segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Islã progride porque a moral católica é contrariada e abandonada

Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Os atentados terroristas islâmicos contra o Ocidente ex-cristão não cessam. Antes, multiplicam-se e se intensificam.

Na hora que começamos a escrever, o mais recente deles semeou a morte em Manhattan, Nova York. Mas não é impossível que, quando tivermos terminado de redigir, outro ou vários tenham sido perpetrados não se sabe onde.

Em território como o espanhol, invadido em algum momento histórico pelas hordas maometanas, a agressão alega o “direito” de “reconquista”.

Mas o Corão ordena avançar também sobre territórios nunca invadidos previamente por seus sequazes.

Se o Brasil não está sofrendo atentados, é apenas por uma questão de proximidade geográfica. Em dado momento eles poderão começar.

Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Acresce que em países como a Espanha, com o desfazimento da família as crianças não nascem e a população mirra.

Uma consequência disso é o fechamento pelos governos de escolas do ensino fundamental.

O exemplo paradigmático escolhido por Giulio Meotti, diretor cultural do jornal “Il Foglio”, é o do Japão: quando o número de alunos cai para menos de 10% de sua capacidade, a escola é fechada.

O governo japonês transforma então os locais para educar crianças em asilos para cuidar dos idosos.

Nesse país, 40% da população têm 65 anos ou mais.

Isso não é pesadelo ou ficção científica.

O Japão se tornou a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde se forjou a expressão popular “civilização fantasma“.

O Instituto Nacional de População e Pesquisas de Previdência Social do Japão prevê que por volta de 2040 a maioria das pequenas cidades japonesas terá perdido entre um terço e metade de sua população.

Muitas câmaras municipais não podem mais operar: os representantes não têm a quem representar! Foram então fechadas.

Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
O número de restaurantes caiu de 850 mil em 1990 para 350 mil hoje. A causa aduzida é o “esgotamento da vitalidade”.

As previsões também sugerem que em 15 anos o Japão terá 20 milhões de casas abandonadas.

Será também este o futuro da Europa?

Especialistas em demografia já falam da Europa como o “Novo Japão“. O Japão, no entanto, se defende proibindo a imigração muçulmana, diz Meotti.

Mas a Europa está cometendo suicídio demográfico, fazendo o que o historiador britânico Niall Ferguson chama de “a maior redução sustentada da população desde a Peste Negra do século XIV”, segundo observou recentemente o historiador George Weigel.

E os muçulmanos convergem na Europa para preencher esse vazio.

O arcebispo de Estrasburgo, Dom Luc Ravel, citou o que “os muçulmanos devotos (...) chamam de a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: ‘um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso’”...

Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir
Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir.
O instituto interdisciplinar de estudos Centro Machiavelli julga que, pelas tendências atuais, na Itália por volta do ano 2065 os descendentes dos imigrantes da primeira e segunda geração de islâmicos ultrapassarão 22 milhões, ou mais de 40% da população.

Na Alemanha, 36% das crianças menores de cinco anos têm pais imigrantes.

Em 13 dos 28 países membros da UE, em 2016, morreram mais pessoas do que nasceram.

A queda livre demográfica é mais visível na “nova Europa”, em países do antigo bloco soviético como Polônia, Hungria e Eslováquia, que foram formados oficialmente na imoralidade do socialismo ateu e igualitário.

Neles está explodindo a “bomba do decrescimento populacional”, colapso devastador da taxa de natalidade que o analista de questões contemporâneas Mark Steyn chamou de “o maior problema da nossa época“.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán salientou que há aqueles que querem preencher o vazio populacional europeu recorrendo à imigração.

Não é o caso de seu país, onde querem resolver os problemas demográficos com os próprios recursos, em primeiro lugar “renovando-nos espiritualmente”.

O problema maior não é saber se a Europa será muçulmanizada. É saber se ela “continuará a pertencer aos europeus”, reflete Meotti.

As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens. Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens.
Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
E o problema é antes de tudo moral e religioso.

Está na essência da família.

Houve uma época em que os países da Europa Oriental temiam os tanques soviéticos, agora eles temem os berços vazios, comenta Meotti.

Segundo a ONU, a Europa Oriental tinha cerca de 292 milhões de habitantes em 2016, 18 milhões a menos do que no início da década de 1990.

O número é equivalente a toda a população da Holanda.

Segundo o jornal Financial Times, a Europa Oriental sofre “a maior perda de população na história moderna”.

Sua população está diminuindo como nunca antes. Nem durante a II Guerra Mundial, com os massacres, deportações e movimentos populacionais soviéticos se chegou a tal abismo.

