segunda-feira, 13 de junho de 2016

Jocelin de Courtenay: o espírito guerreiro,
a fidelidade a Deus e a felicidade na Terra

Jocelyn de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay
Jocelin de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Jocelin de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay nasceu entre 1070 e 1075, foi para Terra Santa em 1101, onde morreu em 1131. Ele foi príncipe de Galileia e Tiberiades de 1113 a 1119 e conde de Edessa de 1119 a 1131.

Do livro Les Templiers, de Georges Bordonove o professor Plinio Corrêa de Oliveira tirou a ficha seguinte e teceu comentários sobre ela.

“Jocelin de Courtenay foi senhor do Condado de Edessa, no limite norte do reinado latino de Jerusalém. Era neto dos Cruzados que conquistaram a Cidade Santa.

“Ao norte, o Condado de Edessa, havia sido invadido por um lugar-tenente de Reng, principal guerreiro muçulmano da época, perdendo seu velho senhor Jocelin de Courtenay”.

“Esmagado pelo desabamento de uma torre que fora minada, Jocelin foi retirado dos escombros todo desfeito. Em seguida os infiéis se precipitaram para cercar Faizum, residência do Patriarca de Edessa.

“Quase morrendo, Jocelin se fez carregar para socorrer a fortaleza. E tal era o seu prestígio que, mesmo carregado numa liteira, ele amedrontou os turcos a ponto de fugirem diante de sua presença.

“Vencedor sem combate, Jocelin rendeu graças a Deus, nestes termos dignos de uma canção de gesta:

‘Beau Sir Dieu Belo Senhor Deus , eu vos glorifico e agradeço como posso, por me terdes honrado tanto no século, principalmente agora, ao encerrar a minha vida.

‘Vós me sois tão misericordioso e magnânimo, que quisestes que de mim semi-morto e impotente, reduzido a uma carcaça que nem a si mesmo pode ajudar, os inimigos tivessem um tal pavor que não ousaram esperar no campo de batalha e fugiram todos por causa de minha chegada.

Beau Sir Dieu, eu bem sei que tudo isso prova a Vossa bondade e Vossa cortesia’.

“E tendo dito essas coisas, de todo coração recomendou-se a Deus e em seguida sua alma o deixou”.

Confrontando a posição desse homem e a mentalidade moderna nós compreenderemos tudo quanto de épico e de reluzente existe em seu espírito.

Josselin gravemente ferido conduz suas tropas em socorro de Faizum. Iluminura do século XIII.
Josselin gravemente ferido conduz suas tropas em socorro de Faizum.
Iluminura do século XIII.
Ele foi um guerreiro de uma família feudal que era senhora de uma cidade na Terra Santa. Ele era descendente de Cruzados, lutou valentemente pela Santa Sé, e entretanto, as desgraças se acumularam sobre a família dele e sobre ele, uma em cima da outra.

A cidade da qual ele era senhor feudal foi invadida. Ele perdeu, portanto, esse ponto de apoio, essa fortuna, esse fator de prestígio.

Guerreiro, ele foi esmagado pelo desabamento de uma torre e foi reduzido a uma carcaça.

Ele poderia, segundo os padrões modernos, ter uma queixa de Deus. Porque ele poderia achar normal que Deus o premiasse na Terra.

E achar – aqui está o ponto sensível do problema – que o prêmio consistiria em ele viver na cidade dele, como senhor feudal, feliz, rico, tranquilo, sem guerras nem aborrecimentos, sem heroísmo nem provações, gozando a vida largamente, fazendo viagens, anexando outras terras por algum casamento lucrativo, fazendo negócios,. Enfim, levando uma vida burguesa.

Esse homem, pelo contrário, perde todas as coisas que representavam o regalo da vida burguesa ou da vida aristocrática com sabor burguês.

Ele é reduzido por um acidente glorioso ao longo de uma luta a uma carcaça, como ele diz.

Ele poderia ficar queixoso em relação a Deus. Entretanto, o que é que se dá?

Ação de graças do guerreiro que sente sua vida realizada

Ele era um grande guerreiro e um grande general. Pela sua fama os adversários várias vezes tinham fugido dele no campo de batalha.

