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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Bispo nigeriano difundiu o terço para liquidar o Islã. E deu certo!

Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria
anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O presidente nigeriano Muhammadu Buhari confirmou que os últimos bastiões da guerrilha Boko Haram, que pretendia estabelecer um califado na África nos moldes do ISIS, foram esmagados no bosque de Sambisa, no estado de Borno, nordeste do país.

Desde que iniciou a guerra de expansão islâmica há sete anos, o Boko Haram assassinou mais de 20.000 pessoas e provocou a fuga de mais de dois milhões, noticiou o jornal Clarín, de Buenos Aires.

Ele chegou a controlar vastas áreas do nordeste da grande e populosa Nigéria, e aspirava criar um califado regido pela sharia (lei islâmica) aplicando o esquema de seus aliados do ISIS do Iraque e da Síria.

O governo nigeriano anunciava há tempos que os tinha derrotado, mas os ferozes atentados corânicos continuavam cada vez mais sanguinários.

Por sua vez, o vizinho Níger confirmou que dezenas de membros do Boko Haram que fugiam da Nigéria, se entregaram às autoridades do sul do país, confirmando a derrocada do movimento terrorista, informou a agência Reuters.

Várias outras centenas de terroristas do mesmo movimento já se tinham rendido às autoridades do Chade.

O que concorreu para uma virada tão radical e a derrocada do movimento muçulmano?

Nada acontece sem uma causa. E o exército nigeriano vinha sendo acusado pela população de moleza e ineficácia contra os terroristas.

Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória
sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Uma pessoa, porém, anunciava sua iminente ruína e fornecia a mancheias a arma para acabar com a sanguinária horda maometana.

Esse homem é Dom Oliver Dashe Doeme, bispo católico de Maiduguri, a “capital” dos terroristas.

Enquanto a diocese era dominada pelo terror, o corajoso prelado pregava a reza do Rosário implorando a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria para acabar com o flagelo muçulmano.

O jovem e destemido bispo não hesitava em sair às ruas de batina e cruz peitoral, difundindo a prática do terço e inspirando respeito até entre a população muçulmana.

Há dois anos, enquanto rezava o terço em sua capela privada, ele disse ter visto a Jesus que convocava todos os católicos a rezar o Rosário para se libertarem do terrorismo do Boko Haram.

Até colegas do episcopado nigeriano ficaram espantados pela intrepidez do bispo da “capital do terror”. Sua iniciativa parecia “louca” aos olhos do mundo e dos católicos moles.

Mas agora que o exército nigeriano liquidou inesperadamente os assassinos insurgentes, o povo se volta para Dom Dashe Doeme e sua pregação. E ele diz que o mérito todo é de Nossa Senhora.

“Antes – declarou ele ao Catholic Herald – os milicianos do Boko Haram estavam por toda parte. Agora eles não estão em lugar nenhum. O Boko Haram será liquidado logo, sobretudo por causa das orações de nosso povo”.

Segundo o bispo, Jesus Cristo lhe teria dado uma espada, e ao pegá-la ela se transformou imediatamente num terço. E Nosso Senhor lhe disse: “O Boko Haram irá embora”.

Dom Oliver levou a mensagem a sério, “consolando o povo de que Nossa Mãe está conosco”.

O povo de sua vasta diocese ficou com a certeza de “que o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal. O Boko Haram é o mal, ISIS é o mal.

“À medida que abrimos espaço para Nossa Senhora, especialmente rezando o Rosário, que é a mais rezada das devoções marianas, nós sairemos vitoriosos”.

Dom Oliver instalou a recitação do Rosário diário em todas as escolas, famílias e paróquias da diocese.

E explicou ao Catholic Herald, referido por Life Site News, que o Rosário “fez maravilhas, liberou nações”.

Ele citou como exemplo a batalha de Lepanto, em 1571, quando as forças navais católicas derrotaram uma frota do Império Otomano muito mais numerosa.

E aqui no Ocidente, onde estão os bispos ou mais altos hierarcas que preguem o Terço para acabar com a praga do terrorismo e da cristofobia?

Onde está a fé e a devoção a Nossa Senhora?

Emporcalhada no contexto neopagão do Carnaval por mãos sacerdotais, arcebispais e cardinalícias?

O que pode atrair esse emporcalhamento blasfemo?


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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Islâmicos prometem invadir Roma
e escravizar os católicos

Luis Dufaur


A revista do terrorista Estado Islâmico escolheu como capa uma montagem fotográfica na qual aparece uma bandeira negra maometana ondeando sobre o obelisco da Praça de São Pedro. A capa foi reproduzida no site italiano “Tempi”.

O objetivo declarado é comemorar “a cruzada fracassada”, uma referência à coalizão dos países ocidentais liderada pelos EUA na Síria e no Iraque.

A publicação com ares de bravata é reveladora da mentalidade dos “guerreiros santos” ou jihadistas reunidos no Oriente Médio. De momento eles resistem com grandes perdas, entrincheirados na cidade de Kobane, no norte da Síria. Eles são reforçados por centenas de voluntários vindos da Europa e dos EUA.

Por que eles provocam assim o Vaticano, promotor do ecumenismo com o Corão e hoje aparentemente mais restritivo em face dos EUA do que dos furiosos crimes de massa fundamentalistas anticristãos do Estado Islâmico?

É que os fanáticos seguidores ao pé da letra do Alcorão não se esquecem do tempo em que os Papas pregavam em nome de Jesus Cristo Cruzadas cheias de fé contra aqueles que o Papa Bento XIV qualificou de “os piores entre os celerados”.

Eles não esquecem os memoráveis episódios em que heróis como São Luís IX, Godofredo de Bouillon, Ricardo Coração de Leão ou Balduíno IV patentearam a divindade da Cruz por cima dos embustes diabólicos de Maomé.

E hoje querem se vingar, vingança cruel e sem medida. Por isso, massacram sadicamente cristãos e dissidentes no Oriente Médio, enquanto sonham em fazer o mesmo na própria capital da Igreja Católica.