patriarca de Jerusalém ia-lhes à frente, levando a verdadeira cruz de Jesus Cristo.

A cidade de Ascalon erguia-se em círculo à beira-mar e tinha do lado da terra, muralhas e torres inexpugnáveis; todos os habitantes estavam exercitados na arte da guerra, e o Egito, que tinha grande interesse na conservação daquela praça, para lá mandava quatro vezes por ano, víveres, armas e soldados.

Enquanto o exército cristão atacava as muralhas da cidade, uma frota de quinze navios com esporões, comandada por Geraldo de Sidon, secundava os esforços dos companheiros.

A abundância reinava no acampamento dos cristãos; a disciplina era severamente observada, vigiava-se dia e noite.

A vigilância não era menor entre os sitiados; os chefes não deixavam as muralhas, encorajando sem cessar os soldados; e, para que a cidade não fosse atacada no meio das trevas, lanternas de vidro suspensas nas amei as das torres, mais elevadas, difundiam, durante a noite, uma luz semelhante à do dia.

O cerco durou dois meses, quando, nas proximidades da festa da Páscoa, desembarcou nos portos de Tolemaida e de Joppé um grande número de peregrinos do Ocidente.

Os chefes do exército reuniram-se e determinaram que os navios chegados da Europa, seriam retirados por ordem do rei e que se convidariam os peregrinos a vir ajudar seus irmãos no cerco de Ascalon.

Balduino III
Balduino III
Uma multidão dos recém-chegados, correspondeu às esperanças que se depositavam na sua piedade e na sua bravura e acorreu ao acampamento dos cristãos; vários navios prepararam-se também sob o comando de Geraldo de Sidon.

Todo o exército exultou de alegria à sua chegada. Então, não se duvidou mais da vitória.

Construíram, com madeira tirada dos navios, um grande número de máquinas e dentre outras, uma torre rolante, de grande altura, semelhante a uma fortaleza com sua guarnição.

Empurrada para junto das muralhas, causou espantosos prejuízos à cidade. Todas as máquinas trabalhavam ao mesmo tempo, umas atirando pedras, outras derrubando as muralhas; os assaltos, os combates sanguinolentos, renovavam-se sem cessar.

Havia-se passado cinco meses desde o princípio do cerco e as forças do inimigo estavam enfraquecendo, quando uma frota egípcia de setenta navios, entrou no porto de Ascalon, trazendo reforços e todos os socorros de que a cidade necessitava.

A coragem dos sitiados reanimou-se com seu número; no entanto, o ardor dos cristãos não arrefecia, seus ataques eram mais frequentes e mais violentos; sua torre móvel, que nada podia atingir, espalhava todos os dias mais terror entre os infiéis.

Por fim, estes determinaram destruir aquela máquina formidável; lançaram entre a torre e a muralha uma grande quantidade de madeira, sobre a qual puseram óleo, enxofre e outras matérias combustíveis; em seguida atearam-lhe fogo.

Mas o vento, que vinha do Oriente, em vez de levar as chamas contra a torre, atirou-as contra a cidade; o incêndio durou todo o dia e toda a noite e como o vento não mudou de direção, as pedras das muralhas ficaram calcinadas pelo fogo.

No dia seguinte, ao raiar da aurora, o muro inteiro caiu com enorme fracasso; os guerreiros cristãos acorreram ao barulho, levando, porém, suas armas; Ascalon ia, por fim, cair em seu poder: um incidente singular veio, no entanto privá-las da vitória.

Os templários já tinham entrado na praça e, para sozinhos se apoderarem dos despojos do inimigo, haviam postado sentinelas na brecha, encarregadas de afastar todos os que se apresentassem para segui-las.

Enquanto eles se espalhavam pelas ruas e saqueavam as casas, os inimigos perceberam-lhes o pequeno número, admirando-se ter fugido.

Os soldados e os habitantes reúnem-se, voltam à luta e os templários dispersos, caem sob os golpes dos adversários, ou fogem pela brecha, cuja passagem haviam interditado aos companheiros de armas.

Perdendo a esperança de se apoderar da cidade, oprimidos pelos muçulmanos, que um ardor novo animava, os cristãos retiraram-se tristes e confusos, para seu acampamento.

O Rei de Jerusalém convocou imediatamente os prelados e os barões e perguntou-lhes com voz comovida, que partido se deveria tomar em tão triste conjuntura.

