segunda-feira, 18 de junho de 2018

Comandante supremo de Valência: “ante terroristas implantados o único a fazer é aniquilá-los”

O tenente general Francisco José Gan Pampols na entrevista coletiva da imprensa promovida pela agência EFE
O tenente general Francisco José Gan Pampols
na entrevista coletiva da imprensa promovida pela agência EFE
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O tenente general Francisco José Gan Pampols, comandante supremo das Forças Armadas espanholas na estratégica região de Valencia, Espanha, sobre o Mediterrâneo declarou em roda de imprensa que diante de um “salafista” [fundamentalista sunita] “jihadista” [lutador da ‘guerra santa] “não se pode negociar”.

As atenções estão voltadas para Valência, pois em seu porto atracou a flotilha liderada pelo barco “Aquarius” levando 629 imigrantes africanos.

A flotilha do “Aquarius” está envolvido em aguda polêmica. O governo italiano de nova orientação anti-imigracao lhe proibiu desembarcar sua carga humana e lhe mandou prosseguir para a França pois bate bandeira desse país.

O presidente Macron e seus ministros reagiram com acres críticas ao governo italiano. Mas tampouco recebem o grupo do “Aquarius” que foi reenviado para o porto de Valência.

Nessa cidade, o Cardeal Cañizares, arcebispo dela mandou todas as paroquias aprontarem suas instalações para acolherem os que estão vindo.

O Papa Francisco também se engajou em pessoa pela sorte da flotilha em que governos e populações veem mais um contingente de invasores que podem incluir dissimulados terroristas perigosos.

Imigrantes ilegais descem do 'Aquaris' e pisam Valência.
Imigrantes ilegais descem do 'Aquaris' e pisam Valência.
O novo governo socialista espanhol anunciou que lhes concederá estatuto de asilo (500 euros mensais mais serviços sociais gratuitos) suscitando indignação de largos setores da população espanhola.

Esses estão sendo maltratados pela crise econômica, e denunciam as máfias, políticos e ONGs que colaboram com esse tráfico indigno de seres humanos..

Voltando à entrevista do comandante em chefe de Valência, general Gan Pampols, ele acrescentou que quando esses terroristas “já estão implantados numa região o único que se pode fazer é aniquilá-los”, segundo reproduziu o jornal “La Razón” de Madri.

O general privilegia a prevenção e o controle como arma para lutar contra esse terrorismo, mas advertiu que esta guerra “vai ser longuíssima”.

Num Café da Manhã da Agência EFE no Colégio de Advogados de Valência, o máximo responsável de uma área muito visada pelo islamismo radical e pela invasão islâmica, sublinhou que o “salafismo jihadista” está se espalhando de forma “globalizada”.

Para detê-lo, disse, é preciso controlar as pregações nas mesquitas, trabalhar na socialização dos indivíduos e controlar as redes e os fluxos econômicos que sustentam essa ofensiva.

A Grande Mesquita de Valência construida com muito dinheiro. Na sua página Facebook divulga posições radicais.
A Grande Mesquita de Valência construida com muito dinheiro.
Na sua página Facebook divulga posições radicais.
Aliás, nada melhor para uma boa ‘socialização’ ou encaixe dos novos chegados na sociedade espanhola que o apostolado de conversão feito pelo clero e ordens religiosas.

Mas, infelizmente, a orientação do progressismo que vem de Roma é o contrário: não converte-los, acolhe-los, dialogar e sobre tudo mantê-los ecumenicamente em seus erros e maus costumes.

Em sentido contrário, disse o general Gan: “não se pode negociar com um salafista jihadista. É impossível porque não há um elemento comum, uma zona de aproximação.

O que eles pretendem é nos subjugar ou nos eliminar” porque não partilhamos suas crenças.

Falando enquanto chefe do Quartel Geral de Intervenção Rápida da OTAN na região explicou que ”quando já estão implantados, o único que se pode fazer é aniquila-los e depois atacar suas raízes”.

O general Gan Pampols recebe à imprensa da Comunidade Valenciana.
O general Gan Pampols recebe à imprensa da Comunidade Valenciana.
“Diante de um salafista jihadista decidido a agir e armado o único que se pode fazer é abate-lo ou tentar captura-lo, mas tende certeza que se ele puder agir, agirá da forma mais dolorosa e causando o maior dano possível”, alertou.

