segunda-feira, 21 de maio de 2018

O Santíssimo Nome de Maria e a vitória contra os turcos em Viena

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A festa do Santíssimo Nome de Maria foi instituída pelo Bem-aventurado Papa Inocêncio XI em lembrança da insigne vitória contra os turcos em Viena, no século XVII.

Foi a famosa vitória de João Sobieski, rei da Polônia, obtida com ajudas milagrosas.

É comemorada o dia 12 de setembro.

Dom Guéranger no L’Anné Liturgique cita Santo Alberto Magno, professor de São Tomás de Aquino, sobre os vários sentidos do nome de Maria.

O nome de Maria, ensina Santo Alberto, o Grande, tem quatro sentidos.

Ele significa Iluminação, Estrela do Mar, Mar Amargo, Senhora.

A variedade de sentidos distintos no nome de Maria está ligada à peculiaridade da língua hebraica em que uma mesma palavra pode ter dois sentidos, ora afins, ora bastante diversos.

Enquanto iluminadora, Ela é a Virgem Imaculada.

A sombra do pecado jamais maculou o Santíssimo Nome de Maria.

A mulher revestida de Sol, aquela cuja gloriosa vida iluminou toda a Igreja, aquela enfim, que deu ao mundo a verdadeira luz, a luz da vida.

Nossa Senhora é a verdadeira luz.

A luz ilumina por natureza, é enquanto tal que Nossa Senhora recebeu o nome de Maria.

A vida dEla iluminou toda a Igreja Católica e, enfim,

Ela deu ao mundo a única luz verdadeira que é Nosso Senhor Jesus Cristo.

Ela é a Virgem Imaculada, sem mancha, é uma alma luminosa, sem nenhuma forma de pecado.

Ela é a mulher revestida de Sol que São João viu como diz no Apocalipse, e cujos vestidos brilhavam como o Sol.

Ainda se pode dizer que Nossa Senhora para nós é uma luz no sentido especial da palavra, que é a esperança, nossa alegria, a solução para todos os casos.

Portanto, uma luz que brilha nas trevas e vence as trevas.

Enquanto Estrela do Mar, a liturgia saúda Nossa Senhora num hino tão poético que é o “Ave Maris Stella”.

A Estrela do Mar é a Estrela Polar, a mais brilhante, mais alta das estrelas.

Ela saúda-A com este belo nome na antífona do Advento no tempo do Natal: “Alma Redemptoris Mater”, ó doce Mãe do Redentor.

Igreja do Santíssimo Nome de Maria, Roma
Igreja do Santíssimo Nome de Maria, Roma
“Senhora” no sentido hebraico não se aplica a uma mulher comum, mas àquela que tem certa distinção, relevo, respeitabilidade especial, no sentido antigo da dona que era proprietária de escravos.

Isto lembra a perfeita devoção a Nossa Senhora ensinada por São Luís Grignion de Montfort.

Quer dizer, a da consagração à Mãe de Deus por meio de uma sagrada escravidão, em virtude da qual nós nos tornamos escravos de amor dEla.

Pronunciando o nome de Maria, Nosso Senhor e a Igreja saúdam Nossa Senhora como aquela que nos possui, e ao mesmo tempo é nossa Mãe.

Como aquela que nos ama particularmente porque somos escravos d’Ela por amor, e porque sendo escravos nos tornamos arqui-filhos dEla.

Este é o título mais grato para nós reverenciarmos Nossa Senhora para aqueles que se deram a Ela seguindo a fórmula da Consagração ditada por São Luís Grignion de Montfort.

No Nome Santíssimo Nome de Maria contido então, a idéia d’Ela enquanto Proprietária, Dona e a Senhora dos seus escravos de amor, que são seus arqui-filhos.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 12.9.66. Sem revisão do autor.)


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Centenas de muçulmanos recebem o batismo católico na França

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o batismo na Igreja Católica na França na vigília da Páscoa.

Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada pelo “Times of Israel”.

Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo em que tradicionalmente é dado o batismo aos catecúmenos.

Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% e provinha de famílias de tradição cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.

Os dados foram comunicados à agência France Press pelo Pe. Vincent Feroldi, diretor do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre embaixo de 200”.

O responsável destacou que os migrantes muçulmanos chegam de países onde não há liberdade religiosa e que na França dão o passo e se convertem por um “encontro pessoal com Jesus Cristo”.

A renúncia do Islã é problemática, pois o Corão a condena como apostasia intolerável merecedora da morte aplicável imediatamente e sem julgamento pelo primeiro que puder.

Muitos pedem que o batismo seja feito “com certa discrição” e fora das festas da Páscoa para não serem vistos. Por isso o número anual total de batismos de ex-maometanos é assaz superior.




