Mostrando postagens com marcador descristianização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador descristianização. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Socialismo escandinavo
vira inferno de igualitarismo e invasão étnico-cultural

Solidão e depressão nórdica.
Solidão e depressão nórdica.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs


Costuma-se ainda a apresentar os países escandinavos como um paraíso material resultante de um igualitarismo avançado.

Neles os sistemas públicos seriam exemplares, os rankings de felicidade entrariam no ‘top 10’, e a igualdade de gênero teria tornado invejáveis a vida e o progresso social.

Porém, a verdade está longe dessa fachada de modernidade igualitária bem-sucedida, conforme registrou reportagem do jornal portenho “La Nación”. “Existe um lado mais obscuro, conhecido por poucas pessoas”, escreve.

“Esses países parecem deslumbrantes. Muitos não enxergam além da ‘felicidade’, da riqueza, da abertura e da democracia.

“Acredito que as pessoas queiram achar que existe em algum local do mundo uma utopia maravilhosa”, explica o jornalista inglês Michael Booth, autor do livro Pessoas quase perfeitas. O mito da utopia escandinava.

Na última década, a residência de “Alice no país das maravilhas” e de Papai Noel foi imaginada na Escandinávia.

Porém, quando quanto mais alto se sobe no mito, mais dolorida é a queda na realidade.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

As igrejas italianas se esvaziam e os invasores islâmicos penetram

Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Em artigo para o site La Nuova Bussola Quotidiana, o sacerdote italiano Pe. Claudio Crescimanno reproduziu um expressivo cartaz afixado na porta principal da igreja de São Erasmo, numa das ilhas da laguna de Venécia.

O cartaz estava algo envelhecido e ninguém tinha se preocupado em removê-lo, sobretudo se fosse uma provocação.

Ele dizia: “A missa foi suspensa por falta de fiéis”. E acrescentava que, a pedido, o Pe. Mário estava disponível para outros atendimentos.

O sacerdote se perguntou em quantas outras igrejas da Itália se poderia afixar um cartaz análogo.

E respondeu: em muitas, muitíssimas, infelizmente, como todos sabem.

Este é um processo de descristianização iniciado há cerca de quarenta anos.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Londonistão: 423 mesquitas novas e 500 igrejas fechadas:
um efeito do multiculturalismo ecumênico

Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







“Londres bem poderá ser chamada de Londonistão”, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, citado pelo Gateston Institute.

Não é uma piada, mas uma realidade estatística favorecida por personalidades britânicas que continuam abrindo as portas para a introdução da lei islâmica ou sharia nos usos e costumes do país.

Esse foi um dos fatores decisivos para que os britânicos aprovassem sair da União Europeia votando o Brexit no ano passado

“Um dos principais juízes da Grã-Bretanha, Sir James Munby, ressaltou que o cristianismo não influencia mais os tribunais e que estes devem ser multiculturais, ou seja, mais islâmicos”, escreve Meotti.

“Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o Chefe de Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria ‘incorporar’ elementos da Lei Islâmica (Sharia).

As universidades britânicas também estão promovendo a lei islâmica. As diretrizes acadêmicas estabelecem que 'grupos religiosos ortodoxos' podem separar homens e mulheres durante os eventos.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Islâmicos profanaram 50 imagens católicas na Alemanha em 2016

Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld. Fonte: Polícia de Coesfeld.
Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld.
Fonte: Polícia de Coesfeld.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Em 2016, mais de 50 imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Nossa Senhora e dos santos foram desfiguradas ou destruídas em várias cidades da Alemanha.

Os atentados só foram revelados em 8 de dezembro, num relatório da emissora estatal Westdeutscher Rundfunk (WDR) no programa de notícias ‘Lokalzeit Münsterland’, informou a ACI Digital.

Segundo o relatório, as imagens da região de Münster, oeste do país, foram vandalizadas durante meses. Uma imagem do Divino Redentor teve a cabeça e os membros cortados.

Mirko Stein, da polícia de Münster, reconheceu que “muitas pessoas do bairro onde se encontram as esculturas danificadas estão surpresas e assustadas".

“Baseado na intensidade dos atos do perpetrador, é possível concluir que este ato tem uma origem religiosa”, acrescentou.

As autoridades alemãs procuram abafar ao máximo as informações relativas aos crimes e depredações praticados pelos invasores muçulmanos que estão sendo acolhidos pelo governo, por organizações eclesiásticas e por ONGs, de esquerda em geral.

O criminalista alemão Christian Pfeifer acredita que os crimes foram cometidos por alguém que está “furioso” e “odeia a Igreja”. Faltou acrescentar “que lê o Corão”.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Refugiados cristãos acossados por muçulmanos em asilos alemães pensam voltar ao Oriente Médio

Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



“Muitos cristãos que chegaram à Alemanha provenientes do Oriente Médio sofrem pressões tão fortes nos campos de prófugos por parte dos imigrantes muçulmanos, que preferem voltar para as suas casas”, escreveu o superior do mosteiro ortodoxo de São Jorge, a 100 quilômetros de Berlim, Daniel Irbits.