O general Gan Pampols explicou que o fenômeno terrorista islâmico é “global”.

Está em países como Iraque, Síria ou Nigéria, mas também na Malásia, Indonésia, Paquistão e Índia.

E não só ali. Mas também em algumas zonas da América do Sul.

Sobre tudo onde há países “suscetíveis de radicalização” porque perderam os meios de subsistência e aonde o radicalismo islâmico aparece como uma fonte de ingressos.

O comandante de Valência também tratou do problema da Europa onde maometanos de “segunda e terceira geração”, que deitaram raízes no continente sofrem “processos rápidos de radicalização”.

No Islã não existe a democracia e não há diferença entre vida pública e privada.

Por isso, para eles a única forma de governo é instalada sobre “a aniquilação do adversário”.

O general Gan Pampols assume o comando das Forças Armadas em Valência.
O general Gan Pampols assume o comando das Forças Armadas em Valência.
O general também recomendou o controle das pregações e dos processos de radicalização nos cárceres europeus.

Destacou a dificuldade de “conter praticamente” o tipo de terrorista “lobo solitário”.

Mas, destacou que esse “lobo” não está tão solitário assim.

Por trás de cada terrorista “sempre tem alguém que o radicaliza, há uma rede por trás que não se forma num só dia”.

Por fim, o comandante geral de Valência acentuou que uma das grandes “vulnerabilidades” da Europa é o baixo índice de natalidade.

Ele focou o crescimento do número de filhos de imigrantes muçulmanos, fato que poderá acarretar o engrossamento de partidos islâmicos.



Vídeo: excertos das palavras do comandante de Valência divulgados pela agência oficial EFE





Cidadãos de Valência estão alarmados pelo desembarco






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segunda-feira, 11 de junho de 2018

São Bernardo: “a penitência de vossos pecados
é defender a Terra Santa!”

São Bernardo, Biblioteca Apostólica Vaticana
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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São Bernardo de Claraval (1091–1153) foi delegado pelo Papa para pregar a Segunda Cruzada.

Por volta de 1145 ele pronunciou um sermão reproduzido, embora parcialmente, por Joseph-François Michaud; na sua obra de referência “Histoire des Croisades”  e que tiramos de: Bartleby.com, Great books online:



Vós não podeis ignorar que vivemos num período de castigo e ruína. O inimigo da humanidade soprou um bafo de corrupção que paira sobre todas as regiões.

Nós não encontramos senão a impiedade impune. As leis dos homens e as leis da religião não têm mais suficiente poder para conter a depravação dos costumes e o triunfo da iniquidade.

O demônio da heresia tomou posse da cátedra da verdade, e Deus fez descer a maldição sobre seu santuário.

Eia, pois, vós que me ouvis, apressai-vos para apaziguar a ira do Céu, deixando de implorar seus benefícios por meio de pedidos vãos.

Revesti-vos não com o saco dos penitentes, mas recobri-vos com armaduras impenetráveis.

O exercício das armas, os perigos, os esforços, as fatigas da guerra são as penitencias que Deus vos impõe.

Apressai-vos a expiar vossos pecados obtendo vitórias sobre os infiéis, e que a liberação dos locais santos seja o fruto de vosso arrependimento.

Se vos fosse anunciado que o inimigo invadiu vossas cidades, vossos castelos e vossas terras; que ele raptou vossas mulheres e filhas e profanou vossos templos — quem de vós não pegaria em armas?

Bem, então, todas essas calamidades, e calamidades ainda maiores, caíram sobre nossos irmãos na família de Jesus Cristo, que é a vossa.

Por que hesitais na hora de reparar tantos males? Em vingar tantos ultrajes?

Permitireis que os infiéis contemplem em paz os estragos que cometeram contra o povo cristão?

Lembrai-vos que o triunfo deles será tido como objeto de censura em todas as épocas e como um eterno opróbrio para a geração que o permitiu.

Sim, o Deus vivo encarregou-me de anunciar-vos que Ele quer punir aqueles que não o terão defendido contra seus inimigos.