Ele, bem como os principais chefes dos guerreiros, perderam a esperança da conquista de Ascalon, e propunha abandonar o cerco.

O patriarca e os bispos, cheios de confiança na divina bondade, opunham-se à retirada, e, para firmar sua opinião, invocavam as passagens da Escritura, nas quais Deus promete socorrer os que combatem e sofrem por sua causa.

A opinião do patriarca e dos prelados prevaleceu em seu conselho e prepararam-se então novos ataques; no dia seguinte o exército cristão apareceu de novo ante as muralhas, excitado pelas exortações dos padres e pela presença da verdadeira cruz.

Durante todo o dia, combateu-se de ambos os lados com igual ardor; mas as perdas dos muçulmanos foram mais que as dos cristãos; pediam tréguas, para sepultar os mortos.

Vendo o grande número de guerreiros que tinham perdido, os infiéis desanimaram, novamente; o aspecto das muralhas caídas, aumentava-lhes a tristeza; boatos sinistros, vindos do Cairo, não lhes davam mais esperanças de socorro da parte do califa do Egito.

De repente todo o povo rompeu numa gritaria tumultuosa; pedia em grandes gritos que se pusesse um fim àquela guerra.

“Homens de Ascalon, exclamavam aqueles cuja multidão desesperada parecia invocar as autoridades em seu socorro, nossos pais morreram combatendo os francos, seus filhos por sua vez, morreram, também, sem esperanças de vencer uma nação de erro.

“As areias inúteis deste mar e essas ruínas que nos deram para defender nos mostram por toda a parte, fúnebres imagens; essas muralhas, elevadas no meio das províncias cristãs, são para nós como sepulcros, numa terra estrangeira.

“Voltemos ao Egito, deixemos aos inimigos uma cidade que Deus feriu com sua maldição”.

A multidão chorando aplaudiu estas palavras e ninguém mais quis pegar em armas; os enviados foram escolhidos para ir ao acampamento dos cristãos e propor ao Rei de Jerusalém, a capitulação.

Ofereciam-se para abrir aos cristãos as portas da cidade, com a única condição de que os habitantes teriam a possibilidade de se retirar, dentro de três dias com suas bagagens e seus bens.

Enquanto os sitiados tomavam uma resolução ditada pelo desespero, a lembrança dos últimos combates espalhava ainda a tristeza e o luto no exército cristão.

Os enviados vieram ao acampamento, sem que se pudesse suspeitar do objetivo de sua missão. Foram levados à presença dos chefes, e numa atitude suplicante, comunicaram a capitulação determinada.

A essa notícia inesperada, todo o conselho ficou quase fora de si de estupefação, tanto que, quando se perguntou aos barões e aos prelados a sua opinião, nenhum deles teve palavras para responder e todos se puseram a agradecer a Deus, derramando lágrimas de alegria.

Poucos dias depois, o estandarte da cruz flutuava sobre as muralhas de Ascalon e o exército aplaudia com gritos de júbilo uma vitória que considerava como um milagre do céu.

Os muçulmanos abandonaram a cidade antes do terceiro dia: os cristãos tomaram posse da mesma e consagraram a grande mesquita ao apóstolo São Paulo.

A conquista de Ascalon oferecia-lhes imensa vantagem, porque lhes abria o caminho para o Egito e fechava aos egípcios a passagem para a Palestina.

(Autor: Joseph-François Michaud, “História das Cruzadas”, vol. II, Editora das Américas, São Paulo, 1956. Tradução brasileira do Pe. Vicente Pedroso, páginas 332-343)



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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Bispo nigeriano: o terço derrotará o Islã

D. Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria:
o terço está nos dando a vitória contra o terrorismo do Islã




Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, nordeste do estado de Borno, na Nigéria, disse ter visto Cristo lhe oferendo uma espada para combater a organização islâmica Boko Haram (figurativamente = “a educação ocidental ou não-islâmica é um pecado”), que aterroriza o país. Ele narrou o fato à agência Catholic News Agency.

Quando ele pegou a espada, ela se transformou no Terço de Nossa Senhora. O Terço é o instrumento chave para afastar o terrorismo islâmico do país. Ele deve ser rezado até que o islamismo desapareça da Nigéria, explicou.

