terça-feira, 25 de agosto de 2026

Corão só não mata mais que o Livro Vermelho de Mao

Países que mais aplicaram a pena de morte oficialmente em 2016
Países que mais aplicaram a pena de morte oficialmente em 2016
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O regime comunista de Pequim mais uma vez ocupou o sinistro primeiro lugar nas execuções de presos.

Porém, não se conhece o número exato deles, pois o sistema guarda total hermetismo sobre as mortes que pratica, constatou o relatório de Anistia Internacional (AI) para 2016, segundo o jornal argentino “Clarin”.

Texto completo do relatório “Condenas a morte e execuções 2016” em inglês:
em espanhol.

As condenas a morte nos EUA são as mais propagandeadas pela grande mídia, porém atingiram mínimos históricos em 2016. No mundo todo a queda foi de 37%, diz o relatório, fazendo a restrição do mistério do grande verdugo do mundo: a China.

Nos EUA foram sancionadas 32 penas capitais em 2016, a cifra mais baixa desde 1973, mas só 20 foram aplicadas. Em consequência, esse país saiu das primeiras lúgubres posições, ocupadas na sua totalidade por países islâmicos e liderada em solidão pelo regime socialista chinês.

A queda estatística nos EUA “é um claro sinal de que juízes, promotores e jurados estão dando as costas à pena de morte como meio de administrar justiça”, estimou a organização.

No total, a AI registrou 1.032 execuções ditadas pelos respectivos Judiciários, no mundo em 2016, 37% menos que em 2015. O tétrico recorde anterior foi de 1989, com 1.634.

Esses números excluem a China, onde as estatísticas a respeito são secretas. Porém, a Anistia Internacional dá por certo que é o país que mais usa a pena capital. E mais de que o resto do total mundial, todos os países somados.

Nicholas Bequelin (esq) de Amnesty International e James Lynch, vice diretor do Programa de Assuntos Globais, apresentam o relatório
Nicholas Bequelin (esq) de Amnesty International e James Lynch,
vice diretor do Programa de Assuntos Globais, apresentam o relatório
A China só reconheceu ter executado legalmente 931 pessoas entre 2014 e 2016, mas para a Anistia Internacional isso “é só uma fração do total”, que poderia incluir milhares de pessoas.

“A China é o único país que mantém um secreto completo sobre as execuções”, explicou o diretor de Anistia Internacional para o leste da Ásia, Nicholas Bequelin, em roda de imprensa em Hong Kong.

“Provavelmente, o motivo é que as cifras são tão assombrosamente altas que a China no quer ser percebida como um caso completamente aparte no mundo”, acrescentou.

Além da execução sumária por razões ideológicas, culturais, sociais, religiosas ou étnicas de dissidentes ou oposicionistas no imenso território chinês, soma-se a tal vez muito maior chacina de presos – ou pessoas detidas para o mesmo fim – com o objetivo único de lhes extrair os órgãos para depois usa-los em benefício de membros do regime, ricaços nacionais ou internacionais e explora-los num largo esquema de comercialização e exportação.

Após a China, países islâmicos ocuparam todos os postos no topo da lista. O Corão, por muitos apresentado como um livro de paz, manda matar os que não aceitam o islamismo, o renegam e outras casuísticas.

A lei islâmica, conhecida como sharia, e a imensa e caótica jurisprudência muçulmana abrem espaço ainda para uma infinidade de casos confusos em que o juiz ou o chefe local podem matar segundo seu interesse ou humor.

Em primeiro lugar figura o Irã (xiita) com 567 execuções registradas, seguida pela Arábia Saudita (sunita) com 154; o Iraque (várias seitas) com 145 e por fim o Paquistão (também diversas seitas islâmicas) com 87. O relatório ainda menciona o Egito envolvido em violentos conflitos internos.

Os países islâmicos matam às centenas com base em seu Corão e lei islâmica mas fazem questão de exibir sua ferocidade em praça pública.

Por isso, a AI não reclamou transparência deles, mas sim do caso muito obscuro da China.

Sagrado Coração de Jesus fuzilado numa igreja de Qaraqosh, sul de Mosul, Iraque.
Sagrado Coração de Jesus fuzilado numa igreja de Qaraqosh, sul de Mosul, Iraque.
“A China quer ser líder no cenário mundial, mas que quando se trata da pena de morte lidera do pior modo possível executando mais pessoas por ano que qualquer outro país do mundo”, destaca o relatório da AI.

“É hora de que a China descortine o véu desse segredo mortífero e confesse”, disse Shetty.

O regime socialista cada vez mais abalado, dificilmente ligará para a denúncia.

Porém, junto com países islâmicos, abrirá os braços para um diálogo e uma cooperação insinceras com as esquerdas políticas e eclesiásticas, inclusive do Vaticano, autoproclamadas “humanitárias”.


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terça-feira, 11 de agosto de 2026

O que é o islamismo e o Islã?
Ensinado por São João Bosco

Maomé no inferno (acima na direita). Giovanni di Pietro Falloppi, ou da Modena (1379 – 1455), Cappella Bolognini.
Maomé no inferno (acima na direita). Giovanni di Pietro Falloppi,
ou da Modena (1379 – 1455), Cappella Bolognini, Bolonha, Itália.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs


São João Bosco, mestre da juventude, é famoso também por ser autor de numerosos livros de ilibada formação religiosa católica.