Voai, pegai nas armas, deixai-vos vos inflamar de uma santa cólera na luta, e fazei vibrar o mundo cristão com estas palavras do profeta: “Maldito aquele que não ensanguenta sua espada!”

[N.T.: “Maldito aquele que faz com negligência a obra do Senhor! Maldito o que recusa o sangue à sua espada!” Jeremias, 48, 10]

Não acrediteis que a mão do Senhor perdeu seu poder pelo fato de vos convocar para defender sua herança.

São Bernardo, Dijon
Não poderia Ele enviar doze legiões de anjos ou sussurrar uma simples palavra para que seus inimigos se desintegrem como areia?

Mas, Deus levou em consideração os filhos dos homens, e quis abrir uma estrada para Sua graça.

Sua bondade permitiu que hoje amanhecesse para vós um dia de salvação vos convocando para vingar Sua glória e Seu nome.

Guerreiros cristãos, quem deu Sua vida por vós, hoje vos pede a retribuição.

Esses são os combates dignos de vós, batalhas em que é glorioso conquistar e vantajoso morrer.

Ilustres cavaleiros, generosos defensores da Cruz, lembrai o exemplo de vossos pais que conquistaram Jerusalém, e cujos nomes estão inscritos no Céu.

Abandonai, pois, as coisas perecíveis para ganhar palmas imarcescíveis e conquistar um Reino que não terá fim.









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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Europa pós-moderna exausta e tíbia na Fé

A civilização europeia aparece sem reação válida diante de invasões islâmicas
A civilização europeia aparece sem reação válida diante de invasões islâmicas
Luis Dufaur
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A civilização europeia aparece exausta diante de invasões islâmicas que avançam como praga bíblica enviada por uma maldição divina.

Para Giulio Meotti, jornalista e escritor italiano, editor cultural do diário Il Foglio, isso é possível porque como escreve Philippe Bénéton no livro A Confusão Moral do Ocidente (“Le Dérèglement moral de l'Occident”, ed. Le Cerf, Paris, 2017, 304 págs).) o Islã está ocupando o vácuo cultural de uma sociedade sem filhos que acredita erroneamente não ter inimigos.

Num artigo para o Gatestone Institute, Meotti rememora conferência do filósofo Edmund Husserl em 1935 prevendo a fadiga como “maior perigo para a Europa”. Hoje, acrescenta o jornalista, a fadiga e a passividade se apossaram do continente.

A exaustão europeia se apalpa na taxa de natalidade despencando, no caos nas ruas e na recusa de reerguer o poder militar.

Neste ano, em Paris, 80 migrantes e ativistas pró-imigração ilegal ocuparam a Basílica de Saint Denis necrotério dos reis da França. Todo um símbolo coberto de glórias calcado aos pés.

Polícia francesa retira 80 migrantes e ativistas invasores da Basílica de Saint Denis, Paris
Segundo Stephen Bullivant, professor de teologia e sociologia da religião da Universidade St. Mary em Londres, muitos jovens europeus “após o batismo nunca mais passam pela porta de uma igreja”.

As identidades religiosas culturais não estão sendo transmitidas de pais para filhos. Ficam do lado de fora, como alheias à cultura e à família.

A atitude das novas gerações, diz Meotti, obedece à frase de Hilaire Belloc: “fique sempre ao lado da babá para que nada de mal lhe aconteça”.

Por volta de 2050, um terço dos moradores da Suécia serão muçulmanos, de acordo com levantamento do Pew Research Center.

“E sabemos que a taxa de natalidade dos muçulmanos é maior e eles têm níveis de retenção (religiosa) muito mais elevado”, sublinha o autor.

A grande massa parece acreditar na falsa “auto-acusação” segundo a qual o “mal” se origina em pecados exclusivos dos cristãos europeus: racismo, machismo, elitismo, xenofobia, homofobia.

Dinamarca? Sim, Dinamarca!
Dinamarca? Sim, Dinamarca!
A culpabilização se assanha contra o homem heterossexual ocidental branco. Esses “males” jamais existiriam nas culturas não europeias segundo essa mentalidade acusadora.

