segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A polícia de Colônia desvenda finalmente
a inaudita onda de crime do Ano Novo

Onda de agressões sexuais e saques no Ano Novo em Colônia
Onda de agressões sexuais e saques no Ano Novo em Colônia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Sete meses após as agressões sexuais e rapinas de massa praticadas no fim do ano passado em Colônia e em outras cidades alemãs por imigrantes maometanos, pode-se conhecer toda a extensão da agressão coletiva, informou “Slate”.

O relatório da polícia alemã, agora divulgado, constata que cerca de 2.000 homens agrediram sexualmente aproximadamente 1.200 mulheres na noite de Ano Novo.

O número oficialmente reconhecido é quase o dobro das 600 ocorrências por delitos sexuais fornecido pela polícia e autoridades alemãs nos dias dos crimes.

O relatório foi publicado pelo jornal Süddeutsche Zeitung e ecoado pelo Washington Post. Nele está registrado que a polícia estima que houve 600 agressões sexuais somente em Colônia, por volta de 400 em Hamburgo, e que foram identificados 120 suspeitos.

Apenas dois homens foram condenados em juízo, mas ainda há vários processos em andamento, segundo o Washington Post.

A divulgação do balanço policial gerou muita polêmica, pois está ficando cada vez mais claro que o governo alemão praticou uma forma de ocultação dos fatos para não comprometer sua política de favorecimento das invasões islâmicas sob a forma de “Islã pacífico”.

O procedimento do governo de Bonn e da própria polícia vem sendo fortemente criticado.

Acresce-se que é mais ou menos certo que muitos agressores não serão condenados, segundo deduziu Holger Münch, presidente da polícia federal alemã: “Nós devemos aguardar que numerosos crimes jamais serão objeto de inquérito algum”, disse.

Wolfgang Albers, chefe da polícia de Colônia agora suspenso, reconheceu
o encobrimento da onda de ataques sexuais tal vez pressionado por mais altos poderes.
No dia 1º de janeiro, às 8h57, em seu site da Internet, a polícia informava que a noite da São Silvestre tinha transcorrido “calmamente”, “como no ano passado”.

Foi só três dias depois, em 4 de janeiro, que o abafamento dos delitos apareceu em toda a sua crueza. Nessa data, após um terremoto nas redes sociais, a polícia concordou em fazer uma conferência de imprensa sobre a onda de agressões.

“É uma nova dimensão da violência, jamais vimos coisa como essa”, declarou Arnold Plickert, presidente do sindicato da polícia de Renânia-do-Norte-Vestefália. A declaração permite mensurar a dimensão criminosa desencadeada pelos imigrantes islâmicos, mas não explica o abafamento dos fatos.

No dia 8 de janeiro, o chefe da polícia de Colônia, Wolfgang Albers, foi suspenso de suas funções por disposição do Ministério do Interior do governo estadual de Renânia-do-Norte-Vestefália, por causa da inação de seus serviços e do longo tempo que levou para informar os fatos.

Entrementes, prosseguem os crimes de sangue cometidos pelos “asilados” islâmicos, que agem como invasores em terra conquistada, causando mortes e semeando terror num país outrora sede dessa joia da Cristandade que foi o Sacro Império Romano Alemão.



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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A vitória heroica e quase miraculosa quando tudo parecia perdido

Jan Sobieski III, rei da Polônia chegou na hora certa para esmagar os turcos nas portas de Viena
Jan Sobieski III, rei da Polônia chegou na hora certa para esmagar os turcos nas portas de Viena
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: Batalha de Viena: a investida das trevas islâmicas



O exército da Santa Liga

João Sobieski havia demorado um tanto para sair de Cracóvia. Afinal, graças ao dinheiro enviado pelo Bem-aventurado Inocêncio XI, foi possível aos poloneses partirem sem mais atraso.

O rei polonês conduzia consigo 25 mil homens, como também seu filho, Tiago Luís de 16 anos, para que o jovem nesta luta alcançasse glória e títulos para lhe suceder.

Finalmente, os poloneses conseguiram reunir-se com os soldados imperiais na cidade de Hollabrunn na noite de 6 de setembro. Juntos atravessaram o rio Danúbio rumo a Viena.