Na última vez, sabem que ele é levado para o campo de batalha. E embora saibam que ele vai numa liteira e que ele não pode se mover, têm medo do ímpeto que ele comunica aos soldados, têm medo do talento guerreiro dele e, por causa disso, fogem.

Ele se considera realizado bem ao contrário do ideal burguês do homem de nosso século.

Mapa do Condado de Edessa, 1098-1131
Mapa do Condado de Edessa, 1098-1131
E ele diz: “Meu Deus, eu tenho alegria de ter sido feito carcaça por amor a Vós. Vós me dais mais uma alegria, ó Deus: é de ter dado tanto medo nos meus inimigos que eles fogem todos.

“Simplesmente sabendo que esta pobre carcaça, que já não pode andar por si, esta pobre carcaça está no campo de batalha, os inimigos fogem!

“Meu Deus, como Vós fostes bom para mim! A minha vida atingiu seu objetivo: eu Vos servi como um herói. E a prova disso é que os Vossos inimigos têm medo de mim.

“Eu Vos agradeço, ó meu Deus, a Vossa bondade”.

E depois essa expressão deliciosa: “Eu Vos agradeço a Vossa cortesia!”

É delicioso esse conceito de Deus cortês, elegante, distinto para com sua criatura.

Tendo dito isso, ele assume a atitude do Nunc dimitis do velho Simeão:

“Agora chamai em paz o Vosso servo, porque a minha alma viu o meu Salvador”.

A alma não viu o Salvador, a alma viu a realização da vida que ele tinha querido ter na terra. Ele morreu, e sua alma foi para o Céu.


continua no próximo post: Jocelin de Courtenay e os dois conceitos da felicidade

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, 16/9/72, sem revisão do Autor)



GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Assalto do Islã: a grande batalha pelo coração da Cristandade

Kara Mustafá Pashá chefiou a invasão islâmica e o assalto de Viena em 1683
Kara Mustafá Pashá chefiou a invasão islâmica e o assalto de Viena em 1683
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



No ano de 1683, a capital austríaca foi cercada por um imenso exército muçulmano vindo de todo o Oriente. De sua defesa dependeu o futuro da Cristandade. O Papa Inocêncio XI convocou uma Santa Liga dos povos cristãos para salvar a Áustria e a Europa cristã.

Ao ver chegarem uma clava e uma bandeira de comando, presentes do imperador turco, o conde húngaro Américo Thököly creu realizarem-se seus ambiciosos desejos de senhorio sobre toda a Hungria, quebrando os laços com a Áustria.

Educado no ódio contra a Áustria, sobretudo um ódio religioso contra a Igreja Católica, o conde Thököly pôs-se secretamente ao serviço do império otomano, levando depois a Hungria a se rebelar e tomar parte na luta contra a Áustria.

Em anteriores artigos foram relatados fatos históricos sobre as tentativas de expansão muçulmana sobre a Cristandade na Europa.

Não é de estranhar que hoje o “Estado Islâmico” tente repetir os “feitos” de seus antepassados..

A Áustria católica era então a grande muralha de proteção da Europa contra a invasão muçulmana proveniente do império turco.

Foi um momento transcendental da História; importante como o ano 732, quando os árabes foram barrados diante de Tours, por Carlos Martel na batalha de Poitiers.(1)

Prelúdio da batalha

Devido a vínculos de casamento, e mais especialmente à necessidade de proteção da Hungria contra os muçulmanos, desde 1526, após a Batalha de Mohács, os imperadores austríacos assumiram o reino húngaro.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Estado Islâmico esquarteja prisioneiros para vender os órgãos

Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O Estado Islâmico achou no Corão base para mais atos perversos. Estes consistem, segundo o jornal “El Mundo” de Madri, em arrancar os “órgãos sãos do corpo dos apóstatas” para salvar a vida dos bons e piedosos muçulmanos.

Dessa maneira o comércio de órgãos humanos virou florescente negócio nos confins do califado.

“Há provas nos textos, nos princípios e nas leis islâmicas que respaldam o transplante de órgãos sãos do corpo de um apóstata para salvar a vida de um muçulmano ou substituir algum de seus órgãos danificados”, ensina uma fatwa (edito religioso) assinada pelo Comitê de investigação e fatwas do Estado Islâmico.