A imigração islâmica em massa zerará as estatísticas negativas, mas a Europa também se tornará uma “civilização fantasma” que cometeu um tipo de suicídio diferente, porém mais atroz, conclui Meotti.



Acréscimo de Giulio Meotti


Média de idade na América do Sul também está decaindo,
e os problemas da migração invasora virão junto
A Romênia perderá 22% da população até 2050, seguida pela Moldávia (20%), Letônia (19%), Lituânia (17%), Croácia (16%) e Hungria (16%). Romênia, Bulgária e Ucrânia são os países onde o declínio da população será mais drástico.

Estima-se que em 2050 a população da Polônia encolherá dos atuais 38 milhões para 32 milhões. Cerca de 200 escolas foram fechadas, mas há crianças suficientes para preencher as que ainda restam.

Na Europa Central, a proporção dos habitantes com “mais de 65 anos” aumentou em mais de um terço entre 1990 e 2010.

A população húngara encontra-se no ponto mais baixo em meio século. O número de habitantes diminuiu de 10.709.000 em 1980 para 9.986.000 milhões hoje.

Em 2050 Hungria terá milhões de habitantes a menos e, em cada três deles, um terá mais de 65 anos. A Hungria conta hoje com uma taxa de fertilidade de 1,5 filhos por mulher. Se excluirmos a população cigana, o número cai para 0,8, o mais baixo do mundo.

Entre 2015 e 2050, a Bulgária terá o declínio populacional mais célere do mundo: mais de 15%, juntamente com a Bósnia Herzegovina, a Croácia, a Hungria, o Japão, a Letônia, a Lituânia, a Moldávia, a Romênia, a Sérvia e a Ucrânia.

Em 30 anos a população búlgara deverá cair de cerca de 7,15 milhões de habitantes para 5,15 milhões – uma queda de 27,9%.

Em 1990 nasceram na Romênia pós-comunista 315 mil crianças. Hoje, os dados oficiais registram 178 mil bebês. Em 2016, a Croácia teve 32 mil nascimentos, um declínio de 20% em relação a 2015.

Quando a República Tcheca fazia parte do bloco comunista, sua taxa de fertilidade se encontrava próxima do índice de substituição populacional (2,1). Hoje é o quinto país mais estéril do mundo!

A Eslovênia tem o PIB per capita mais alto na Europa Oriental, mas uma taxa de fertilidade extremamente baixa.



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Maomé é o nome mais atribuído a crianças
na Grã-Bretanha

Criança islâmica na Grã-Bretanha
Criança islâmica na Grã-Bretanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Somadas as suas diversas transliterações, Maomé é o nome de criança com maior número de registros na Inglaterra e Gales em 2016.

O nome mais frequente é Oliver, caso se considere a identidade de grafia, segundo o site “Quartz”.

Maomé pode ser registrado como “Muhammad”, “Mohammed” ou “Mohammad”, além de outras formas. Todas as variantes somadas fazem de Maomé o nome mais atribuído em 2016, segundo os dados do Office of National Statistics britânico.

Faz alguns anos que a predominância do nome Maomé se repete, superando nomes ingleses muito populares como Harry, Jack, Eric/Erik, Hanna/Hannah, Sean/Shaun e Oliver.

7.084 crianças foram registradas com o nome de “Maomé”, e 6.623 com o de Olivier.

O Office esclarece que “as estatísticas são baseadas na ortografia exata indicada no certificado de nascimento”, informou o site Francetv.info.

A casuística é reveladora. O expansionismo islâmico sonha com a ocupação da Europa através da imigração e muitos filhos.

As mudanças populacionais ameaçam a sobrevivência dos povos europeus, que além da invasão islâmica estão sendo corroídos pela imoralidade dos costumes que os leva a limitar a natalidade.




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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Papa João VIII: indulgência para os que morrem lutando contra os inimigos da religião e da ordem cristã

Luís II recebe o Papa João VIII, Bibliothèque Nationale de Franc
Luiz II recebe o Papa João VIII, Bibliothèque Nationale de France
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Papa João VIII governou a Igreja nos anos 872-882. A epístola seguinte é do ano 878.

“João VIII aos bispos do reino de Luiz II [da França].

“Vós tendes nos manifestado humildemente o desejo de saber se aqueles que morreram recentemente na guerra, combatendo em defesa da Igreja de Deus e pela preservação da religião e do Estado cristãos, ou aqueles que podem no futuro cair pela mesma causa, podem obter a indulgência de seus pecados.

