segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo

O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo
O Islã quer conquistar a Espanha e invadir o mundo todo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Os atentados islâmicos acontecidos em Barcelona e outras cidades espanholas têm, na perspectiva corânica, um grande valor simbólico, escreveu Olivier d'Auzon jurista e consultor do Banco Mundial, nas páginas do Huffington Post.

A Espanha, e a península ibérica em geral, tiveram um papel saliente na história das conquistas e dos atropelos históricos do Islã.

Por isso, o Estado Islâmico – que se atribuiu os recentes atentados na Catalunha, com o saldo de pelo menos 17 mortos e 130 feridos – lançou em 2014 uma proclamação bélica a partir da Síria:

“Nós estamos em terra santa do Islã (...) vivemos sob a bandeira do Estado Islâmico e vamos morrer por ela enquanto não tenhamos recuperado todas as terras muçulmanas perdidas, desde Jakarta até a Andaluzia, e eu vos digo: a Espanha é a terra de nossos antepassados e vamos recuperá-la com a ajuda de Deus”.

A proclamação bélica contém o sonho de islâmicos, fanáticos ou moderados, de voltar a invadir a Espanha. A primeira invasão acabou sendo repelida após séculos de guerras de Reconquista. Para eles, chegou a hora da segunda.

Nas guerras da Reconquista brilharam o rei São Fernando, chamado “El Santo”, que reconquistou a maior parte da Andaluzia, e os Reis Católicos, que completaram sua obra retomando Granada em 1492.

A Andaluzia não significa para os maometanos o mesmo que para nós. Na sua imaginação violadora de todas as fronteiras, significa a Espanha inteira que chegou a ser conquistada pelo império árabe-berbere-islâmico desde 711 até 1492.

Axataf entrega a São Fernando as chaves de Sevilha. Francisco Pacheco (1564 – 1644), Catedral de Sevilha
Axataf entrega a São Fernando as chaves de Sevilha.
Francisco Pacheco (1564 – 1644), Catedral de Sevilha.
A primeira invasão muçulmana gerou oito séculos de guerra de Reconquista
Os atentados nas Ramblas de Barcelona e de Cambrils, em Tarragona, obedecem a essa lógica de guerra.

O fanatizador religioso da célula terrorista era o imã local Abdelbaki Es Satty, ingenuamente tido como “moderado” de costumes, obviamente imorais e ocidentalizados.

O assassino principal, Younes Abouyaaqoub, nasceu do outro lado do Estreito de Gibraltar, no Marrocos, de onde provinham habitualmente as ondas invasoras maometanas nos séculos passados.

Younes obteve residência em Ripoli, na Catalunha, acobertado pelo líder religioso “moderado” e “camarada”.

O Marrocos banca de país islâmico moderno e pró-ocidental, “mas nele o ensino e os discursos políticos sempre alimentaram uma profunda nostalgia da Andaluzia perdida, a qual, para pior, é considerada como marroquina e o país ideal para o recrutamento e para servir de trampolim à jihad (guerra santa) na Europa” sublinhou o especialista Alexandre del Valle.

“Há conexões importantes entre os jihadistas de Barcelona e as redes belgas, simplesmente porque a Bélgica acolhe uma estrutura terrorista que é marroquina”, acrescentou.

O ex-juiz antiterrorista Marc Trévidic disse à radio francesa Europe 1 que “essas conexões são históricas. Entre as redes marroquinas na Bélgica e na Espanha há relacionamento desde os anos 90”.

Do outro lado do Mediterrâneo não se cogita em “encontro das culturas”, “ecumenismo” ou “acolhida”, mas sim em invasão, vingança, morte e extermínio.


ISIS: “A Espanha é a terra dos nossos avós”





Mapa da invasão da Espanha desde o século VIII





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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Polícia religiosa chechena aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras pedindo seja afastada a invasão do Islã

Poloneses rezam caminhando na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Poloneses rezam na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Luis Dufaur
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.

Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.

Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.

A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.

O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.

A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.

O país tem 38 milhões de habitantes, 90% dos quais se declaram católicos. Aqueles que não podiam ir até as fronteiras tinham locais escalados como praças e igrejas para se reunirem e rezar em união de intenções.