O Estado Islâmico controla vastas zonas da Síria e do Iraque sobre as quais está perdendo o domínio. Ele justifica essa crueldade alegando que os militantes feridos e doentes lotam as clínicas.

E os líderes religiosos da facção islâmica manipulam a imensa, confusa e imoral literatura religiosa corânica para justificar os piores crimes.

O decreto religioso que justifica a vivissecção dos “apóstatas” argui que “se os juristas permitiram, quando necessário, o consumo de carne humana para evitar a morte, torna-se até mais apropriado transplantar os órgãos de infiéis para corpos de muçulmanos”, diz “El Mundo”. O decreto relembra que as vidas dos adversários podem ser usurpadas “com total impunidade”.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Refugiados cristãos acossados por muçulmanos em asilos alemães pensam voltar ao Oriente Médio

Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



“Muitos cristãos que chegaram à Alemanha provenientes do Oriente Médio sofrem pressões tão fortes nos campos de prófugos por parte dos imigrantes muçulmanos, que preferem voltar para as suas casas”, escreveu o superior do mosteiro ortodoxo de São Jorge, a 100 quilômetros de Berlim, Daniel Irbits.

Segundo o site “Religión en Libertad”, ele denunciou a dramática situação dos cristãos nos campos de acolhida – parece ironia – alemães numa carta ao ministro federal para os Assuntos Especiais, Peter Altmaier que também é membro do Conselho para a Integração, órgão do governo.

O primeiro a denunciar em extensa reportagem as violências que sofrem os cristãos nos campos de prófugos da Alemanha foi o jornal “Die Welt”.

Nos campos de asilados, os cristãos são “ameaçados de morte e tratados como animais pelos muçulmanos. Com grande preocupação e vergonha, soubemos que os migrantes cristãos procedentes da Síria, da Eritreia e de outros países, ficam expostos a ultrajes, perseguições e violência por parte de seus colegas muçulmanos em nossos campos de prófugos”, escreveu o monge Daniel ao ministro responsável da acolhida. Os casos, infelizmente, “não são raros e a violência vai até ameaças de morte e feridas graves”, acrescentou.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Invasão muçulmana: nos asilos alemães,
os refugiados islâmicos agridem aos cristãos

Lutas étnico-religiosas entre imigrantes é lugar comum nos asilos alemães.
Lutas étnico-religiosas entre imigrantes é lugar comum nos asilos alemães.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Na Alemanha, os refugiados cristãos (parcela muito minoritária do total) estão expostos ao assédio e à violência dos islamistas nos próprios asilos montados pelo governo alemão.

Funcionários de etnia turca ou árabe contratados pelo governo para garantir a segurança fingem não saber e olham para longe, informou o jornal “Die Welt”.

“Contusão no crânio, trauma no lado direito do tórax, hematoma monocular, trauma abdominal. O paciente foi espancado por quatro pessoas encarregadas da segurança e apresentava enorme dor de cabeça e no abdômen” – assim descreve o Pronto Socorro da Clínica Hessian Hochtaunus os ferimentos do iraniano Ajdin de 31 anos (nome alterado por segurança.)

“Acusavam-me de ter insultado o Islã, me batiam e chutavam-me na cara”, disse o iraniano convertido ao cristianismo.

terça-feira, 22 de março de 2016

Exorcista: “Satanás atrás do Estado Islâmico”
Novos e piores demônios irromperam no cenário mundial

Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma:
“Satanás impulsiona o Estado Islâmico, com certeza”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Os recentes atentados de Bruxelas, como os do fim do ano passado em Paris e as tentativas massivas de violação de mulheres em cidades da Alemanha e do norte da Europa no Réveillon obedecem a um objetivo: erradicar o cristianismo do mundo apagando seus últimos restos já tão diminuídos.

Nos casos citados da Europa o caráter estritamente religioso da ofensiva de crimes não aparece tão claramente, pois os atentados visam o comum dos cidadãos indiscriminadamente.

No Oriente Médio, o motor religioso islâmico se mostra por inteiro.

O mosteiro de Santo Elias, o mais antigo do Iraque, foi destruído pelo Estado Islâmico, o grupo terrorista que em nome de Maomé visa extinguir o cristianismo e qualquer vestígio de cultura do passado, inclusive pagão.