Entre esses está o livro “O católico educado em sua religião: Colóquios de um pai de família com seus filhos segundo as necessidades do tempo, com epílogo do Sacerdote João Bosco”.

Esse livro foi publicado por vez primeira em 1853 e teve incontáveis edições, sendo usado pelos sacerdotes da egrégia congregação salesiana na sua labor evangelizadora e educadora em todos os continentes.

Também foi muito usado pelos pais de família católicos que desejam dar uma boa formação aos filhos.

O texto completo, em italiano, tirado das obras completas do grande santo, pode ser descarregado em PDF clicando aqui: "O católico instruido em sua religião" ("Il cattolico istruito nella sua religione".

O livro está redigido em forma de diálogos entre um pai de família preocupado com a salvação da alma dos filhos, e o filho mais velho, que fala em nome de todos os outros irmãos.

Reproduzimos a continuação o diálogo nº13 sobre o Islamismo, ou maometanismo.



Diálogo XIII. O Maometanismo.



Pai – Sem dúvida, não há ciência mais importante para um católico do que aquela que o instrui na sua religião. Ciência importante e, ao mesmo tempo, muitíssimo consoladora, porque tem uma base tão certa e tão clara, que todos os seus relatos nos fazem reconhecer o concurso da Onipotência divina.

Esta religião de Jesus Cristo, que se conserva somente na Igreja Católica Romana, segundo as palavras do mesmo Salvador, vai ser perseguida de alguma forma, mas jamais vencida.

Em todos os tempos, em meio às perseguições mais sangrentas, Ela soube conservar-se qual imóvel coluna, sempre gloriosa, sempre visível, sempre vitoriosa, sem nunca utilizar outra arma senão a da caridade e da paciência.

Esta sua invariabilidade, conservada desde os tempos de Jesus Cristo até nós, não pode ser atribuída senão à Onipotência divina.

São João Bosco, mestre da mocidade católica.
São João Bosco, mestre da mocidade católica.
Estabelecidos assim os fundamentos da nossa Santa Religião Católica, quero entretê-los um pouco mais sobre alguns acontecimentos curiosos: refiro-me àquelas religiões que eram unidas à Igreja Católica e que depois de algum tempo se separaram.

Filho – Muito bem, muito bem. Desejo saber sobre isso há longo tempo. Quais são essas religiões que se separaram a certa altura da Igreja Católica?

Pai – Antes de lhe falar sobre as religiões que se separaram em certo momento da Igreja Católica Romana, quero fazer-lhe notar as religiões que não têm os caracteres da divindade, as quais nós chamamos de falsas religiões, que podem ser reduzidas ao judaísmo, à idolatria, ao maometanismo e às seitas cristãs professadas pelos gregos cismáticos, valdenses, anglicanos e protestantes.

Sobre a idolatria creio que não é o caso de falar, porque em nossos dias, com exceção de pouquíssimos países nos quais ainda não pôde penetrar a luz do Evangelho, ela não existe mais.

Sobre o judaísmo parece-me que já lhe falei suficientemente na primeira parte destes nossos colóquios. Se lhe aprouver, falarei das outras, começando pelo maometanismo.

Filho – Sim, sim, comece por dizer o que se entende por maometanismo.

Pai – Por maometanismo se entende uma coleção de máximas extraídas de várias religiões, que praticadas conduziram à destruição de todos os princípios da moralidade.

Filho – Como se iniciou o maometanismo?

Pai – O maometanismo iniciou-se com Maomé.

Filho – Oh! Daquele Maomé de quem sentíamos ouvir falar com muito comprazimento: diga tudo o que sabe sobre ele.

Pai – Seria muito longo referir tudo o que as histórias contam sobre este famoso impostor: procurarei apenas fazer conhecer quem foi ele e como fundou a sua religião.

Maomé nasceu em uma família pobre, de pai pagão e mãe judia, no ano de 570, em Meca, cidade da Arábia pouco distante do Mar Vermelho.

Ávido de glória e ansioso por melhorar sua condição, vagou por diversos países e conseguiu tornar-se agente de uma mercadora de Damasco, que mais tarde o desposou.

Ele era tão astuto, que soube aproveitar-se de sua doença e de sua ignorância para fundar uma religião.

Sofrendo de epilepsia, afirmava que aquelas suas frequentes quedas eram raptos durante seus colóquios com o Anjo Gabriel.

Maomé propagou a sua religião pela força das armas, e  favorecendo toda libertinagem, foi chefe de um formidável bando de salteadores.
Maomé propagou a sua religião pela força das armas, e
favorecendo toda sorte de libertinagem,
foi chefe de um formidável bando de salteadores.

Filho – Que impostor, enganar as pessoas dessa maneira! Ele também vai tentar fazer milagres que confirmem a sua pregação?

Pai – Maomé não poderia fazer nenhum milagre para confirmar a sua religião, porque ele não era enviado por Deus. Só Deus é autor dos milagres.