No dia seguinte, o príncipe eleitor da Saxônia, Jorge III, atravessou a ponte com seus 11.000 homens. A seguir, o príncipe Jorge Frederico de Waldeck-Eisenberg com seus 8.400 homens da Francônia e da Suábia.

Por último, atravessou o Danúbio Carlos de Lorena com o restante das tropas imperiais. Em 8 de setembro reuniu-se ao exército cristão o príncipe eleitor Maximiliano II Emanuel, de 24 anos.

Acompanhavam-no 11.300 bávaros, homens valentes comandados por um chefe sedento de façanhas. As forças cristãs contavam agora com 38 mil infantes e 46 mil cavaleiros. Considerável número de 84 mil homens com 186 peças de artilharia.

Leopoldo I, herdeiro de uma longa estirpe de imperadores, podia prescindir da glória dos combates. Em vista disso, enviou a Sobieski o precioso bastão de comando.

O capuchinho Beato Marco de Aviano foi o herói da resistência moral ao inimigo da religião
O capuchinho Beato Marco de Aviano
foi o herói da resistência moral ao inimigo da religião
Entre os forasteiros de nome ilustre que se associaram à causa do imperador e da Cristandade havia um jovem de 19 anos, cujos olhos vivos e cheios de fogo permitiam a bom conhecedor notar uma vida espiritual profunda.

Aquela era a primeira batalha em que tomaria parte o príncipe Eugênio de Sabóia, destinado a brilhar futuramente como um dos maiores generais da História.

Em sinal de que não se tratava de uma luta no plano exclusivamente temporal, mas de religião, uma grande bandeira vermelha com uma cruz branca tremulava no acampamento cristão.

Apresentando-se Carlos de Lorena a Sobieski durante a madrugada para receber suas últimas ordens, ambos se dirigiram ao altar, seguidos pelos demais príncipes.

Um frade capuchinho italiano, Beato Marco d’Aviano, que gozava de fama de santidade e de visão profética do futuro, celebrou a Santa Missa.

Frei d’Aviano fora enviado pelo próprio Papa, para levar-lhes sua bênção e inflamar os combatentes com sua eloquência.

O próprio Sobieski foi o acólito nessa Santa Missa. O sacerdote deu logo a comunhão ao rei, aos príncipes e a bênção ao exército, dizendo:

“Em nome do Pai vos digo que a vitória é vossa, se tiverdes confiança em Deus”.

Após a cerimônia litúrgica, Sobieski fez seu filho ajoelhar-se e o armou cavaleiro. Todos tinham em mente não estar lutando por uma cidade, mas sim por toda a Cristandade.

E, com o brado de “Deus é nosso auxílio!”, foi dado o sinal de combate.

A grande batalha por Viena

Os turcos contavam com 170 mil guerreiros e dispunham de divisões estacionadas na Hungria. Mas a notícia da chegada dos exércitos da Santa Liga espalhou o terror entre os islamitas.

Kara Mustafá decidiu então: enquanto a maior parte dos turcos lutaria contra os exércitos cristãos dos salvadores, outra parte prosseguiria o ataque contra a cidade.

Os contendores se armaram para a luta decisiva. No dia da batalha — num domingo de 12 de setembro de 1683 — às cinco horas da manhã os canhões troaram.

A montanha de onde provinham os cristãos parecia toda em movimento. Ao som das músicas dos regimentos, os católicos desceram em espessas fileiras com passos lentos, devido às dificuldades do caminho.

A resistência dos turcos foi desesperada. Por duas vezes as fileiras muçulmanas foram rechaçadas e duas vezes avançaram novamente.

A batalha, sangrenta e encarniçada, durou oito horas. Somente às seis horas da tarde, quando o exército cristão conseguiu um decisivo avanço, os inimigos empreenderam a fuga.

Os turcos só não foram aniquilados porque os cristãos, extremamente cansados, se detiveram. O acampamento otomano foi então saqueado.

Os despojos da vitória

Tenda de Kará Mustafá e uniforme dos guardas do Pachá capturada em Viena. Museu Czartoryski, Cracóvia
Tenda de Kará Mustafá e uniforme dos guardas do Pachá
capturada em Viena. Museu Czartoryski, Cracóvia
João Sobieski, em carta a sua esposa, comentou:

“Deus seja para sempre bendito, pois nos deu a vitória. Todo o acampamento muçulmano com imensos tesouros caiu em nossas mãos...

