segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Líderes islâmicos exploram
rede de escravidão sexual na Grã-Bretanha

Os tribunais islâmicos agem por fora da lei, amparados por normas legais inglesas
Os tribunais islâmicos agem por fora da lei, amparados por normas legais inglesas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Na Europa, berço da Civilização Cristã, a exploração da mulher por meio de normas anticristãs dissimuladas em “direitos” ou “liberdades” parece tocar cada dia um fundo mais baixo.

O mau exemplo europeu, como que obedecendo a uma orquestração matemática, espalha-se depois pelo resto do mundo civilizado.

Isso resulta de leis europeias. Mas pouco se fala da degradação da condição feminina em decorrência das regras islâmicas e dos ensinamentos de Maomé que entram na Europa levadas pelas ondas invasoras de migrantes.

A grande mídia, tão engajada em “defender” os “direitos da mulher”, abafa ou faz vistas grossas a esses abusos.

Khadija Khan, jornalista e cronista sediada no Paquistão, escreveu para o Gatestone Institute um trabalho esclarecedor sobre uma das formas de perversidade sexual islâmica que está se alastrando no Reino Unido.

Ela denunciou que os líderes islâmicos no Reino Unido administram costumes perversos no trato das mulheres muçulmanas. E que as autoridades inglesas fazem vistas grossas às execráveis práticas que acontecem bem debaixo de seu nariz.

Mas a Inglaterra não é o único país onde isso ocorre. Há inclusive eclesiásticos que, sob o pretexto de “ecumenismo”, “diálogo” e “acolhida”, tentam “tapar o sol com a peneira” em relação aos costumes perversos do Islã.

A BBC investigou o costume maometano da “halala” − ritual que permite a uma muçulmana divorciada de casar-se novamente com seu ex-marido, após ter-se unido antes com outro homem com o qual consumou a união e do qual em seguida se divorciado.

Costumes islâmicos estão sendo aplicados pelos tribunais corânicos com empáfia
Costumes islâmicos estão sendo aplicados pelos tribunais corânicos com empáfia
Esse anormal costume serve de cobertura para a escravidão sexual organizada, coisa que não espanta caso se confira o lúbrico Corão.

A jornalista revelou que os imãs na Grã-Bretanha não só estão incentivando essa prática como também lucrando financeiramente com ela.

Esta depravação fez com que muitas mulheres estejam sendo mantidas reféns, literal e figurativamente, de homens que são pagos para se tornarem segundo marido delas.

O ritual é praticado por diversas seitas islâmicas, como a hanafi, barelvi e a deobandi, descreve Khadija Khan.

Quando o marido repete a palavra divórcio em árabe – talaq – três vezes à sua esposa, essas seitas consideram o casamento muçulmano nulo e sem efeito. A mulher é posta sumariamente na rua.

É isso ainda mais rápido do que uma declaração de nulidade, como as que passaram a ser emitidas recentemente pela Santa Sé.

Para que a mulher seja autorizada a voltar ao marido que a repudiou, ela deverá primeiro casar-se com outro homem, ter relações sexuais com ele, e aguardar que esse segundo marido se divorcie dela.

Seminários europeus, mesquitas e serviços na Internet anunciam e promovem impune e abertamente a halala, que é raramente monitorada pelas autoridades.

Na Grã-Bretanha, a halala é um negócio em franca expansão, diz a jornalista, com websites e redes sociais oferecendo às mulheres segundos maridos por quantias exorbitantes.

A perversidade não para aí. Nessa história há ainda um lado mais sombrio, explica Khadija Khan. Segundo a Lei Islâmica (Sharia), o segundo marido não tem nenhuma obrigação de conceder um divórcio rápido à esposa, o que lhe permite mantê-la como virtual escrava sexual pelo tempo que bem entender.

A BBC ficou sabendo de mulheres abusadas sexualmente por meses a fio pelo segundo marido. Segundo o jornal “The Guardian”, o Conselho da Sharia da Grã-Bretanha trata de centenas de casos desses cada ano.

Dito Conselho, segundo a jornalista, é cúmplice de uma pandemia de estupros acobertados pela Lei Islâmica.

O Conselho Islâmico da Sharia, espécie de tribunal, é cúmplice dos abusos
O Conselho Islâmico da Sharia, espécie de tribunal, é cúmplice dos abusos
Pois o Conselho só declara que essa escravidão sexual é totalmente legal segundo a sharia.

Embora isso viole a lei britânica, os imãs proíbem os jovens muçulmanos de se casarem pelo sistema nacional, intimando-os a fazê-lo pela sharia. Dessa maneira acabam ficando à mercê das autoridades islâmicas em assuntos de família, incluindo o divórcio.

A ONG Muslim Women's Network encaminhou abaixo-assinado ao governo britânico e à Comissão Especial para Assuntos Internos pedindo que o Conselho da Sharia seja investigado.

Ao que o Conselho respondeu que o abaixo-assinado era “islamofóbico”. Para pior, a parlamentar Naz Shah, do Partido Trabalhista, defendeu o Conselho da Sharia e sua administração da escravidão sexual.

Para a jornalista Khadija Khan, o governo britânico se omite diante da falta de decoro do Conselho da Sharia e da pandemia dessa farsa perversa.

A invasão islâmica do Ocidente ex-cristão vem trazendo problemas de imoralidade até agora impensados.

Essa forma dissimulada da escravidão sexual é teoricamente condenada em solenes declarações políticas ou de representantes do Vaticano.

Porém, na prática, os mesmos políticos e eclesiásticos estendem os braços e acobertam os sádicos chefes religiosos corânicos avançando propostas de diálogo das culturas e ecumenismo que não estão sendo levadas a sério.



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Um comentário:

  1. Muito interessante o video Brasil a Ultima Cruzada, se puderem acessem https://youtu.be/NNrdnYf9spU

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