Como, no entanto, ele se julgava superior a Jesus Cristo, imediatamente lhe perguntaram se também não poderia fazer milagres. Ele respondeu com orgulho que já os tinha feito.

Contudo, gabava-se de ter operado um, e dizia que, tendo caído um pedaço da lua em sua manga, ele tinha sabido colá-la de novo; em memória desse milagre ridículo os maometanos tomaram como símbolo a meia-lua.

Vocês riem, ó meus filhos, e com razão, porque um homem assim devia antes ser considerado um charlatão, e não o pregador de uma nova religião.

Precisamente por isso se espalhou a fama de que ele era um impostor, um perturbador da tranquilidade pública, e seus compatriotas queriam prendê-lo e condená-lo à morte.

Após isso ele fugiu, retirando-se na cidade de Medina com alguns libertinos que o ajudaram a tornar-se mestre.

Filho – No que consiste propriamente a religião de Maomé?

Pai – A religião de Maomé consiste numa monstruosa mistura de judaísmo, paganismo e cristianismo.

O livro da lei muçulmana é chamado Alcorão [o Corão] , ou seja, libro por excelência.

Essa religião é também chamada de turca, porque é muito difundida na Turquia; ou muçulmana de Musul, nome que os maometanos dão ao dirigente da oração; ou islamismo, nome tomado de alguns de seus reformadores; mas é sempre a mesma religião fundada por Maomé.

Filho – Por que Maomé fez essa mistura de várias?

Pai – Como os povos da Arábia eram constituídos uma parte por judeus, outra parte por cristãos, e os outros pagãos, para induzir todos a segui-lo, ele tomou uma parte da religião professada por eles e deu preferência especialmente àqueles pontos que podem incentivar mais os prazeres sensuais.

Maomé envolvido em chamas liderando as orações de Abraão, Moisés, Jesus e outros. Iluminura persa. Ele se achava superior até de Jesus Cristo e de todos os profetas.
Maomé envolvido em chamas liderando as orações de Abraão, Moisés, Jesus e outros.
Iluminura persa. Ele se achava superior até de Jesus Cristo e de todos os profetas.
Filho – É verdade que Maomé fosse um homem douto?

Pai – De fato não, ele nem sequer sabia escrever; e para compor o seu Alcorão, foi ajudado por um judeu e por um monge apóstata.

Falando de coisas contidas na História Sagrada, ele confunde um fato com o outro; por exemplo, atribuiu a Maria, irmã de Moisés, mais fatos que os relativos a Maria, mãe de Jesus Cristo, com muitíssimos outros absurdos.

Filho – Isto me deixa curioso: se Maomé era ignorante e não fez nenhum milagre, como poderia propagar a sua religião?

Pai – Maomé propagou a sua religião não com milagres ou com a persuasão das palavras, mas pela força das armas.

Religião que, favorecendo toda sorte de libertinagem, em curto espaço de tempo tornou Maomé chefe de um formidável bando de salteadores.

Juntamente com esses ele percorria os países do Oriente, ganhando os povos não com a pregação da verdade, com milagres ou profecias, mas com o único argumento de erguer a espada sobre a cabeça dos vencidos, gritando: acreditar ou morrer.

Filho – Canalha, esses são argumentos a serem usados para converter as pessoas? Sem dúvida, sendo Maomé tão ignorante, terá disseminado muitos erros no Alcorão.

Pai – Pode-se dizer que o Alcorão é uma série de erros os mais gritantes contra a moral e o culto do verdadeiro Deus.

Por exemplo, escusa de pecado aquele que nega a Deus por temor da morte; permite a vingança; assegura aos seus sequazes um paraíso, mas cheio apenas de prazeres mundanos.

Em suma, a doutrina desse falso profeta permite coisas tão obscenas, que a alma cristã tem horror de nomear.

Maomé no inferno com as vísceras abertas. Ilustração de Gustave Doré (1832 – 1883) para a Divina Commedia de Dante Alighieri.
Maomé no inferno com as vísceras abertas.
Ilustração de Gustave Doré (1832 – 1883) para
a Divina Commedia de Dante Alighieri.
Filho – Que diferença existe entre a Igreja cristã e a muçulmana?

Pai – A diferença é enorme.

Maomé fundou a sua religião com a violência e com as armas: Jesus Cristo fundou a sua Igreja com palavras de paz, servindo-se de seus discípulos pobres.

Maomé fomentava as paixões, Jesus Cristo ordenava a negação de si mesmo.

Maomé não fez milagre algum, Jesus Cristo operou um número incontável à luz do dia e na presença de multidões inumeráveis.

As doutrinas de Maomé são ridículas, imorais e corruptoras; as de Jesus Cristo são augustas, sublimes e puríssimas.

Em Maomé não se cumpriu profecia alguma; em Jesus Cristo todas.

Em suma, a Religião Cristã, de alguma maneira torna feliz o homem neste mundo para conduzi-lo depois ao gozo do Céu; Maomé degrada e avilta a natureza humana,

E, fazendo consistir a felicidade em apenas os prazeres sensuais, rebaixa o homem ao nível do animais imundos.



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