“O Grão-Vizir, em sua fuga, abandonando tudo, levando consigo somente sua roupa e seu cavalo, fez-me seu herdeiro... Apoderei-me de todas as bandeiras que se levam diante do Vizir.

“A grande bandeira de Maomé eu a mandei enviar por Talenti ao Santo Padre... Os Turcos abandonaram também, em sua fuga, muitos prisioneiros do país, especialmente mulheres, embora tenham tentado matar todos que puderam”.

Também o bispo de Neusdadt, conde Leopoldo de Kolinitsch, foi ao acampamento: ele congregou 500 crianças cristãs resgatadas e cuidou de seu sustento e educação.

Em 13 de setembro Sobieski entrou na cidade. Chegando à igreja dos agostinianos, o rei polonês se ajoelhou para rezar e logo entoou o Te Deum, sendo acompanhado por todos.

“Houve um homem enviado por Deus que se chamava João” (Jo 1,6), muitos exclamaram, repetindo a frase do Apóstolo São João.

Foi um dos dias mais belos de sua vida: conquistara uma grande vitória e Viena havia sido uma vez mais a barreira contra os bárbaros maometanos do Oriente.

O júbilo da vitória católica empolgou toda a Europa. Inocêncio XI derramou lágrimas de alegria. Uma iluminação geral de Roma, a Cidade Eterna, solenizou o acontecimento.

Em agradecimento, o Papa transferiu para o dia 12 de setembro a festa do Santíssimo Nome de Maria.

No entanto, o invasor muçulmano não havia perdido senão uma batalha. Era preciso dar continuidade à luta, exortou o Bem-aventurado Inocêncio XI.

Também era desejo de Sobieski prosseguir a existência da Santa Liga.



O Islã vs a Cristandade. Viena: a batalha de 1683



Principal fonte consultada: Historia Universal, Juan Baptiste Weiss, Editora Tipografia La Educación, Tradução da 5° edição alemã, Barcelona, 1930, Vol. XI, p. 869 a 891.


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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Imã na igreja: grave ofensa à fé e à razão

Na Basílica de Santa Maria in Trastevere (Roma),  os líderes islâmicos convidados pela Santa Sé Ben Mohamed e Sami Salem,  de costas para o Evangelho, falaram e fizeram orações do Islã ofensivas contra os cristãos…
Na Basílica de Santa Maria in Trastevere (Roma),
os líderes islâmicos convidados pela Santa Sé Ben Mohamed e Sami Salem,
de costas para o Evangelho, falaram e fizeram orações do Islã ofensivas contra os cristãos…
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.






O presidente da Conferência Episcopal Italiana, cardeal Dom Angelo Bagnasco, criticou aqueles católicos que se mostraram perplexos e, em muitos casos, indignados pelo convite feito aos muçulmanos para rezarem nas igrejas italianas no domingo, dia 31 de julho: “Verdadeiramente não compreendo por quê. O motivo não me parece de fato existente”.

Segundo ele, a participação de milhares de muçulmanos na oração diante do altar pretende ser “uma palavra de condenação e uma tomada de distância absoluta da parte de quem — não somente os muçulmanos — não aceita qualquer forma de violência”.

Na realidade, como observou Mons. Antonio Livi no site La nuova Bussola quotidiana, a participação dos muçulmanos nas cerimônias litúrgicas na Itália e na França foi ao mesmo tempo um ato sacrílego e insensato.

Sacrilégio porque as igrejas católicas, ao contrário das mesquitas, não são centros de conferências ou de propaganda, mas locais sagrados, onde se rende o do culto de adoração a Jesus Cristo, realmente presente “em corpo, sangue, alma e divindade” na Eucaristia. 

Se se julgava necessário um encontro para condenar a violência, tal ato político poderia realizar-se em qualquer outro lugar, mas não na Casa de Deus, que para o Papa e os bispos italianos só pode ser do único e verdadeiro Deus em três Pessoas, combatido pelo Islã militarmente ao longo dos séculos.

Em Roma, na Basílica de Santa Maria in Trastevere, estavam sentados na primeira fila três imãs da Capital, dois dos quais — Ben Mohamed Mohamed e Sami Salem — falaram do púlpito, citando várias vezes o Alcorão.