Por isso, algumas informações falam de “milhões” de participantes. De fato milhares de aglomerações num vasto território são de difícil cômputo.

As fronteiras polonesas medem 3.500 km e limitam até com o enclave russo de Kaliningrado e a Bielorrússia, país ainda esmagado por uma ditadura de impronta soviética alinhada a Vladimir Putin.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Como agem os bandos armados islâmicos na Europa

Osmanem Germania: um dos grupos que agem "contra a islamofobia" na Alemanha
Osmanen Germania: um dos grupos que agem
"contra a islamofobia" na Alemanha
Luis Dufaur
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Os guetos islâmicos em territórios europeus “liberados”, onde não vigora a lei, estão controlados por bandos armados jihadistas, escreveu Lupo Glori de Corrispondenza Romana.

No réveillon de 2015, milhares de imigrantes de origem “árabe ou norte-africana” – não é politicamente correto dizer a verdade: muçulmanos – agrediram sexualmente em Colônia mais de 500 mulheres alemãs.

Era só o governo alemão ter aberto os olhos. Mas ele enfiou a cabeça na terra e prosseguiu em seus louvores à integração de milhões de turcos e imigrantes islâmicos em seu território.

Trata-se de um cenário suicida, descrito em documento reservado do governo alemão e publicado pelo jornal Die Welt:

“Nós estamos importando o extremismo islâmico, o antissemitismo árabe, os conflitos nacionais e étnicos de outros povos, assim como um conceito diverso da sociedade e do direito.

“Os órgãos policiais alemães não conseguem enfrentar esses problemas de segurança importados e as conseguintes reações por parte da população alemã”.

O Departamento de Religião e Política da Universidade de Münster evidenciou em relatório como “quase a metade dos três milhões de turcos que vivem na Alemanha acredita mais importante respeitar a lei islâmica ou Sharia que a legislação alemã. (…)

“A sondagem ouviu turcos que há muitos anos, com frequência décadas, vivem na Alemanha e refuto tudo o que é afirmado pelas autoridades alemãs, ou seja que os muçulmanos estão bem integrados na sociedade”.

Segundo o relatório 47% concorda com que “a observância dos mandamentos de minha religião é mais importante que o respeito pelas leis do Estado em que vivo”.

Para o 32% “os muçulmanos deveriam combater para voltar à ordem dos tempos de Maomé”.

36% acha que “só o Islã está em condições de resolver os problemas de nossos dias”.

20% declarou que “a ameaça que o Ocidente significa para o Islã justifica a violência”;

7% sustenta que “a violência está justificada para defender o Islã”, etc.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo

Sagração real de Balduíno IV
Sagração real de Balduíno IV
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!”: Missa de réquiem em Paris 830 anos depois.



“O segundo inimigo contra o qual Balduíno teve que lutar foi a sua Corte e, nela, especialmente sua parentela.

“Se ele ao menos pudesse apoiar-se em fiéis excepcionais como o arcebispo e o cronista Guilherme de Tiro, o marechal Onfroy de Toron ou o conde Raimundo de Trípoli!

“Mas todos cobiçavam sua sucessão sem medir o peso que a mesma implicava, faziam complô e acabaram apressando o fim do monarca.

“Não foram necessários dois anos para que as intrigas levassem a regência à ruína e o reino caísse sob os golpes dos turcos.

“Nisso consistiu a funesta Batalha de Hattin. À ambição de alguns se acrescentou a vaidade de outros, enquanto na Europa, de onde a ajuda poderia vir, a indolência atiçada por rivalidades dinásticas paralisava príncipes e reis.

“Ao longo de seu reinado, Balduíno sempre foi decepcionado por aqueles que deveriam ter sido seus maiores sustentáculos.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

“Possamos venerar Balduíno IV nos altares!”
Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois

Na igreja de St-Eugene Ste-Cecile, foi celebrada uma missa de réquiem  pelo repouso eterno do rei de Jerusalém Balduíno IV
Na igreja de St-Eugene Ste-Cecile, Paris: missa de réquiem
pelo repouso eterno do rei de Jerusalém Balduíno IV
Luis Dufaur
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A fama luminosa que envolve a figura do rei de Jerusalém Balduíno IV vara os séculos. E vem crescendo enquanto o Islã tenta sucessivos e criminosos golpes contra os restos da Civilização Cristã.