No Parlamento da República Federal da Alemanha, a chanceler Angela Merkel adotou a mensagem capitulacionsta, dita “inclusiva”, diante da ocupação do Islã.

“Com 4,5 milhões de muçulmanos vivendo entre nós, sua religião, o Islã, também se tornou parte da Alemanha”, enfatizou ela. São nossos, portanto, ou nós somos deles!

A figura política mais poderosa da Europa capitulou, comentou Meotti.

A Itália têm a terceira população mais idosa do mundo, uma das menores taxas de natalidade do planeta.

Sua percentagem de aposentados equivalente a 37% dos trabalhadores ativos que pulará para 65% em 2040. Ou seja três trabalhadores terão que sustentar dois aposentados.

A população cristã da Europa é estéril e envelhecida. A população muçulmana é fértil e jovem.

“De 2010 a 2015, na maioria dos países europeus, incluindo a Inglaterra, Alemanha, Itália e Rússia, a morte de cristãos superou os nascimentos”, ressalta o “The Wall Street Journal”.

Os ataques terroristas continuarão na Europa, mas os europeus acham que os assimilarão como se fossem meros acidentes automobilísticos.

Na Noruega
A exaustão moral e psicológica desarma os países contra o jihadismo. Por exemplo, Europa não fecha mesquitas extremistas nem expulsa clérigos radicais.

Os fanáticos muçulmanos poderão continuar assassinando pessoas e carcomendo o Ocidente sem despertá-lo da inércia.

O cenário mais provável, conclui Meotti, é da sociedade europeia ir se fragmentando irreparavelmente, como num naufrágio. E os restos ficarão a mercê com os conquistadores.

Como esse desfibramento foi possível? E aqui Meotti não fala.

Após a II Guerra Mundial vieram as “trente glorieuses” assim chamadas pelos franceses: três décadas de inebriante prosperidade material, um “milagre econômico” acolhido com otimismo e irreflexão.

Líderes políticos cristãos e personalidades religiosas profetizaram que a Europa não teria mais guerras se concordava em se liquefazer numa União onde as diferenças históricas, filosóficas, culturais políticas e sociais virariam um magma único.

As armas silenciariam, as fronteiras se evanesceram, as filosofias e religiões se desfibraram, o bem procurou se entender com o mal.

Tudo convergiu numa prefigura do panteísmo posteriormente chamada globalização. A prosperidade econômica, financeira, industrial e comercial foi a paga.

Convocando o Concilio Vaticano II, o Papa João XXIII, comemorou a inexistência de erros a condenar. Pela primeira vez na História, os bispos deixariam de pronunciar fórmulas “negativas” e exporiam a doutrina com fórmulas “positivas”.

A pílula anticonceptiva deixou de ser condenada nos confessionários embora ainda o fosse nos documentos oficiais. Na hora da comunhão, divorciados e abortistas entravam alegres na fila, embora também os documentos não o permitissem.

No fim, vieram pontificados relaxantes, o auge daquele mesmo otimismo. Documentos que não escondiam mais o erro, como a Amoris Laetitia, puseram no papel o que antes não se ousava dizer de público, mas se sussurrava baixinho.

Num ambiente festivo e relativista os filhos já não vinham Após décadas de festa civil e religiosa a Europa estava sem moral, sem religião, sem família e sem filhos.

Sacerdote catolico incensa islâmicos na igreja de Santa Maria in Trastevere, Roma
Sacerdote catolico incensa islâmicos na igreja de Santa Maria in Trastevere, Roma
Como acontece em toda festança que vara irrefletidamente a noite, a Europa amanheceu no século XXI exausta e com a única ideia de se repousar esquecida da Fé.

Mas, em volta do palacete do festim descobriu o velho inimigo islâmico com suas bandeiras tingidas de vermelho sangue ou ostentando a cor negra da morte.

Já Nossa Senhora em Fátima tinha alertado e mandou divulgar a parte final do Segredo antes do Vaticano II. Mas penetrados pelo otimismo das décadas de pós-Guerra (as “trente glorieuses”) os Papas preferiram não divulgar a advertência.

Agora a solução, embora exija sacrifícios, está na mão dos líderes católicos, religiosos e leigos.