Mas deram as costas ao Evangelho durante a homilia e sussurraram uma oração muçulmana enquanto os católicos recitavam o Credo.

Na catedral de Bari, o pretenso Imã Sharif Lorenzini recitou em árabe a primeira Sura do Alcorão, que condena a incredulidade dos cristãos com estas palavras:  

“Mostra-nos o caminho reto, o caminho daqueles a quem favoreceste, e não o daqueles que foram objeto de tua ira, nem daqueles que se desviaram.” 

O que aconteceu foi também um ato desarrazoado, pois não há nenhum motivo para incentivar os muçulmanos a rezar e fazer sermões em uma igreja católica.

A iniciativa dos bispos italianos e franceses induz os fiéis a crer que o Islã enquanto tal é isento de qualquer responsabilidade na estratégia do terror, como se não fosse em nome do Alcorão que muçulmanos fanáticos mas coerentes massacram cristãos no mundo.

A resposta do Estado Islâmico: “Arrebentaremos vossas Cruzes” (revista Dabiq, número 15).
A resposta do Estado Islâmico: “Arrebentaremos vossas Cruzes”
(revista Dabiq, número 15).
Negar, como o fez o Papa Francisco, que a guerra em curso seja religiosa, seria como negar que na década de setenta as Brigadas Vermelhas conduziram uma guerra política contra o Estado italiano.

A motivação dos terroristas do Estado Islâmico é religiosa e ideológica e usa como pretexto uma série de versos do Corão. 

Em nome deste, dezenas de milhares de católicos são perseguidos em todo o mundo, do Oriente Médio à Nigéria e desta à Indonésia.

Enquanto o novo número de Dabiq, a revista oficial do Califado, convida seus militantes a destruir a Cruz e matar os cristãos, a Conferência Episcopal Italiana exime a religião maometana de qualquer responsabilidade, atribuindo os massacres dos últimos meses a poucos extremistas.

É precisamente o contrário: foi só uma minoria (23.000 dos mais de dois milhões de islâmicos oficialmente registrados) a proporção de muçulmanos que aderiram à insensata iniciativa promovida pela Conferência Episcopal Italiana.

Devemos reprovar a maioria que rejeitou o convite ou, antes, acusar de hipocrisia os que o aceitaram?

Pois não há nenhum motivo para os muçulmanos — cuja religião não é só diferente, mas antitética da fé católica — virem rezar e pregar em uma igreja católica, ou convidarem os católicos a pregar e rezar em suas mesquitas.

O que aconteceu em 31 de julho é, sob todos os aspectos, uma ofensa grave à fé e à razão.


(Fonte: “Il Tempo”, Roma, 3-8-16. Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana).



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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Carta de São Bernardo incitando franceses e bávaros
a partirem para a II Cruzada

São Bernardo de Claraval, igreja de Zwettl, ©Wolfgang Sauber.
São Bernardo de Claraval, igreja de Zwettl, ©Wolfgang Sauber.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Com sua grande oratória, São Bernardo de Claraval, Doutor da Igreja, um dos maiores doutores do seu tempo, pregou a II Cruzada aos franceses e aos alemães.

Ele expõe o perigo que corre a Terra Santa. Ele começa mostrando a ofensa feita a Deus pelo fato da terra sagrada cair na mão dos adversários da Fé. Depois ele mostra que ali se deu a Encarnação do Verbo, a pregação de Nosso Senhor Jesus Cristo e toda a vida dEle.

E prova que cada um desses dados por si só bastaria para tornar maldito o povo que pretendesse conquistar a Terra Santa.

Depois ele mostra que não só tentam conquistá-la, mas destruí-la, que os maometanos são selvagens e as relíquias do tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo estão ameaçadas de destruição.

O pensamento se estabelece com lógica. São Bernardo, conhecendo a miséria humana, interpela os guerreiros. Que fazeis, bravos soldados, diante disto? Vós não fazeis nada? Vós tendes muitos pecados, é preciso expiá-los e a ocasião é muito boa. Então fazei essa penitência, ide às Cruzadas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Muçulmanos tornam-se cristãos e ingressam na “Igreja das Catacumbas” no Oriente… e no Ocidente!

