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| O Islã quer se apossar da catedral de Córdoba e conta com o apoio das esquerdas locais |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Córdoba é o símbolo do califado perdido da Andaluzia na ótica do ressentimento acumulado durante séculos pelo simbolismo islâmico, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do diário italiano Il Foglio.
E a catedral católica da cidade, consagrada à Assunção de Nossa Senhora, concentra as invejas, as invectivas e as ameaças islâmicas após séculos de invasão e depredações, de cruzadas e de reconquistas.
Também concentra cumplicidades das esquerdas ocidentais mais ou menos gramscianas, mas plenamente comunistas que hoje andam de mãos dadas com o Islã que volta ao assalto!
Não menos insidiosos e favoráveis ao Islã, um imprudente “ecumenismo” e uma “cultura da acolhida” constituem poderosos companheiros de viagem desses comunistas que abrem as portas ao invasor.
Na origem da catedral encontramos a basílica hispano-romana de São Vicente Mártir, profanada pelo invasor muçulmano para fazer uma mesquita. Esta foi sendo sucessivamente ampliada, até constituir a segunda maior mesquita do mundo após a da Meca.
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