Esses são os únicos que podem atrair do Céu as forças e as graças para reerguer o continente, como a Igreja fez na hora que o Império Romano ruiu e os bárbaros assolaram o continente.

Mas dos púlpitos que durante décadas pregaram alegria, ecumenismo, distensão, relativismo e irreflexão só chega uma mensagem: capitulação.

Nesse sentido Meotti parece ter razão. Mas não quando insinua não haver esperança.

A Igreja é imortal e Ela saberá tirar de seus tesouros infinitos a solução heroica e santa que ninguém imaginou, nem mesmo aqueles que parecem querer crucificá-La.


Vídeo: A Barbárie Muçulmana na Europa






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segunda-feira, 21 de maio de 2018

O Santíssimo Nome de Maria e a vitória contra os turcos em Viena

Luis Dufaur
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A festa do Santíssimo Nome de Maria foi instituída pelo Bem-aventurado Papa Inocêncio XI em lembrança da insigne vitória contra os turcos em Viena, no século XVII.

Foi a famosa vitória de João Sobieski, rei da Polônia, obtida com ajudas milagrosas.

É comemorada o dia 12 de setembro.

Dom Guéranger no L’Anné Liturgique cita Santo Alberto Magno, professor de São Tomás de Aquino, sobre os vários sentidos do nome de Maria.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Centenas de muçulmanos recebem o batismo católico na França

Luis Dufaur
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Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o batismo na Igreja Católica na França na vigília da Páscoa.

Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada pelo “Times of Israel”.

Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo em que tradicionalmente é dado o batismo aos catecúmenos.

Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% e provinha de famílias de tradição cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.

Os dados foram comunicados à agência France Press pelo Pe. Vincent Feroldi, diretor do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre embaixo de 200”.

O responsável destacou que os migrantes muçulmanos chegam de países onde não há liberdade religiosa e que na França dão o passo e se convertem por um “encontro pessoal com Jesus Cristo”.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Papa Celestino III: é louvável tomar armas contra os fautores do mal

Luis Dufaur
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Celestino, Bispo, servo dos servos de Deus. Ao caríssimo filho em Cristo, o Rei de Portugal, saudação e bênção apostólica.

Como pelos sagrados cânones seja cominada igual pena aos autores e aos fautores do mal, e não seja menor desprezo impugnarem a fé católica os que se têm por cristãos, porque seria se a deixassem, ou a perseguissem e adotassem a superstição dos bárbaros, pareceu-nos que não deveríamos faltar com o favor apostólico à petição que fazeis, de que a vós e a todos os que fizerem guerra ao Rei de Leão sejam concedidas as mesmas indulgências que a Santa Sé Apostólica tem outorgado aos que militam contra os infiéis e defendem a Cristandade de Espanha, porquanto ele tem tomado à sua conta a defesa dos mesmos infiéis, e em companhia dos mouros luta contra os cristãos.

Nós, respeitando vossa real petição e concedendo pelo teor da presente, a vós e a todos os que fizerem guerra ao dito Rei enquanto permanecer em sua pertinácia, as graças que são concedidas aos que passam à guerra de Jerusalém, ordenamos mais, que todas as terras que vós ou outros quaisquer ganhardes àquele Rei enquanto for contumaz, fiquem livremente a quem as ocupar, sem mais se devolverem ao senhorio do mesmo Rei.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Carlos Magno e a bênção das Cruzadas

Carlos Magno entronizado.
Carlos Magno entronizado.
Luis Dufaur
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A palavra "Cruzada" ficou como que marcada com uma água benta especial. As primeiras gotas dessa água benta caíram sobre Carlos Magno.

Em qualquer lugar que se fala dele, fala-se com respeito.

Há historiadores que atacam Carlos Magno mas tratá-lo com irreverência ou fingir pouco caso é impossível. Ele é grande demais.

Sobretudo há nele o imperador sagrado, o imperador supremo de todo o Ocidente, sacrossanto, ungido por um papa santo: é o grande Carlos.

Também porque ele era forte, rachava o que tinha que rachar, escangalhava o que tinha que escangalhar, e elevava o que tinha que elevar.

A palavra "cruzado" ficou ligada a isto.


Plinio Correa de Oliveira, 25/9/94. texto sem revisão do autor.