Convertidos entram na 'Igreja das Catacumbas' para não serem mortos pelo Islã.
Convertidos entram na 'Igreja das Catacumbas' para não serem mortos pelo Islã.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande mídia fala muito pouco, mas um número crescente de refugiados muçulmanos na Europa está se convertendo ao cristianismo, escreveu o jornal britânico “The Guardian”, citado pelo site “Aleteia”.

Na Áustria, por exemplo, só no primeiro trimestre de 2016 a Igreja Católica registrou 300 pedidos de batismo de adultos, 70% dos quais eram refugiados.

Os fiéis da igreja da Trindade, em Steglitz, Berlim, aumentaram há dois anos de 150 para 700, devido, segundo o pastor Gottfried Martens, às conversões de muçulmanos.

Em Liverpool, Inglaterra, a maioria das cerca de 100 a 140 pessoas que assistem à missa semanal em língua farsi é constituída por imigrantes do Irã e do Afeganistão. Um em cada quatro deles é convertido do islã, conforme levantamento realizado pelo bispo de Bradford, Dom Toby Howarth.

A conversão é uma questão delicada, porque o Corão rotula de apóstatas aqueles que se tornam cristãos e manda matá-los.

Por outro lado, nos círculos eclesiásticos católico-progressistas há muito medo de falar sobre o assunto, para não ofender o “ecumenismo”! Muitas almas que procuram Jesus Cristo são afastadas das igrejas como cães sarnentos para evitar complicações com o bispo ou o imã local!

Uma vez que massas islâmicas invadem a Europa, chegou a hora de os religiosos com verdadeira fé tomarem a iniciativa e pregar-lhes o Evangelho com ensinamentos e exemplos de vida.

domingo, 31 de julho de 2016

Dói o silêncio do Papa

No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico. Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico.
Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
Roberto de Mattei
(1948 - )
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especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.




O primeiro mártir do Islã em terra da Europa tem um nome.

É o padre Jacques Hamel, assassinado enquanto celebrava a Santa Missa no dia 26 de julho, na igreja paroquial de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia.

Dois muçulmanos exaltando o Islã invadiram a igreja, e depois de tomar alguns fiéis como refém, degolaram o celebrante e feriram gravemente outro fiel.

Sobre a identidade dos agressores e o ódio anticristão que os moveu não pairam dúvidas.

Em sua agência de notícias Amaq, o Estado Islâmico definiu os dois assaltantes de “nossos soldados”.

O nome de Jacques Hamel se soma ao de milhares de cristãos que todos os dias são queimados, crucificados, decapitados em ódio à sua fé.

Mas o massacre de 26 de julho marca uma guinada, porque é a primeira vez isso que acontece na Europa, lançando uma sombra de medo e consternação nos cristãos do nosso continente.

Obviamente não é possível proteger 50.000 edifícios religiosos na França, e um análogo número de igrejas, paróquias e santuários na Itália e em outros países.

Cada sacerdote é objeto de eventuais ataques, destinados a se multiplicarem, sobretudo após o efeito emulativo engendrado por esses crimes.

“Quantas mortes são necessárias, quantas cabeças decepadas, para que os governos europeus compreendam a situação em que se encontra o Ocidente?”perguntou o cardeal Robert Sarah.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Pe. Jacques Hamel R.I.P.: o crime revelador do Islã,
e não só do Islã...

Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Luis Dufaur
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Vivamente impactados pelo brutal e sacrílego assassinato do Pe. Jacques Hamel, oferecemos a nossos leitores uma tradução livre do inteligente e vibrante comentário de Antoine Burckhardt publicado em seu blog Civilisation Chrétienne. 



O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso


A ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.

Alguns estão atônitos face ao horror e se perguntam: por que nós? Por que um padre? Por que um homem de 86 anos?

E eles não saem do atordoamento: o padre Hamel mantinha relações amigáveis com a comunidade muçulmana. A mesquita de Saint-Etienne du Rouvray foi construída num terreno oferecido pela paróquia da cidade, informou “Le Point”. 

