segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

3.600 ex-muçulmanos ao Papa Francisco: “Não atraiçoe a Igreja em face ao Islã”

O Papa Francisco recebe ao  grande imam Ahmed al Tayeb no Vaticano. 3.600 ex-muçulmanos deploram a “islamofilia na Igreja, da qual o Papa é um destacado expoente”
O Papa Francisco recebe ao  grande imam Ahmed al Tayeb no Vaticano.
3.600 ex-muçulmanos deploram a “islamofilia na Igreja, da qual o Papa é um destacado expoente”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Já são mais de 3.600 os ex-muçulmanos que assinaram uma carta endereçada ao Papa Francisco deplorando seu “ensinamento a respeito do Islã”, noticiou o diário milanês “Il Giornale”.

A petição continua recebendo adesões na Itália, na França, na Alemanha e na Grã-Bretanha. E quer fazer entender a Sua Santidade que “não se pode servir ao mesmo tempo à Igreja e ao Islã”.

Os signatários têm uma experiência muito viva disso, pois, segundo o Corão, os que abandonam o Islã devem ser sumariamente mortos, coisa que lhes pode acontecer a qualquer momento e por qualquer mão “fiel” à “religião de paz”.

O Pe Guy Pagès, pároco católico da arquidiocese de Paris, coletou as abundantes declarações do Pontífice no sentido de “apresentar o Corão como uma via de salvação”

O sacerdote, que anima o site “islam&vérité”, foi missionário em Djibuti e “conhece de muito perto” a religião de Alá, sobre a qual escreveu sobre diversos livros, alguns deles traduzidos e editados no exterior.

O Pe. Pagès disse ao “Il Giornale.it” que os signatários são “ex-muçulmanos e colegas indignados pela islamofilia na Igreja, da qual o Papa é um destacado expoente”.



Igreja católica arruinada por islâmicos em Homs, Síria.
“Acreditamos na natureza demoníaca do Islã.
Não se pode servir ao mesmo tempo
a Cristo e ao Anticristo”, diz o Pe. Pagès.
“Alguns fazem parte de associações que sustentam ex-muçulmanos e sua evangelização. São de fato muito poucos os sacerdotes que nos apoiam. Então eles não têm presidente, mas apenas a Jesus Cristo como cabeça, por Quem aceitaram perder tudo”.

“Os ex-muçulmanos em geral sabem que estão condenados à morte pelo Islã e evitam dar-se a conhecer. Só revelarão seus nomes ao Santo Padre se ele pedir”.

“Acreditamos que não é necessário ser um teólogo titulado para reconhecer a natureza demoníaca do Islã. Basta um pouco de inteligência, sem ter de escarafunchar na fé, para entender que não se pode servir ao mesmo tempo à Igreja e ao Islã, quer dizer a Cristo e ao Anticristo.

O jornalista italiano indagou se não seria presunção querer corrigir o Papa. Ao que o Pe. Pagès respondeu com a clássica glosa da teologia, assentada em dois milênios:

“Como se lê na glosa de Santo Agostinho: São Pedro ensinou com seu exemplo àqueles que são de condição superior, mas que estão em perigo de perder o bom caminho, que não devem se irritar se aqueles que lhes são inferiores os repreendem”.

“Il Giornale” também perguntou se a Igreja deve combater o Islã, e a resposta foi:

Que diálogo pode haver com o Islã? Que relação há entre a justiça e a injustiça? Que união entre a luz e as trevas? Qual é o acordo entre Cristo e Satanás? Qual é o relacionamento entre o fiel e o infiel?

“A Igreja deve lutar contra o Islã porque é ameaçada diretamente por ele, que adotou a missão de esmagá-la e substituí-la. O que pode vir depois de Cristo senão o Anticristo?

E esclarecendo a indagação de se os cristãos devem se engajar na conversão dos islâmicos, o Pe. Pagès respondeu:

“Todos aqueles que não o fazem deverão prestar contas a Deus pela perdição dos muçulmanos que poderiam ter-se salvado”.

Pe. Guy Pagès: “em qual religião, se não o Islã,
se ensina o ódio de morte contra os cristãos?”
E se o Papa Francesco responder ao apelo, a esperança do sacerdote é “que diga a verdade a respeito do Islã ou que silencie!”

A ideia de que o Pontífice está islamizando a Europa provém de “diversas razões: porque está afirmando inverdades sobre o Islã, de maneira a torná-lo digno de amor; e porque está encorajando a invasão do Ocidente por parte de clandestinos de religião muçulmana, desobedecendo dessa maneira o mandamento apostólico”.

Para o Pe. Pagès, o fato de o Papa estar propondo o Corão “como via de salvação” “é um profundo mistério”.

Não há dúvidas de que o Islã prega a violência.

“Basta ler o Corão e conhecer a história do Islã para entender. Jesus anunciou que viria um tempo em que os que assassinam os cristãos acharão que fazendo isso adoram a Deus. Em qual religião, se não o Islã, se ensina o ódio de morte contra os cristãos?”

Enquanto o Papa não mudar de posição, esclarece o padre francês, “continuaremos sofrendo e pedindo perdão a Deus pelo que ele faz, aguardando a vinda de um Papa que esteja de acordo com Seu Coração Sacratíssimo”.

Uma coisa é categoricamente certa: os signatários de maneira alguma pensam em abandonar a Igreja, ainda quando pareça que o Papa A está traindo.

“Pode-se achar que a complacência com o Islã não é uma traição?”, conclui a entrevista do teólogo e missionário, especialista em Islã.



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2 comentários:

  1. naturalmente que o ex monge argentino -trabalha para algum grupo muito maior e recebe ordens do mesmo! Vaticano é casa de ninguem ha decadas..... PESQUISEM POR FAVOR!

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  2. Temo que o Papa tenha se convertido secretamente ou foi comprado por prtrodolares.

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