Segundo o site “Religión en Libertad”, ele denunciou a dramática situação dos cristãos nos campos de acolhida – parece ironia – alemães numa carta ao ministro federal para os Assuntos Especiais, Peter Altmaier que também é membro do Conselho para a Integração, órgão do governo.

O primeiro a denunciar em extensa reportagem as violências que sofrem os cristãos nos campos de prófugos da Alemanha foi o jornal “Die Welt”.

Nos campos de asilados, os cristãos são “ameaçados de morte e tratados como animais pelos muçulmanos. Com grande preocupação e vergonha, soubemos que os migrantes cristãos procedentes da Síria, da Eritreia e de outros países, ficam expostos a ultrajes, perseguições e violência por parte de seus colegas muçulmanos em nossos campos de prófugos”, escreveu o monge Daniel ao ministro responsável da acolhida. Os casos, infelizmente, “não são raros e a violência vai até ameaças de morte e feridas graves”, acrescentou.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Invasão muçulmana: nos asilos alemães,
os refugiados islâmicos agridem aos cristãos

Lutas étnico-religiosas entre imigrantes é lugar comum nos asilos alemães.
Lutas étnico-religiosas entre imigrantes é lugar comum nos asilos alemães.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Na Alemanha, os refugiados cristãos (parcela muito minoritária do total) estão expostos ao assédio e à violência dos islamistas nos próprios asilos montados pelo governo alemão.

Funcionários de etnia turca ou árabe contratados pelo governo para garantir a segurança fingem não saber e olham para longe, informou o jornal “Die Welt”.

“Contusão no crânio, trauma no lado direito do tórax, hematoma monocular, trauma abdominal. O paciente foi espancado por quatro pessoas encarregadas da segurança e apresentava enorme dor de cabeça e no abdômen” – assim descreve o Pronto Socorro da Clínica Hessian Hochtaunus os ferimentos do iraniano Ajdin de 31 anos (nome alterado por segurança.)

“Acusavam-me de ter insultado o Islã, me batiam e chutavam-me na cara”, disse o iraniano convertido ao cristianismo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Natal 2015: entrou o Islã e o Presépio foi banido na Europa
até por bispos e prefeitos

O Menino Jesus proibido em dioceses italianas para não desagradar os islâmicos:
a pungente capa da revista "Tempi" que evoca "a justiça de Herodes"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




No último Natal, o pároco de San Biaggio, na cidade de Monza, norte da Itália, decidiu cancelar a missa no instituto “Ente Católico de Formação Profissional”.

A decisão foi traumática para alunos e pais de família que estudam numa escola onde uma bela imagem de Nossa Senhora acolhe os estudantes todos os dias, segundo “Il Corriere della Sera”.

O pároco alega que os estudantes muçulmanos podem ficar chocados com “um ato de culto forte demais não só para quem professa uma fé diversa (leia-se os islâmicos), como também para aqueles que não frequentam a igreja”.

Com esse argumento não haverá mais missa de Natal na escola e, Deus não o permita, nem mesmo em toda a cidade.

O diretor da escola tentou explicar ao corpo de professores que “a missa não será feita para não discriminar”. Em seu lugar haveria um ato laico “com cantos e projeções de imagens”.

Na escola há muitas imagens católicas e os alunos muçulmanos nunca criaram problema.

O Instituto tem mais quatro escolas na região, onde a missa será celebrada como de costume.

“Nos anos passados os rapazes islâmicos iam à igreja com toda a classe sem problema. Em cada aula há um crucifixo. Nós damos três horas de instrução religiosa. Há sanduíches de salame e jamais ninguém se sentiu ofendido [O Corão proíbe comer carne de porco]. Que sentido tem renunciar agora à missa?” – perguntavam os professores.

A decisão do pároco Pe. Marco Oneta está em sintonia com a nova pastoral de acolhida aos imigrantes de maioria maometana. Mas o sacerdote sente que sua atitude soa em falso e tenta se defender da suspeita de uma traição à identidade católica italiana.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Hostilidades contra a Cruz helvética na Suíça!

A simples cruz helvética no centro, símbolo nacional, foi interpretada como ofensa aos imigrantes islâmicos.
A simples cruz helvética no centro, símbolo nacional,
foi interpretada como ofensa aos imigrantes islâmicos.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Na escola de Emmen, no cantão suíço de Luzerna, os alunos foram convocados a embelezar alguns muros da cidade. Aliás, mais de 1.000 habitantes da localidade participaram de iniciativas semelhantes nos últimos sete anos.

O plano foi tocado pela associação Emmenfarbig (Emmen em cores), dirigida por Peter Jans, e previa que as crianças pintariam instrumentos de música num muro.

“Mas algumas crianças tiveram a ideia de pintar a bandeira nacional com um corno musical dos Alpes”, explicou Peter Jans aos periódicos, informou o jornal de Genebra “La Tribune de Genève”.

A iniciativa infantil foi o início da tempestade. A direção da escola entrou em pânico, pois não queria ferir a sensibilidade dos imigrantes, e decidiu proibir o feito dos alunos.

Peter Jans recebeu a ordem de apagar a bandeira nacional pintada no muro. Ele então pediu uma orientação à câmara de vereadores da cidadezinha e um esclarecimento sobre se poderia pintar a bandeira suíça no futuro.