O medo é legítimo e atinge a todos nós, mas a surpresa é no fundo uma grave falta nossa.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

No Oriente mártires adoram a Eucaristia,
a qual é entregue por religiosos à profanação no Ocidente

Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão. Foto cortesia Diácono Roni Momica
Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão.
Foto cortesia Diácono Roni Momica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Dom Francesco Cavina, bispo de Carpi, Itália, visitou o Curdistão iraquiano, no norte de Bagdá.

Ele ficou impressionado com a gratidão dos cristãos pela proteção divina, “sobretudo por terem conservado a fé pela qual estão dispostos a morrer, pois não querem perder o verdadeiro tesouro da vida que é Cristo e a pertencença ao seu Corpo Místico que é a Igreja”, segundo narrou o bispo no seu retorno, informou o jornal italiano “Il Foglio”.

“Os cristãos experimentaram uma profunda sensação de solidão enquanto as milícias jihadistas avançavam. Sentiam-se traídos pelas instituições do governo e, mais dolorosamente ainda, por aqueles que julgavam serem amigos e que não somente os abandonavam, mas os denunciavam” aos fanáticos islâmicos. Após os cristãos abandonarem suas casas, os seguidores de Maomé as invadiram e pilharam todos os seus haveres.

O bispo de Carpi sublinhou “que o Estado islâmico procura eliminar a presença dos cristãos do país constrangendo-os a emigrar. Os cristãos, de fato, não aceitam serem definidos como uma minoria religiosa que no máximo pode ser tolerada”, como impõe o Corão.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Nice: prossegue a guerra de religião

Três djihadistas franceses conclamam os muçulmanos na França em vídeo de propaganda do Estado Islâmico
Três djihadistas franceses conclamam os muçulmanos na França
em vídeo de propaganda do Estado Islâmico
Roberto de Mattei
(1948 - )
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O Papa Francisco tinha razão quando há mais de um ano afirmou que a Terceira Guerra Mundial já havia começado e que está sendo travada “em fragmentos”.

Mas é preciso acrescentar que se trata de uma guerra de religião, pois os motivos dos que a declararam são religiosos e até os homicídios perpetrados em seu nome são de índole ritual.

Francisco qualificou o massacre de Nice de ato de violência cega. Ora, a fúria homicida que induziu o condutor do caminhão a semear a morte na orla marítima não foi um ato irracional de loucura, mas fruto de uma religião que incita ao ódio e instiga à violência.

Os mesmos motivos religiosos desencadearam as carnificinas do Bataclan de Paris, dos aeroportos de Bruxelas e Istambul e do restaurante de Dacca. Por mais bárbaros que tenham sido esses atentados, nenhum deles foi cego, mas foi parte de um plano lucidamente exposto pelo Estado Islâmico em seus documentos.

O porta-voz do EI, Abu al-Adnani, em uma gravação difundida pelo Twitter em fins de maio, lançou um apelo ao assassinato na Europa em nome de Alá, com estas palavras:

“Quebra-lhe a cabeça com uma pedra, assassina-o a facadas, atropela-o, atira-o de um lugar elevado, estrangula-o ou envenena-o.”

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Batalha de Viena: a investida das trevas islâmicas

Os hussardos alados poloneses de Jan Sobieski.
Os hussardos alados poloneses de Jan Sobieski.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Formada a Santa Liga, o rei polonês João Sobieski liderou os exércitos cristãos para a batalha de salvação da oprimida Áustria. Santos e heróis unidos enfrentaram as hordas de muçulmanos que desejavam o fim da Cristandade.


continuação do post anterior: O Islã às portas de Viena: um Papa santo convoca a Cruzada


“Kara Mustafá continua enfurecendo-se contra a cidade e raivoso como o demônio no Dia do Juízo”, informou um oficial ao relatar a fúria do general muçulmano que cercava a cidade com seu exército.

Para obter do Céu a graça da resistência dos vienenses, em todas as igrejas da Europa foi exposto o Santíssimo Sacramento, por ordem do Papa, Bem-aventurato Inocêncio XI.

No artigo anterior, publicado na edição de novembro de 2015, foi relatada a traição do conde húngaro, Américo Thököly, e a rápida marcha dos otomanos, no ano de 1683, rumo a Viena.

A conquista da capital austríaca era um ponto chave para o sultão Maomé IV realizar o desejo muçulmano, já milenar, de destruir a civilização cristã e conquistar a Europa.

Viena prepara-se para o cerco