segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Honras dos cruzados

Roberto de Normandia, primogênito de Guilherme o Conquistador, catedral de Gloucester
Os cruzados que tinham combatido na Terra Santa, ou mesmo aqueles que apenas haviam pronunciado o voto de fazê-lo, eram enterrados com as pernas cruzadas, atitude em que podemos contemplá-los sobre os túmulos, nos claustros dos mosteiros.

São Luís IX, em sua imensa piedade, não se cansava de dizer que preferia o apelativo de “batalhador” ao de “devoto”.

Preguiça e avareza aparecem aos olhos do Cavaleiro como inimigos mortais. Por isso, não bastava conquistar um prêmio num torneio ou uma batalha vitoriosa; ao voltar para casa, ele deveria mostrar-se benevolente para com todos, amável, polido; dar esmolas aos pobres, distribuir suas velhas túnicas aos menestréis.

À valentia, generosidade e cortesia devia juntar-se a modéstia.

O cavaleiro ansiava o momento em que pudesse abandonar os torneios e seguir para além-mar, para a Terra Santa. Só assim ele poderia adquirir a reputação de “batalhador”.

(Fonte: Funck Brentano, « Féodalité et Chevalerie »)




Mandar atualizações instantâneas e gratuitas de 'As Cruzadas' para meu Email

GLÓRIA CASTELOS CATEDRAIS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE
Voltar a 'Glória da Idade MédiaCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVAL

Um comentário:

  1. Gostaria muito que fosse publicado histórias da Vandéia, de Charette, Bonchamp, Rochejaquelein, Cathelineau, etc. inclusive de George Cadoudal e outros heróis da Vandéia.
    Euclydes Jorge Addeu

    ResponderExcluir

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.