O padre católico Paul Thabit Habib, responsável pela igreja, atualmente exilado em Erbil, disse: “nossa história cristã em Mossul está sendo barbaramente aniquilada. Estamos testemunhando uma tentativa de expulsar-nos do Iraque e eliminar nossa existência neste país”, informou o “O Estado de S. Paulo”.

Os devotos intransigentes do Islã fizeram de Mossul a sua capital no norte do Iraque. Havia ruínas antigas de 1.400 anos, conservadas ali como tesouros arqueológicos.

Apesar de não possuírem mais significado religioso ou de civilização, elas foram dinamitadas e pulverizadas em nome da religião islâmica.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Presidente checo: é “invasão organizada”
e “não um movimento espontâneo de refugiados”

Milos Zeman: é “invasão organizada”
Milos Zeman: é “invasão organizada”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O presidente da República Checa, Milos Zeman, defendeu que a Europa é objeto de uma “invasão organizada” de refugiados e denunciou a desproporcionalmente grande percentagem de homens jovens e solteiros entre os imigrantes, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Por que esses homens não lutam contra o Estado Islâmico e pela liberdade de suas pátrias?”, indagou Zeman.

O presidente de 71 anos acrescentou que “é possível ter compaixão com os velhos, doentes e crianças, mas que os homens jovens devem voltar a seus países para lutar contra os jihadistas”.

Durante o discurso televisionado de Natal, o presidente checo acrescentou que a chegada em massa de imigrantes é uma “invasão organizada”, e “não um movimento espontâneo de refugiados”.

Zeman concluiu seu discurso dizendo sobre a República Checa: “Este país é nosso. Este país não pode ser e não será para todos”.

O país concedeu status de asilado para apenas 70 pessoas em 2015, apesar de receber 1.400 solicitações.

A Áustria, por exemplo, aceitou o registro de 95 mil pedidos.

Já a Alemanha concedeu asilo a mais de 1 milhão de imigrantes, na sua imensa maioria muçulmana, e agora está pagando uma arrepiante conta de crime e violência de massa.

Embora pequenina, a República Checa é um dos principais países a ter a coragem de criticar a suicida política de acolhida à “invasão organizada” travestida de onda de refugiados e sua distribuição entre os países-membros da União Europeia.

Outros países europeus como a Suécia, a Dinamarca e a Suíça estão implementado medidas para cercear a invasão e até mandar de volta falsos refugiados e responsáveis de delitos.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O islamismo não pode ser verdadeiro,
ensinou Santo Afonso Maria de Ligório – 2

Santo Afonso Maria de Ligório
Santo Afonso Maria de Ligório
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





continuação do post anterior: A religião maometana não pode ser verdadeira, segundo Santo Afonso Maria de Ligório – 1



5. Há também no Corão muitas coisas indignas de Deus. Nele se diz (como ainda blasfemam os judeus talmudistas) que Deus foi forçado a dizer uma mentira, para fazer a paz entre Sara e Abraão.

Nele se deduz que Deus jura pelos ventos, pelos anjos, e também pelos demônios; quando Deus só pode jurar por Si mesmo, e não pelas criaturas.

Ademais, na Surata 43 se deduz que Deus ora por Maomé: Cum Deus et angeli propter prophetam exorent.

Na Surata 56, Maomé diz que Deus lhe permitiu violar um juramento.

E na Surata 43, que lhe permitiu poder unir-se com qualquer mulher, mesmo casada e consanguínea.

Então ele fala muitas mentiras.

Na Surata 17, ele escreve que Deus ordenou aos anjos que adorassem Adão, e que todos lhe obedeceram, exceto Belzebu. Ele diz na Surata 13 que Maria, mãe de Jesus, é adorada por nós como Deus.

Na Surata 27, ele diz que foi raptado por Deus ao céu para ser ensinado nos mistérios. Na Surata 25, diz que Deus criou o demônio como um fogo pestilento.

6. Há também no Corão milhares de contradições.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O islamismo não pode ser verdadeiro,
ensinou Santo Afonso Maria de Ligório – 1

Santo Alonso Maria de Ligório
Santo Alonso Maria de Ligório
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O que diz o Corão? O que ensinou Maomé? O que é o islamismo? No que é que os muçulmanos acreditam?

