segunda-feira, 10 de julho de 2017

Islã, “religião de paz”, ensina fazer chacinas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Em 26 de novembro de 2016 um jovem islâmico mascarado, de uniforme militar, com os olhos fixos na câmara de vídeo exortou com firmeza que seus usuários se convertessem em assassinos de seus próprios vizinhos em nome da estrita observância dos textos religiosos do Islã.

Trata-se de mais um vídeo revelador da cobra que se aninha no “Islã, religião de paz”.

Assim inicia uma alentada, mas esclarecedora reportagem do jornal madrileno “El Mundo” sobre as ruínas da cidade síria de Al Raqah, capital do Estado Islâmico, onde aparece crucificado – atado de pés e mãos a una viga – um refém ainda com vida.

Sem dúvida, uma das últimas piedosas exortações do Califado virtual.

O “jovem” – porque na Europa é politicamente incorreto chamar de muçulmano ao muçulmano, ainda que cometa os piores e mais patentes crimes – fala em francês e suas palavras estão legendadas em inglês.

Iniciou a sinistra aula dizendo: “não há necessidade de usar armas de fogo como fuzil ou pistola. Basta usar armas brancas. Hoje aprenderemos como se utilizam com a finalidade de obter a vitória de Deus”.

“Deus”, “aprender”: são palavras que fazem vibrar de emoção a muitos ingênuos “ecumenistas”, partidários da “acolhida” e do “acompanhamento” às massas imigrantes que levam em seu seio os piores terroristas.

Tudo isso está no Corão e nos “hadiths” autênticos dessa religião que fala de paz enquanto a vítima não mostra as costas.

Após a pregação teórica, outro jovem de máscara se aproxima à infeliz vítima e põe em prática os religiosos ensinamentos tirados da pregação de Maomé.

Cada detalhe do apunhalamento da vítima indefesa é recolhido com detalhes pela câmara de alta definição, pois os terroristas fazem parte dos “pobres” do planeta, aliás empobrecidos por culpa do capitalismo, mas dinheiro não lhes falta para sua guerra.

A vítima crucificada acaba com as entranhas para fora e morre sangrado pelas feridas recebidas no pescoço, pulsos e partes inferiores, para a cinicamente piedosa “vitória de Deus”, prossegue “El Mundo”.

Islâmicos em ato de solidariedade pelo Pe Jacques Hamel degolado em nome do Islã.
Os islâmicos "ortodoxos" entram dissimulados entre os supostamente "liberais".
 Na igreja de Santa Maria in Trastevere, Roma.
Um terceiro jovem uniformizado entra numa cozinha e com ar de ensinar uma receita, ensina a montar uma bomba caseira transportável numa mochila para fazer um morticínio em local público.

O mesmo tipo de bomba usada em 22 de maio de 2017 em Manchester que matou 23 pessoas.

O jovem poderia cantar os louvores do “Deus único” no púlpito ou microfone de alguma igreja europeia, numa sessão de partilha da fé abençoada pelo bispo ou pelo pároco.

Na realidade, o apresentador é o mesmo: um ex-soldado do exército francês de 28 anos, chamado Abdelillah Himich que assumiu parte do controle da máquina midiática do ISIS em 2016. Nasceu no Marrocos em 1989. Criança ainda, migrou com a família para Lunel, na costa francesa.

Ingressou na Legião Estrangeira, foi enviado para combater os talibãs no Afeganistão, de onde desertou para entrar nos antros da delinquência e da criminalidade.

Em 2010 foi pego levando mais de um quilo de maconha de Amsterdam para Paris. Passou cinco rápidos meses no cárcere e em 2013 foi até a Síria onde ingressou no ISIS.

A mensagem de áudio deixada por seu antecessor Mohammed Al Adnani, em 2014, dava um testemunho da fé corânica universal:

“Se podeis, assassinai um infiel americano ou europeu... Matai-os de qualquer maneira. Esmagai suas cabeças com uma pedra, esfaqueai-os com facão, atropelai-os com um carro ou jogai-os de um local alto, afogai-os, envenenai-os...”. Assim será feita a “paz” no mundo.

Abdelillah não podia ser menos que seu pastor, mas ele foi mais midiático e usou Youtube e redes sociais.

Foi uma “completa campanha de comunicação multimídia destinada a convencer os seguidores europeus a cometer atentados improvisados onde quer que seja na Europa, especialmente no Reino Unido e na França”, explica “El Mundo”.

No “último produto audiovisual”, em 17 de maio, o belo “jovem” convocou explicitamente a usar veículos para atacar os cidadãos dos países capitalistas, causadores de todas as guerras.

O vídeo gravado por um americano e por um russo explicava até o pormenor como usar para os crimes da “religião de paz” pequenos caminhões e vans.

A revista Rumiyah, publicação oficial do ISIS, número 5, setembro de 2016, exibia uma faca ensanguentada com o dizer:

“O sangue dos infiéis está permitido por Deus, assim que não duvideis: espalhai-o”, frase silenciada nos sermões dos bispos “acolhedores”.

Em dezembro, explicava passo a passo como matar com faca. Em abril, descrevia o atentado de 22 de março na ponte de Westminster que causou sete mortos.

Em maio, voltava a lecionar como atentar com caminhões de modo a provocar o maior número de mortes.

Os efeitos são tristemente conhecidos. Os discípulos do “jovem” entraram em território europeu com passaporte comunitário e até foram acolhidos pelo esquema da chanceler alemã Angela Merkel.

Também tiveram à disposição prédios administrados por ONGs e organizações caritativas do clero católico.

O tunisino Anis Amri esmagou com um caminhão 12 pessoas num mercado natalino de Berlim. Em março, o britânico Khalid Masood abalroou e matou sete pedestres em Westminster.

Em junho, o britânico Khuram Shazad, o marroquino Rachid Redouane e o italiano Youssef Zaghba atropelaram e mataram com punhais oito pessoas na Ponte de Londres.

Todo o material catequético dessa “religião de paz” segue disponível na internet.

Dos púlpitos das igrejas, dos bispados e das grandes basílicas chegam uma mensagem que não parece tão fanática: “acolhei aos pobres migrantes instrumentos da paz do futuro”.

Melhor diriam, da paz dos cemitérios entulhados de cinzas de cristãos chacinados.

Se é que ainda serão enterrados numa Europa “terra do Islã”.



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