Fato análogo aconteceu na Áustria, ocupada pelos soviéticos após a II Guerra Mundial: a cruzada de orações do Rosário foi tão bem sucedida que os invasores comunistas abandonaram o país que haviam dominado com seus tanques e suas botas.

Dom Olivier estava rezando o Rosário diante do Santíssimo Sacramento na sua capela pessoal quando teve a visão.

Segundo ele, Jesus de início nada disse, mas lhe ofereceu a espada. “Assim que peguei no gládio, ele se transformou num terço” e Jesus repetiu três vezes: “O Boko Haram irá embora”.
“Não preciso de um profeta que me dê a explicação. É claro que com o Terço nós seremos capazes de expelir o Boko Haram”, acrescentou.

Quando Dom Olivier assumiu a diocese em 2009, ela contava com 125.000 católicos. Porém, após a explosão de violência islâmica, entre 50 e 60 mil migraram para regiões mais seguras da Nigéria.

Agora, a maioria está voltando à medida em que o exército da Nigéria, do Chade e dos Camarões está retomando o controle do território.

Dom Olivier lembrou que também os romanos acharam
que acabariam com a Igreja matando e queimando.
Mas não adiantou de nada
A Igreja esta fundada sobre a Pedra que é Pedro.
Em 2014, os islâmicos do Boko Haram, que aplicam o Corão ao pé da letra, sequestraram 300 meninas numa escola estadual. Em março de 2015, mataram 54 pessoas e feriram cerca de 150, em cinco atentados suicidas na capital do estado de Maidaguri, onde reside o bispo.

Os muçulmanos assassinaram 1.000 pessoas na Nigéria nos últimos três meses, segundo Human Rights Watch, e mais de 6.000 cidadãos foram mortos pelos asseclas de Maomé desde 2009.

Dom Olivier tem uma intensa devoção pela Mãe de Cristo e diz: “Eu nunca brinco com ‘minha mãe Maria’. Eu sei que ela está aqui conosco”.

Ele não é o único bispo a depositar o futuro da Nigéria nas mãos de Nossa Senhora. A própria Conferência Episcopal consagrou o país duas vezes à Mãe de Deus nos últimos anos.

O bispo está certo de que, graças à intercessão d’Ela, a diocese vai se recuperar inteiramente.

“Esses terroristas… acham que queimando nossas igrejas, incendiando nossas instalações vão destruir o catolicismo. Nunca!”, exclamou Dom Olivier.

“Poderá levar alguns meses ou alguns anos... mas no fim ‘o Boko Haram irá embora’”, acrescentou, ecoando as palavras da visão.

Ele sublinhou à agência Catholic News Agency que “a oração, especialmente a recitação do Terço, é o que nos libertará dos flagelos desse demônio do terrorismo. E, certamente, já está produzindo esse fruto”, mencionando as localidades onde os terroristas estão em retirada.

Qualquer que seja a opinião que se possa ter da visão descrita pelo bispo, um fato é certíssimo: se o episcopado tomasse uma iniciativa séria, metódica, que engajasse a população na devoção assídua e fervorosa do Terço, todas as portas da esperança estariam abertas.

Inclusive no Brasil! Mas onde estão esses bispos?


Video: Mons. Oliver Dashe Doeme: "na Nigéria temos o demônio de Boko Haram" (Boko Haram = "a educação ocidental ou não-islâmica é um pecado")





GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Nur ad-Din: exemplo de despota islâmico
zelota contra o cristianismo

Nur al-din, Sultão de Damasco, foge num animal de carga dos cavaleiros Godfrey Martel e Hugh de Lusignan o Velho
Nur al-din, Sultão de Damasco, foge num animal de carga
dos cavaleiros Godfrey Martel e Hugh de Lusignan o Velho



Nur ad-Din, filho de Zenghi, que se havia apoderado da cidade de Edessa, antes da segunda Cruzada, tinha herdado as conquistas de seu pai e as tinha aumentado com seu valor.

Ele foi educado por guerreiros que tinham jurado derramar seu sangue pela causa do profeta; quando ele subiu ao trono, lembrou a austera simplicidade dos primeiros califas.

“Nur ad-Din, diz um poeta árabe, unia o heroísmo mais nobre à mais profunda humildade. Quando ele orava no templo, seus súditos julgavam ver um santuário em outro santuário.”

Ele encorajava as ciências, cultivava as letras, e procurava fazer florescer a justiça nos seus territórios.