O grande Doutor e moralista da Igreja Santo Afonso Maria de Ligório responde a todas essas perguntas no esclarecedor texto que reproduzimos a continuação:

1. Vejamos em primeiro lugar as qualidades de Maomé, que estabeleceu essa religião, pois elas dizem melhor [sobre] essa seita infame que mandou muitas almas para o inferno.

Ele possuía alguns dons naturais: belo aspecto, inteligência penetrante, cortês no trato, liberal e grato pelos benefícios recebidos.

Mas em contrapartida foi dominado pelo vício da luxúria, que o levou a ter 15 mulheres e mais de 24 concubinas, fingindo contar para isso com a permissão de Deus, pois aos outros ele autorizava ter apenas quatro mulheres; e em seguida, no seu Corão, o grosso da felicidade eterna repousa na imundície da carne.

Ele foi também dominado pelo orgulho, que o fez se tornar por vezes cruel.

Basta dizer que, uma vez identificados os que lhe tinham roubado alguns camelos, ele lhes fez cortar as mãos e os pés, bem como arrancar-lhes os olhos com um ferro quente, deixando-os depois assim até que expirassem.

2. Vejamos agora o que é o Corão de Maomé, e que dogmas e preceitos nele se ensinam.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs


Profecia alguma prevê a vinda de Maomé.
Numerosas, precisas e antigas profecias foram confirmadas com o nascimento de Jesus.
A concepção de Maomé foi humana e natural.
Jesus foi concebido de modo sobrenatural, e nasceu de uma virgem.
Numerosas revelações de Maomé serviram para satisfazer seus interesses pessoais, tais como a legalização do casamento com sua nora.
As revelações e a vida de Jesus foram “sacrifícais”, como sua crucificação pelos pecados do mundo.
Maomé não fez milagre algum.
Jesus curou leprosos, deu vista aos cegos, andou sobre as águas, ressuscitou os mortos.
Maomé estabeleceu um reino terreno.
Jesus disse: “Meu reino não é deste mundo”.
Maomé admitiu que suas maiores paixões eram as mulheres, os perfumes e os alimentos.
A principal paixão de Jesus foi glorificar o nome de seu Pai celestial.
Maomé foi um rei terreno que acumulou riqueza, tornando-se o proprietário mais rico da Arábia.
Jesus não tinha onde reclinar a cabeça.
A vida de Maomé foi marcada pela espada.
A vida de Jesus foi marcada pela misericórdia e pelo amor.
Maomé incitou a jihad, ou guerra santa.
Jesus disse que “aqueles que ferirem pela espada, pela espada perecerão”. Um de seus títulos é “Príncipe da Paz”.
Se uma caravana era fraca, Maomé atacava-a, saqueava-a e massacrava-a; se ela era forte, ele fugia.
Jesus disse: “Resplendeça vossa luz diante dos homens, para que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. “Amai os vossos inimigos e abençoai os que vos odeiam”.
Maomé fez apedrejar a adúltera.
Jesus perdoou à adúltera.
Maomé casou com catorze mulheres, incluindo uma menina de sete anos.
Jesus não teve relações carnais.
Maomé admitiu que era um pecador.
Jesus foi livre de todo pecado, mesmo de acordo com o Alcorão.
Maomé não previu sua morte.
Jesus predisse com exatidão a sua crucificação, morte e ressurreição.
Maomé não formou nem nomeou um sucessor.
Jesus designou, instruiu e preparou seus sucessores.
Maomé estava tão incerto sobre a sua salvação que orou setenta vezes por dia, a fim de receber o perdão.
Jesus era a essência da salvação, e disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida! Ninguém vai ao Pai senão por mim”.
Maomé massacrou seus inimigos.
Jesus perdoou os seus inimigos.
Maomé morreu e seus restos mortais estão enterrados na terra.
Jesus ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu!