Testemunho eloquente disso foi o sermão pronunciado no sábado, 14 de março de 2015, na missa de réquiem pelo heroico rei leproso, por ocasião do 830º aniversário de sua morte.

A missa foi celebrada na igreja de Saint-Eugène-Sainte-Cécile, situada no coração de Paris, tendo o vigário, Pe. Éric Iborra, evocado a memória de Beduíno IV com estas palavras, que dispensam comentários:

“Faz o que deves, aconteça o que acontecer”. No dia 16 de março de 1185, há 830 anos, expirava Balduíno IV de Jerusalém. Ele tinha 24 anos.

“Humildemente, insensivelmente, abandonava seu corpo devorado pela doença na Jerusalém terrestre, a cuja defesa se consagrara inteiramente, para ir morar na Jerusalém celeste, residência prometida pelas Escrituras, à qual aspirava com todo o seu ser, e ali conhecer a beatitude num corpo glorioso.

“Ele, o débil, o doente, havia conseguido deter o avanço de Saladino, o maior, o mais poderoso, o mais determinado dos inimigos que a Terra Santa jamais conheceu.

“Após doze anos de reinado, ele deixava intacta a herança que lhe havia legado seu pai.

“No leito de morte, ele convocou pela última vez os grandes senhores feudais do Reino.

“O adeus a cada um foi impressionante e lancinante, pronunciado por esse ser desfigurado cujo simples semblante provocava o espanto e uma profunda compaixão.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O Islã quer se apropriar da catedral de Córdoba,
com ajuda das esquerdas e de católicos “acolhedores”

O Islã quer se apossar da catedral de Córdoba e conta com o apoio das esquerdas locais
O Islã quer se apossar da catedral de Córdoba
e conta com o apoio das esquerdas locais
Luis Dufaur
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Córdoba é o símbolo do califado perdido da Andaluzia na ótica do ressentimento acumulado durante séculos pelo simbolismo islâmico, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do diário italiano Il Foglio. 

E a catedral católica da cidade, consagrada à Assunção de Nossa Senhora, concentra as invejas, as invectivas e as ameaças islâmicas após séculos de invasão e depredações, de cruzadas e de reconquistas.

Também concentra cumplicidades das esquerdas ocidentais mais ou menos gramscianas, mas plenamente comunistas que hoje andam de mãos dadas com o Islã que volta ao assalto!

Não menos insidiosos e favoráveis ao Islã, um imprudente “ecumenismo” e uma “cultura da acolhida” constituem poderosos companheiros de viagem desses comunistas que abrem as portas ao invasor.

Na origem da catedral encontramos a basílica hispano-romana de São Vicente Mártir, profanada pelo invasor muçulmano para fazer uma mesquita. Esta foi sendo sucessivamente ampliada, até constituir a segunda maior mesquita do mundo após a da Meca.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Líderes islâmicos exploram
rede de escravidão sexual na Grã-Bretanha

Os tribunais islâmicos agem por fora da lei, amparados por normas legais inglesas
Os tribunais islâmicos agem por fora da lei, amparados por normas legais inglesas
Luis Dufaur
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Na Europa, berço da Civilização Cristã, a exploração da mulher por meio de normas anticristãs dissimuladas em “direitos” ou “liberdades” parece tocar cada dia um fundo mais baixo.

O mau exemplo europeu, como que obedecendo a uma orquestração matemática, espalha-se depois pelo resto do mundo civilizado.

Isso resulta de leis europeias. Mas pouco se fala da degradação da condição feminina em decorrência das regras islâmicas e dos ensinamentos de Maomé que entram na Europa levadas pelas ondas invasoras de migrantes.

A grande mídia, tão engajada em “defender” os “direitos da mulher”, abafa ou faz vistas grossas a esses abusos.

Khadija Khan, jornalista e cronista sediada no Paquistão, escreveu para o Gatestone Institute um trabalho esclarecedor sobre uma das formas de perversidade sexual islâmica que está se alastrando no Reino Unido.

