terça-feira, 22 de junho de 2021

“Islã religião de paz”?: Maomé manda “matar os apóstatas”

Clérigo saudita Maomé manda matar quem deixa o Islã
Clérigo saudita: Maomé manda matar quem deixa o Islã
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O “Islã é uma religião de paz”?

O Middle East Media Research Institute (MEMRI) — instituto de pesquisa apartidário e independente, que fornece traduções de materiais originais, incluindo as tendências terroristas e ideológicas no Oriente Médio —, publica de forma regular e abundante, material esclarecedor tirado das TVs árabes.

Eis por exemplo a pregação do clérigo saudita Sheik Ayman Al-Anqari, difundida pela Al-Ahwaz TV (Arábia Saudita) em 16 de fevereiro de 2017, que traduzimos literalmente:

“O problema com a questão da coexistência repousa numa deformação que leva à distorção das regras islâmicas.

“Por exemplo, eles vos dizem que coexistência significa liberdade de religião.

“Eles no fundo deixam que as pessoas se tornem hereges, negando a existência de Alá, amaldiçoando Alá, amaldiçoando seu profeta e amaldiçoando o Islã.

“Isso é chamado liberalismo e liberdade de religião.

“Agora peguem, por exemplo, a abolição do castigo da apostasia.

“Eles dizem que o castigo de apostasia deve ser abolido porque vai contra a coexistência.

“Ora, o castigo de apostasia é imutável e uma das grandes punições no Islã.

“De acordo com o hadith [dito ou feito de Maomé que é critério moral e jurídico] narrado por Ibn Abbas na compilação Bukhari, o profeta Maomé disse [N. T.: há várias compilações importantes de hadiths que servem como jurisprudência islâmica]:

“‘Aquele que mudar de religião: mata-o’.

“Portanto, a coexistência no sentido de liberdade de religião, a heresia, a negação da existência de Alá e a recusa do castigo pela apostasia do Islã como algo que vai contra a liberdade de escolher a própria religião, tudo isso é nulo e despojado de conteúdo.

A coexistência neste sentido é nula e sem significado, recusável e inaceitável.

“Acresce-se que a recusa da noção de Jihad ofensiva é propagada pelos derrotistas, pelos racionalistas, pelas escolas modernas de pensamento.

“Eles vos dizem que no Islã só há a Jihad defensiva.

“Não. Os textos no Corão e na Suna [N.T.: ‘caminho trilhado’, ou Tradição islâmica] mencionam duas espécies de Jihad: a Jihad ofensiva quando os muçulmanos têm condições para fazê-la, e a Jihad defensiva.

“Alá disse: ‘Luta contra aqueles que não acreditam em Alá nem no Dia Final’.

“Alá fez do combate e da Jihad um quinhão contra a existência da heresia.

“De acordo com o hadith narrado por Buraida na compilação Muçulmana, o profeta Maomé disse:

“Incursiona pela causa de Alá, combate contra aqueles que recusam Alá”.

“Alá fez do combate e da Jihad um quinhão contra a existência da heresia.

“Isso significa combate ofensivo – obviamente sob certas condições, como ter possibilidades de fazê-lo, por exemplo”.

O testemunho é de tal maneira claro e taxativo que dispensa comentários.

Porém, não acreditamos que ele mude a opinião dos arautos do “Islã, religião de paz”, que em nome de um falso ecumenismo não cessam de insistir em suas posições sectárias, contrárias à verdade conhecida como tal.



Sheik saudita: a moral de Maomé manda “matar os apóstatas”. clicar no vídeo para ver



AVISO: “MEMRI (e MEMRI TV) é um instituto de pesquisa apartidário, independente, que fornece pesquisas, análises e traduções de materiais originais que cobrem um vasto leque de assuntos, incluindo as tendências terroristas e ideológicas no Oriente Médio.

“Esses videoclipes são fornecidos como um serviço público, para serem vistos por uma audiência internacional como uma ponte por cima da diferença de linguagem e para informar e educar melhor.

“O material com declarações de terroristas e extremistas é fornecido para alertar o público contra as ameaças e de maneira alguma constitui um endosso dessas atividades”.

Fonte: MEMRI TV – The Middle East Media Research Institute . Vídeo em Memri-TV



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quarta-feira, 9 de junho de 2021

A fidelidade do leão de Godofredo de Tours

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Entre os nobres cavaleiros de Provença que partiram para as Cruzadas contra os infiéis, havia um senhor chamado Godofredo de Tours, de grande valor, guerreiro tão heroico como jamais se conheceu.

Nos combates era o primeiro a se lançar sem se preocupar em cobrir seu corpo contra os dardos e as pedras.

Galopava até os esquadrões árabes invocando a proteção do Senhor. Tal era sua fama que em todos os exércitos era conhecido e admirado o seu heroísmo!

Um dia cavalgava ele numa clareira, com outros cavaleiros, seguido de numerosos pajens.

De repente ouviram uns terríveis rugidos de leão. Todos, exceto Godofredo, tomados de pânico, fugiram com medo de cair nas garras da fera.

Mas Godofredo, vendo que seu cavalo não lhe obedecia, pegou sua espada, desceu do cavalo e dirigiu-se à floresta onde estava o leão.

Avançou disposto a lutar contra a fera, mas quando penetrou na mata, viu assombrado um terrível espetáculo.

Não eram rugidos de cólera do leão, senão de muita dor.

Uma serpente havia habilmente aprisionado o leão enquanto este dormia, de maneira tal que ele não podia esboçar nenhuma reação.

A serpente apertava-o com o propósito de matá-lo a fim de enguli-lo depois.

O leão, não só sofria pela dor do estrangulamento, senão rugia também de cólera por morrer tão ignominiosamente.

Assim quando viu chegar Godofredo, com a espada em punho, lançou-lhe um olhar de agradecimento, pois preferia morrer pelas mãos de um cavaleiro.

Com cuidado, Godofredo se aproximou com sua espada e cortou a cabeça da serpente.

O leão respirou, livre. Godofredo, deu então um passo para trás para preparar-se para lutar contra o leão.

Mas este, reconhecido, veio humildemente prostrar-se aos pés do cavaleiro que lhe havia salvo a vida e a partir daquele momento se considerou como um vassalo do cavaleiro e o seguia em todas as partes como um amigo fiel.

A todos, grande surpresa causou, nos primeiros dias, ver Godofredo seguido pelo leão.

Muitos fugiam e os pagens estavam temerosos.

Mas tiveram que reconhecer que o leão era o melhor servo de seu amo.

E não só lhe servia nos dias de paz, como também nas batalhas se lançava contra os inimigos, destroçando-os ou fazendo-os fugir.

Quando a Cruzada terminou depois da conquista dos Santos Lugares, os cavaleiros voltavam para Provença.

Iam alegres, cantando e desejando chegar ao país do col.

Godofredo chegou ao navio, acompanhado de seu leão, mas o capitão não quis admitir no navio a fera.

Todos os pedidos foram inúteis, e por fim o cavaleiro teve que deixar na Terra Santa o seu fiel acompanhante.

O leão, quando viu partir a seu senhor, ficou tão triste que se jogou no mar para seguir o navio.

Nadou, nadou até seu último hausto, e então morreu afogado, ante as lágrimas de Godofredo e seus cavaleiros, que viam quão fiel havia sido o coração daquela fera!...


(Fonte: V. Garcia de Diego, Antologia de Leyendas de la Literatura Universal, Editorial Labor S.A., Madrid-Espanha, 1ª edição, 1953).

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