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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Papa Celestino III: é louvável tomar armas contra os fautores do mal

Luis Dufaur
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Celestino, Bispo, servo dos servos de Deus. Ao caríssimo filho em Cristo, o Rei de Portugal, saudação e bênção apostólica.

Como pelos sagrados cânones seja cominada igual pena aos autores e aos fautores do mal, e não seja menor desprezo impugnarem a fé católica os que se têm por cristãos, porque seria se a deixassem, ou a perseguissem e adotassem a superstição dos bárbaros, pareceu-nos que não deveríamos faltar com o favor apostólico à petição que fazeis, de que a vós e a todos os que fizerem guerra ao Rei de Leão sejam concedidas as mesmas indulgências que a Santa Sé Apostólica tem outorgado aos que militam contra os infiéis e defendem a Cristandade de Espanha, porquanto ele tem tomado à sua conta a defesa dos mesmos infiéis, e em companhia dos mouros luta contra os cristãos.

Nós, respeitando vossa real petição e concedendo pelo teor da presente, a vós e a todos os que fizerem guerra ao dito Rei enquanto permanecer em sua pertinácia, as graças que são concedidas aos que passam à guerra de Jerusalém, ordenamos mais, que todas as terras que vós ou outros quaisquer ganhardes àquele Rei enquanto for contumaz, fiquem livremente a quem as ocupar, sem mais se devolverem ao senhorio do mesmo Rei.

Portanto, a nenhuma pessoa seja lícito infringir ou contrariar temerariamente esta bula de indulgência. E se alguém se atrever a fazê-lo, saiba que há de incorrer na indignação de Deus todo poderoso e dos bem-aventurados S. Pedro e S. Paulo, seus Apóstolos.


(Bula dirigida pelo Santo Padre Celestino III a D. Sancho I de Portugal, a respeito de D. Afonso IX de Leão, em 10 de abril de 1197)



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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Carlos Magno e a bênção das Cruzadas

Carlos Magno entronizado.
Carlos Magno entronizado.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A palavra "Cruzada" ficou como que marcada com uma água benta especial. As primeiras gotas dessa água benta caíram sobre Carlos Magno.

Em qualquer lugar que se fala dele, fala-se com respeito.

Há historiadores que atacam Carlos Magno mas tratá-lo com irreverência ou fingir pouco caso é impossível. Ele é grande demais.

Sobretudo há nele o imperador sagrado, o imperador supremo de todo o Ocidente, sacrossanto, ungido por um papa santo: é o grande Carlos.

Também porque ele era forte, rachava o que tinha que rachar, escangalhava o que tinha que escangalhar, e elevava o que tinha que elevar.

A palavra "cruzado" ficou ligada a isto.


Plinio Correa de Oliveira, 25/9/94. texto sem revisão do autor.


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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Ex-ativista da acolhida aos islâmicos
se arrependeu e quer fugir da Alemanha

A feminista Rebecca Sommer promovia a entrada dos muçulmanos na Alemanha.
A feminista Rebecca Sommer
promovia a entrada dos muçulmanos na Alemanha.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A ativista alemã Rebecca Sommer fundou em 2012 uma associação para ajudar os invasores islâmicos, chamados de “refugiados”: a Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte (AG F+M).

Rebecca é artista, fotógrafa e jornalista, tendo filmado documentários aplaudindo a chanceler Angela Merkel por abrir de par em par as fronteiras da Alemanha aos “refugiados” bloqueados na vizinha Hungria.

Obviamente, ela podia ter acesso aos financiamentos que chovem sobre as ONGs que servem as causas da esquerda.

A título de desculpa, Rebecca explicou que “acreditava verdadeiramente que todas essas pessoas fugiam de um inferno e estavam na mais absoluta miséria”.

Essas palavras, que servem de introdução para explicar sua mudança de 180º diante da realidade, estão contidas em sua entrevista ao semanário conservador polonês Do Rzeczy de 15 de janeiro, referida pelo site Réinformation.tv.

Em 2015, sua ONG havia recrutado 300 voluntários para dar cursos aos invasores, acolhidos como simples “recém-chegados”, e Rebecca era ecoada como uma heroína pela grande mídia.

Mas quando milhares desses ingênuos “recém-chegados” agrediram sexualmente cerca de mil mulheres alemãs no Réveillon de Colônia e outras cidades alemãs, ela caiu das nuvens na crua realidade.

E não teve medo de confessá-lo ao site polonês euroislam.pl, contrário à islamização. As condutas sexuais dos agressores norte-africanos e do Oriente Médio em Colônia estão profundamente ancoradas na cultura muçulmana dos “recém-chegados”, reconhece agora Rebecca.

“Foi o momento em que eu disse para mim mesma: ‘Rebecca, tu deves agora gritar, ainda que apenas enquanto militante dos direitos das mulheres’.”