Ela denunciou que os líderes islâmicos no Reino Unido administram costumes perversos no trato das mulheres muçulmanas. E que as autoridades inglesas fazem vistas grossas às execráveis práticas que acontecem bem debaixo de seu nariz.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Islã martiriza mas os cristãos crescem no Oriente Médio

No Oriente Médio o sangue dos mártires está sendo semente de cristãos
Luis Dufaur
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Há uma realidade esperançosa colocada em surdina ou muito mal contada pela grande imprensa ocidental a propósito das agressões e das invasões praticadas pelo islamismo.

Nossa grande imprensa foca espetacularmente os crimes dos muçulmanos mais obedientes ao Corão.

O efeito é desanimador: cristãos massacrados, seitas islâmicas pacíficas dizimadas e turistas desprevenidos atropelados ou apunhalados até a morte com requintes de barbárie.

Declarações intimidadoras, propostas sádicas, discursos virulentos e promessas de crueldades ainda mais atrozes enchem o noticiário sobre os avanços do Islã.

Os cristãos fogem do Oriente Médio e as terras que viram a expansão da Boa-nova do Evangelho se esvaziam, deixando atrás um deserto povoado de cadáveres e igrejas explodidas ou incendiadas.

A gente diria que é o fim da Cruz de Cristo nessa imensa e histórica região.

Porém, o fato verdadeiro é que nessa região flagelada pela perseguição maometana e encharcada pelo sangue dos mártires, o número de cristãos não faz senão aumentar globalmente. Certos locais estratégicos conhecem até uma expansão insuspeitada. Mas de nada disso fala a nossa imprensa.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pe. Boulad SJ: o Alcorão manda “Mate os não crentes em qualquer lugar que os encontre” (2:191).

Pe. Henrique Boulad S.J., ex-Provincial dos Jesuítas no Egito:  “Todas as tentativas para reformar o Islã fracassaram tragicamente”
Pe. Henrique Boulad S.J., ex-Provincial dos Jesuítas no Egito:
“Todas as tentativas para moderar o Islã fracassaram tragicamente”
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Apesar de todas as evidências em contrário, há muitos que tentam separar o Islã do terrorismo feito em seu nome.

Entre os que assim agem estão infelizmente inúmeros eclesiásticos, entre os quais se destaca o próprio Papa Francisco.

Para estranheza dos católicos, em seu empenho para que o Ocidente aceite sem distinção os imigrantes, o Sumo Pontífice não leva em conta o perigo que a entrada maciça de muçulmanos na Europa representa para a Fé e a Civilização Cristã.

Por outro lado, chegou a declarar que o terrorismo muçulmano em si não existe.

E em sua viagem ao Egito, após o massacre perpetrado pelo Estado Islâmico contra duas igrejas coptas no Domingo de Páscoa, ele pouco fez para confortar os cristãos inocentes, mas esmerou-se em reforçar os laços com os líderes islâmicos.

Gregório III Laham, antigo Patriarca dos Greco-Melquitas e influente líder dos católicos no Oriente até recentemente, segue o seu exemplo.

Para surpresa geral, ele declarou: ”A Igreja Católica Greco-Melquita é a Igreja do Islã.”

E acrescentou que os ataques do Jihad contra cristãos do Oriente Médio eram ”uma conspiração sionista contra o Islã”.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

“Islã religião de paz”?: Maomé manda “matar os apóstatas”

Clérigo saudita Maomé manda matar quem deixa o Islã
Clérigo saudita: Maomé manda matar quem deixa o Islã
Luis Dufaur
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O “Islã é uma religião de paz”?

O Middle East Media Research Institute (MEMRI) — instituto de pesquisa apartidário e independente, que fornece traduções de materiais originais, incluindo as tendências terroristas e ideológicas no Oriente Médio —, publica de forma regular e abundante, material esclarecedor tirado das TVs árabes.

Eis por exemplo a pregação do clérigo saudita Sheik Ayman Al-Anqari, difundida pela Al-Ahwaz TV (Arábia Saudita) em 16 de fevereiro de 2017, que traduzimos literalmente:

“O problema com a questão da coexistência repousa numa deformação que leva à distorção das regras islâmicas.

“Por exemplo, eles vos dizem que coexistência significa liberdade de religião.