“Com toda segurança nos vos respondemos que aqueles que, por amor à religião cristã, morram na batalha lutando bravamente contra os pagãos ou incrédulos, ganharão a vida eterna.

“Porque o Senhor disse pela boca de seu profeta: “Qualquer que seja a hora em que um pecador se converta, eu não lembrarei mais de seus pecados”.

“Pela intercessão de São Pedro, que tem o poder de abrir e fechar no Céu e na terra, eu absolvo, em toda à medida que me é possível, todos eles e os encomendo com minhas orações ao Senhor.”


(Fonte: Migne, Patrologia Latina, 126: 816. Oliver J. Thatcher, and Edgar Holmes McNeal, eds., A Source Book for Medieval History, (New York: Scribners, 1905), 512).



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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo

O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo
O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo
Luis Dufaur
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Os atentados islâmicos acontecidos em Barcelona e outras cidades espanholas têm, na perspectiva corânica, um grande valor simbólico, escreveu Olivier d'Auzon jurista e consultor do Banco Mundial, nas páginas do Huffington Post.

A Espanha, e a península ibérica em geral, tiveram um papel saliente na história das conquistas e dos atropelos históricos do Islã.

Por isso, o Estado Islâmico – que se atribuiu os recentes atentados na Catalunha, com o saldo de pelo menos 17 mortos e 130 feridos – lançou em 2014 uma proclamação bélica a partir da Síria:

“Nós estamos em terra santa do Islã (...) vivemos sob a bandeira do Estado Islâmico e vamos morrer por ela enquanto não tenhamos recuperado todas as terras muçulmanas perdidas, desde Jakarta até a Andaluzia, e eu vos digo: a Espanha é a terra de nossos antepassados e vamos recuperá-la com a ajuda de Deus”.

A proclamação bélica contém o sonho de islâmicos, fanáticos ou moderados, de voltar a invadir a Espanha. A primeira invasão acabou sendo repelida após séculos de guerras de Reconquista. Para eles, chegou a hora da segunda.

Nas guerras da Reconquista brilharam o rei São Fernando, chamado “El Santo”, que reconquistou a maior parte da Andaluzia, e os Reis Católicos, que completaram sua obra retomando Granada em 1492.

A Andaluzia não significa para os maometanos o mesmo que para nós. Na sua imaginação violadora de todas as fronteiras, significa a Espanha inteira que chegou a ser conquistada pelo império árabe-berbere-islâmico desde 711 até 1492.

Axataf entrega a São Fernando as chaves de Sevilha. Francisco Pacheco (1564 – 1644), Catedral de Sevilha
Axataf entrega a São Fernando as chaves de Sevilha.
Francisco Pacheco (1564 – 1644), Catedral de Sevilha.
A primeira invasão muçulmana gerou oito séculos de guerra de Reconquista
Os atentados nas Ramblas de Barcelona e de Cambrils, em Tarragona, obedecem a essa lógica de guerra.

O fanatizador religioso da célula terrorista era o imã local Abdelbaki Es Satty, ingenuamente tido como “moderado” de costumes, obviamente imorais e ocidentalizados.

O assassino principal, Younes Abouyaaqoub, nasceu do outro lado do Estreito de Gibraltar, no Marrocos, de onde provinham habitualmente as ondas invasoras maometanas nos séculos passados.

Younes obteve residência em Ripoli, na Catalunha, acobertado pelo líder religioso “moderado” e “camarada”.

O Marrocos banca de país islâmico moderno e pró-ocidental, “mas nele o ensino e os discursos políticos sempre alimentaram uma profunda nostalgia da Andaluzia perdida, a qual, para pior, é considerada como marroquina e o país ideal para o recrutamento e para servir de trampolim à jihad (guerra santa) na Europa” sublinhou o especialista Alexandre del Valle.

“Há conexões importantes entre os jihadistas de Barcelona e as redes belgas, simplesmente porque a Bélgica acolhe uma estrutura terrorista que é marroquina”, acrescentou.

O ex-juiz antiterrorista Marc Trévidic disse à radio francesa Europe 1 que “essas conexões são históricas. Entre as redes marroquinas na Bélgica e na Espanha há relacionamento desde os anos 90”.

Do outro lado do Mediterrâneo não se cogita em “encontro das culturas”, “ecumenismo” ou “acolhida”, mas sim em invasão, vingança, morte e extermínio.


ISIS: “A Espanha é a terra dos nossos avós”





Mapa da invasão da Espanha desde o século VIII





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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Polícia religiosa chechena aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.