Antes – diz Rebecca Sommer – “eu acreditava que a visão medieval deles iria mudar com o tempo […], mas após ter visto que essas situações se repetiam, e ter observado o que acontecia em torno de mim, tive que reconhecer que esses muçulmanos cresceram com valores totalmente diferentes, sofreram uma lavagem cerebral desde a infância, foram doutrinados pelo Islã e não têm a menor intenção de adotar nossos valores. Pior ainda, eles olham para nós como infiéis, com desdém e arrogância”.

No reveillon em Colônia e grandes cidades, mais de mil mulheres foram estupradas por invasores islâmicos. O crime coletivo ensinado pelo Corão abriu os olhos da fanática ativista.
Num só réveillon em Colônia e grandes cidades,
mais de mil mulheres foram estupradas por invasores islâmicos.
O crime coletivo ensinado pelo Corão abriu os olhos da fanática ativista.
A ativista sublinha que o menosprezo pelos estilos de vida ocidentais e das mulheres não é apanágio apenas dos islâmicos praticantes, mas a atitude da maioria que cresceu no seio da cultura muçulmana.

Rebecca teve uma imensa decepção ao ver um grupo de “refugiados”, que ela havia ajudado pessoalmente e achava que eram seus amigos, mentir com desfaçatez, como o Corão manda fazer com os cristãos.

“Percebi brutalmente que essas pessoas que eu tinha auxiliado, que comiam, bebiam, dançavam e riam comigo, que não rezavam, que não iam às mesquitas, que não respeitavam o ramadã, que caçoavam da religião e das pessoas profundamente religiosas, entre elas se referiam a mim como ‘a estúpida [prostituta] alemã’, e não de outro modo. E isso enquanto comiam do alimento que eu lhes dava e dormiam em meu jardim.”

Ela reconhece que havia sido advertida por árabes e kurdos que tinham fugido da opressão de outras etnias ou seitas islâmicas.

Rebecca Sommer também promovia a agitação indigenista no Brasil.
Rebecca Sommer também promovia a agitação indigenista no Brasil.
Rebecca disse que ela não é um caso isolado e que muitos outros voluntários tomaram consciência tardiamente do mesmo fato. E que hoje existe um número muito menor de voluntários dispostos a fazer o serviço que ela fez, vitima de uma ilusão irônica, aliás, culposa.

Hoje ela afirma que esses imigrantes muçulmanos, por causa de seu número, constituem uma ameaça para os alemães e que a situação vai piorar com o “reagrupamento familiar” tocado pelo governo alemão.

Rebecca declarou ao semanário polonês Do Rzeczy conhecer pessoalmente alemães que se preparam para emigrar para a Polônia porque não suportam mais.

“Se a Polônia e a Hungria não cederem nenhum ponto na sua recusa à ‘invasão-migração’, elas vão se tornar os países para onde fugirão alemães e franceses”.

A Polônia e a Hungria poderão se transformar em “ilhas de estabilidade e de democracia”, diz Rebecca, porque segundo ela a democracia não existe mais na Alemanha.

Após a agressão sexual em massa em Colônia, o macrocapitalismo publicitário não assumiu a defesa da sociedade alemã. Mas, pelo contrário, agiu como parte integrante de um sistema doentio em que até a polícia, pressionada pelos dirigentes políticos, deixou de informar os cidadãos.

A violência e o ódio anticristão estão no cerne do Islã, descobriu Rebecca que agora quer se mudar para Polônia onde os islâmicos não são aceitos
A violência e o ódio anticristão estão no cerne do Islã,
descobriu Rebecca que agora quer se mudar para Polônia
onde os islâmicos não são aceitos
A nova lei que obriga as redes sociais a bloquear os conteúdos supostamente odiosos, acentuando na prática essa censura.

Quando a militante dos direitos humanos quis denunciar as conversões forçadas ao Islã na Indonésia, sua conta foi bloqueada.

O mais corrosivo, segundo Rebecca Sommer, é que os alemães absolutamente não procuram fazer valer suas normas aos que chegam.

E cita como exemplo as esquerdas e os “verdes”, para os quais “não existe a cultura alemã”.

Rebecca é berlinense e já não ousa sair sozinha no Réveillon, porque já foi agredida cinco vezes por homens falando árabe!

Para ela, já é tarde demais para a Alemanha. Ela está pensando conseguir uma aposentadoria e emigrar.

O Islã militante está em toda parte, inclusive no governo, nos partidos políticos, na polícia e nas escolas.

Com o “reagrupamento familiar”, milhões de muçulmanos deverão ainda chegar. Em Berlim, onde ela reside, há bairros inteiros dominados por gangues islâmicas que formam uma sociedade paralela.

Os únicos que não veem esse problema “são aqueles que pura e simplesmente não o querem ver. E isto porque são adeptos de uma ideologia e surdos à realidade”, concluiu Rebecca Sommer na entrevista a Do Rzeczy.



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