“Eles no fundo deixam que as pessoas se tornem hereges, negando a existência de Alá, amaldiçoando Alá, amaldiçoando seu profeta e amaldiçoando o Islã.

“Isso é chamado liberalismo e liberdade de religião.

“Agora peguem, por exemplo, a abolição do castigo da apostasia.

“Eles dizem que o castigo de apostasia deve ser abolido porque vai contra a coexistência.

“Ora, o castigo de apostasia é imutável e uma das grandes punições no Islã.

“De acordo com o hadith [dito ou feito de Maomé que é critério moral e jurídico] narrado por Ibn Abbas na compilação Bukhari, o profeta Maomé disse [N. T.: há várias compilações importantes de hadiths que servem como jurisprudência islâmica]:

“‘Aquele que mudar de religião: mata-o’.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Alemanha confisca moradias para alojar muçulmanos invasores

Prefeitura de Hamburgo confisca moradia de alemães para 'acolher' invasores
Prefeitura de Hamburgo confisca moradia de alemães para 'acolher' invasores
Luis Dufaur
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A prefeitura de Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, começou a confiscar moradias particulares como parte do esforço para instalar mais de dois milhões de migrantes.

Esses ingressaram no país nos últimos anos em decorrência das decisões da chanceler Angela Merkel, escreveu Soeren Kern, colaborador sênior do Gatestone Institute de Nova Iorque.

As apreensões veem acontecendo desde o final de 2015. De início foram imóveis comerciais. Mas não bastou: a invasão é grande. Então, a prefeitura passou a expropriar residências propriedade de cidadãos comuns.

Em uma medida sem precedentes, fora confiscadas seis moradias no distrito de Hamm, perto do centro da cidade. As autoridades municipais passaram a alugá-las a inquilinos escolhidos por elas.

A porta-voz do distrito Sorina Weiland salientou que todos os custos das reformas necessárias serão cobrados do proprietário daquelas moradias.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

São João Damasceno: Doutor da Igreja explica erros do Islã

São João Damasceno, Padre e Doutor da Igreja (676 -749)
São João Damasceno, Padre e Doutor da Igreja (676 -749)
Luis Dufaur
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São João Damasceno (675 – 749) como seu nome indica nasceu em Damasco, capital da Síria, ocupada havia não muitos anos pelo invasor islâmico.

Paradoxalmente, foi filho de um importante ministro católico do Califa, e neto de um ministro do imperador cristão de Bizâncio. Ele próprio, iniciou sua carreira na Corte do supremo chefe islâmico.

Na época, muitos acreditavam que o Islã era mais uma das muitas heresias e cismas que devoravam o Oriente cristão.

No convívio quotidiano, São João Damasceno percebeu que o Islã era uma outra religião que visava o extermínio do cristianismo.

Retirou-se como monge a Jerusalém e desde ali empreendeu douta e destemida pregação, com homilias e escritos. Ele abriu os olhos dos católicos para os erros e os enganos da religião de Maomé, além de muitas outras grandes heresias da época, especialmente a dos iconoclastas.

São João Damasceno é Doutor da Igreja e sua festa comemorada em 27 de março foi transferida em 1969 para o 4 de dezembro, dia de sua morte.

Poucos doutores estão mais habilitados em ciência e em experiência do que ele para falar sobre o Islã. Ouçamos o que ele nos ensina:

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O descalabro de Maomé IV sultão do Império Otomano

Os janízaros derrotados nas portas de Viena, Martino Altomonte, (1657 – 1745)
Os janízaros derrotados nas portas de Viena, Martino Altomonte, (1657 – 1745)
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A libertação da Hungria invadida pelos muçulmanos



Uma das principais consequências da derrota de Mohács para os turcos foi a perda da Eslavônia. Reunindo-se após a fuga, o exército muçulmano começou a proclamar que a culpa cabia ao Grão-Vizir Solimão, “o Trapaceiro”.

Este astuto, percebendo que oferecendo riquezas aos soldados conseguia acalmá-los, fugiu para Constantinopla.

Os amotinados elegeram Siawusch Paxá como novo Grão-Vizir e enviaram uma petição ao Sultão, na qual pediam a deposição de Solimão.