Outras diferenças entre Jesus e Maomé


Maomé foi um líder religioso e militar
Jesus foi um líder religioso
Estima-se que Maomé matou 3 mil pessoas, incluindo 700 judeus em Medina em 627.
Jesus nunca matou ninguém
Maomé recebeu um quinto dos prisioneiros capturados em combate, incluindo mulheres (Sura 08:41).
Jesus nunca possuiu escravos
Maomé forçou seus discípulos sob pena de morte a continuarem acreditando nele.
Jesus nunca forçou os discípulos a continuar a crer nEle.
Maomé ensinou vingar os crimes contra a honra, a família ou a religião.
Jesus ensinou a perdoar as ofensas recebidas.
Maomé torturou o chefe de uma tribo judaica.
Jesus nunca torturou ninguém.
Maomé vingou a violência contra ele, ordenando a morte de seus inimigos.
Jesus não vingou a violência praticada contra Ele, mesmo dizendo “Pai, perdoa-lhes” (Lc 23,24).
Para o Islam mártir é quem morre por sua fé enquanto luta e mata os infiéis.
Para os cristãos o mártir é aquele que morre por sua fé.
Todos os califas discípulos de Maomé também foram generais de guerra.
Nenhum dos discípulos de Jesus formou exércitos.
Nos primeiros 300 anos do Islã, os exércitos islâmicos invadiram a Arábia, a Pérsia, a Terra Santa, a África do Norte, a África Central, a Espanha, o sul da França e amplas áreas da Ásia Menor e na Ásia Central.
Nos primeiros 300 anos do cristianismo, houve 10 grandes perseguições contra os cristãos e não houve resistência armada.


(Fonte: La differenza tra Gesù e Maometto, Dietro le Quinte, 25/08/2012. BastaBugie nº.437, 20 janeiro 2016.



GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Islã: soldado executa a própria mãe
e rapaz amputa a mão para não ser morto por “blasfêmia”





Um jovem de 20 anos que aderiu à “guerra santa islâmica” do Estado Islâmico (EI) executou de público sua própria mãe.

O “crime” dela teria consistido em tentar convencê-lo a abandonar o grupo criminoso que pratica contínuos assassinatos de cristãos, membros de outras tendências religiosas ou ligados ao Ocidente civilizado.

A informação é do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) e foi reproduzida pelo jornal “O Estado de S.Paulo”.

A mulher viajou 50 quilômetros desde Tabaqa, onde morava, até Raqqa, principal covil dos adeptos incondicionais do Corão, para implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia sua morte nos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos EUA.

O jovem já tinha lutado nas fileiras de combatentes islâmicos “moderados”. Quando os líderes do Estado Islâmico viram a mãe falando com o filho, mandaram prendê-la.

Logo depois ordenaram ao filho que a assassinasse com um tiro na cabeça diante de quase 100 pessoas, em uma praça de Raqqa.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Milhares de russos reforçam o Estado Islâmico na Síria

Três mil russos no ISIS.
Três mil russos no ISIS.



A ONG Russian Social Council alertou que por volta de 2.500 russos estão combatendo junto aos terroristas do Estado Islâmico na Síria, informou a agência IraqiNews.

Elena Sutormina, chefe da Intercomissão para a cooperação internacional e a diplomacia pública da Câmara Cívica da Federação Russa, explicou:

“Os dados recentes indicam que ali há por volta de 2.500 russos e 7.000 cidadãos de outros estados independentes”, provavelmente se referindo a países membros associados à Federação Russa.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Balduino IV, o rei cruzado e leproso de Jerusalém, amado de Deus – 2

Balduíno IV na batalha de Montgisard. Charles-Philippe Larivière (1798 – 1876).
Sala das Cruzadas, Museu de Versailles.



continuação do post anterior: Balduino IV, o rei cruzado e leproso de Jerusalém, amado de Deus – 1



Saladino respondeu invadindo a Síria do Sul. Balduíno reuniu o que lhe restava da tropa, desguarneceu audaciosamente Jerusalém e partiu para Ascalon, onde Saladino investia.

Este, logo que foi informado, subestimou seu adversário. Ele acreditava que a queda de Ascalon era uma questão de dias, e marchou sobre Jerusalém com o grosso de seu exército.

Balduíno compreendeu suas intenções. Saiu de Ascalon, fez um longo périplo e caiu repentinamente sobre as colunas de Saladino, em Montgisard.

O efeito da surpresa não compensava a desproporção dos efetivos em luta, e Balduíno sentiu a hesitação dos seus.

Desceu do cavalo, prosternou-se com o rosto na areia, diante do madeiro da verdadeira Cruz, que era levada pelo Bispo de Belém, e orou com a voz banhada de lágrimas.