Quando Maomé IV confirmou a nomeação de Siawusch, os amotinados exigiram a execução de Solimão e se puseram imediatamente em marcha contra Constantinopla. A perplexidade de Maomé IV foi imensa.

Para aplacar a fúria dos insurrectos, o Sultão condescendeu e enviou ao acampamento a cabeça do antigo Grão-Vizir.

Não obstante, os rebeldes continuaram avançando, pedindo depois a cabeça de todos os altos funcionários que lhes desagradavam. Em Constantinopla havia urgente necessidade de troca no trono.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Carta do Pe. Boulad ao Papa Francisco sobre o Islã: “os cristãos esperam de vós algo mais que declarações vagas e inócuas”

Papa Francisco reza com líder islâmico na ex-catedral Hagia Sophia, Constantinopla, arrancada pela força pelos invasores turcos
Papa Francisco reza com líder islâmico na ex-catedral Hagia Sophia, Constantinopla,
arrancada pela força pelos invasores turcos
Luis Dufaur
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Numa entrevista ao “National Catholic Register” o Pe. Henrique Boulad, ex-provincial dos jesuítas no Egito, comentou a carta que enviou em agosto ao Papa Francisco, sobre a sua posição tolerante em relação a esse inimigo da Civilização Cristã:

“Parece-me que sob o pretexto de abertura, tolerância e caridade cristã, a Igreja Católica caiu na armadilha da ideologia esquerdista liberal que está destruindo o Ocidente.

“Qualquer coisa que não se compagine com essa ideologia é imediatamente estigmatizada em nome do ‘politicamente correto’.

“Muitos pensam que algumas de vossas posições estão alinhadas com essa ideologia e que vós ides, por complacência, de concessões em concessões, de compromissos em compromissos, às expensas da verdade.”

Prossegue o Pe. Boulad em sua advertência:

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A libertação da Hungria opressa pelos muçulmanos

Jan III Sobieski, rei da Polônia, salvou Viena e iniciou a liberação da Hungria
Anônimo século XVII
Luis Dufaur
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Em 1526, o Sultão Solimão “o Magnífico” venceu o rei Luís II da Hungria na planície de Mohács.

Desde então, as investidas muçulmanas para adentrar ainda mais a Europa e destruir a Cristandade não cessaram de aumentar.

Veneza, Polônia e Áustria, países membros da Santa Liga convocada pelo Papa em 1683, reuniram-se para livrar a Europa desse perigo.

Na própria Mohács aconteceu o revide.

Enquanto transcorriam os acontecimentos vitoriosos para a reconquista da cidade de Buda em 1686, como foi descrito em post anterior, Veneza e Polônia também encetaram investidas contra os otomanos.

Estes, no entanto, continuavam na posse de importantes regiões húngaras. A Cristandade considerava ser preciso dar continuidade às batalhas até extinguir a ameaça dos inimigos de Cristo.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Islã, “religião de paz”, ensina fazer chacinas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Em 26 de novembro de 2016 um jovem islâmico mascarado, de uniforme militar, com os olhos fixos na câmara de vídeo exortou com firmeza que seus usuários se convertessem em assassinos de seus próprios vizinhos em nome da estrita observância dos textos religiosos do Islã.

Trata-se de mais um vídeo revelador da cobra que se aninha no “Islã, religião de paz”.

Assim inicia uma alentada, mas esclarecedora reportagem do jornal madrileno “El Mundo” sobre as ruínas da cidade síria de Al Raqah, capital do Estado Islâmico, onde aparece crucificado – atado de pés e mãos a una viga – um refém ainda com vida.

Sem dúvida, uma das últimas piedosas exortações do Califado virtual.

O “jovem” – porque na Europa é politicamente incorreto chamar de muçulmano ao muçulmano, ainda que cometa os piores e mais patentes crimes – fala em francês e suas palavras estão legendadas em inglês.

Iniciou a sinistra aula dizendo: “não há necessidade de usar armas de fogo como fuzil ou pistola. Basta usar armas brancas. Hoje aprenderemos como se utilizam com a finalidade de obter a vitória de Deus”.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

São Raimundo Nonato o pregador da Cruzada
com a boca encadeada

Carcereiros islâmicos põem um cadeado na boca de São Ramimundo Nonato
para que não prossiga pregando. Vicente Carducho (1576 - 1638), Museo del Prado
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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“São Raimundo Nonato veio à luz em Portel, diocese de Urgel, na Espanha, cerca do ano de 1200, e recebeu no batismo o nome de Raimundo.

“Nonato, non natus, foi o apelido que lhe deram porque a mãe sofreu operação cesariana e por isso seu nascimento não foi normal.

“Quanto ao pai, era pastor, segundo uns, segundo outros seria membro da família Cardona, uma das mais conhecidas na Espanha.

“Desde muito jovem, Raimundo manifestou especial devoção à Santíssima Virgem.

“Todos os dias rezava o Rosário ante sua imagem na ermida de São Nicolau de Mira. Um dia Nossa Senhora apareceu-lhe, prometendo-lhe especial proteção.

“Certa vez em que fortemente tentado, conseguiu afastar o demônio, foi agradecer à divina libertadora e em sua honra consagrou a virgindade.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Islã é a religião cruel da espada, escancara jesuíta egípcio

Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Pregadores de um incompreensível e falso ecumenismo continuam a martelar que “o islã é uma religião de paz” sem olhar para os cadáveres dos cristãos massacrados por ordens de Maomé, bem registradas em seu único livro religioso, o Alcorão.

Em dioceses e templos católicos está proibidíssimo falar de “guerra de religião” ou de “terrorismo islâmico”, ainda quando na mesquita vizinha o pregador conclame a exterminar os cristãos em nome de Alá.

Em 2014, na histórica revista dos jesuítas italianos La Civiltà Cattolica – conta o vaticanista Sandro Magister –, o Pe. Luciano Larivera deixou-se levar pela realidade.

Eis o que ele escreveu num editorial sobre a ala mais extremista do Islã: “A guerra deles é de religião e de aniquilação. Instrumentaliza o poder da religião, e não vice-versa”.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Costumes de cavaleiro, cruzado e monge

Túmulo de um cavaleiro templário na igreja do Templo em Londres
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Numerosos guerreiros, para serem mais garantidamente admitidos na bem-aventurada morada, tomam a precaução de vestirem, antes de morrer, hábitos de Monge, com o qual serão enterrados.

Vendo-os aparecer em tais vestes, S. Pedro não ousará fechar-lhes as portas.

Esse uso praticado pela Cavalaria continuou até o fim do século XIV. Em algumas abadias haviam Monges especialmente designados para vestir os cavaleiros que exprimissem tal desejo.

Se o Cavaleiro morresse em uma batalha, depositava-se sobre a tumba sua bandeira, seu estandarte e o pequeno estandarte de seu elmo. Se ele não tivesse morrido em batalha, era permitido colocar-se apenas duas destas insígnias.

Savanes, em seu “Tratado sobre a Espada Francesa”, fala do costume de se levar a uma igreja as armas do Cavaleiro morto, para serem conservadas no tesouro do templo.

A espada de Santa Joana D’Arc encontra-se na igreja de Santa Catarina de Fierbois. A Santa guerreira considerava um verdadeiro dom celeste a espada que recebera.


(Fonte: Funck Brentano, « Féodalité et Chevalerie »)


segunda-feira, 12 de junho de 2017

As igrejas italianas se esvaziam e os invasores islâmicos penetram

Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Luis Dufaur
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Em artigo para o site La Nuova Bussola Quotidiana, o sacerdote italiano Pe. Claudio Crescimanno reproduziu um expressivo cartaz afixado na porta principal da igreja de São Erasmo, numa das ilhas da laguna de Venécia.

O cartaz estava algo envelhecido e ninguém tinha se preocupado em removê-lo, sobretudo se fosse uma provocação.

Ele dizia: “A missa foi suspensa por falta de fiéis”. E acrescentava que, a pedido, o Pe. Mário estava disponível para outros atendimentos.

O sacerdote se perguntou em quantas outras igrejas da Itália se poderia afixar um cartaz análogo.

E respondeu: em muitas, muitíssimas, infelizmente, como todos sabem.

Este é um processo de descristianização iniciado há cerca de quarenta anos.